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Tipos de doenças dos peixes


 



A

ACIDOSE

Muitas espécies de peixes convivem bem em águas ácidas, outros preferem águas alcalinas (pH > 7.0) ou neutras. Daí a importância de conhecermos o pH ideal de cada espécie e mantermos monitorizado o aquário quanto ao pH. Grandes acidoses podem levar à morte lenta ou rápida dos peixes que não convivem em meio ácido. Os peixes morrem em posição natural, muitas vezes escondidos entre as plantas. Sinais: observamos aumento na frequência respiratória, boquejamento, opacificação e depósitos de cor cinza  nas brânquias,  vegetações e secreção mucosa (de muco) nas brânquias, escamas eriçadas, nadadeiras fechadas, pele avermelhada e peixes que nadam em círculos. 

ASCITE INFECCIOSA

A doença é própria dos ciprínideos: Barbus, Brachydanio, Danio, Tanichthys. Sinais:  olhos saltados ou  olhos fundos, ânus avermelhado e prolapsado (deslocado do seu lugar habitual, caído), líquido amarelado (em alguns casos aquoso ou claro) na cavidade abdominal, fígado amarelado ou castanho-amarelado ou cinza-esverdeado, inflamação do intestino e bexiga natatória.

TRATAMENTO: Devemos criar condições para uma boa resistência e imunidade e as boas condições de higiene decidem o curso da doença. Isolar o peixe doente.



C

COSTIA

Causado por três protozoários (Chilodonella, Costia (ichtybodo) e  Cyclochaeta (Trichodina)) afetando a pele causando um embaçamento das cores, produção excessiva de  muco e debilidade. Em estágios mais avançados atingem as guelras causando a morte do animal. O  surgimento desta doenças ocorre devido a quedas de temperaturas na água. Tratamento com remédios apropriados .



F

FERIMENTOS

Em meio natural, as lesões traumáticas resultam geralmente de ataques de predadores. Essa lesões cicatrizam facilmente,  a não ser que exista uma infecção secundária na lesão. No aquário, os ataques de predadores ocorrem por incompatibilidade entre as espécies ou lutas pelo território quando se introduz um peixe novo. As lutas entre machos da mesma espécie são bem conhecidas (Bettas, Ciclídeos africanos) ou por falta de adaptação de peixes em geral, sofrem lesões na pele como hematomas , hemorragias, nadadeiras destruídas.

TRATAMENTO: Isolar o peixe em aquário hospital, Permanganato de potássio a 2%, pincelar o ferimento com Tintura de iodo, oferecer pouco alimento.



H

HEXAMITA

O agente etiológico da doença é o Hexamita, protozoário flagelado. O nome "Parasita do Disco". Existe uma doença chamada "Hole-in-the-head" (dç. do Buraco na cabeça), frequentemente observada em Discos, Acarás, Oscar e outros Ciclídeos, associando-se a presença do Hexamita, bem como a infecções bacterianas, desnutrição, aquário sujo, além do uso de carvão ativado. Em muitos peixes a infecção é inaparente, acometendo espécimes jovens. Por isso, quando observarmos um peixe muito emagrecido devemos pensar, além dos distúrbios alimentares, primeiro em Tuberculose e depois em Hexamita. Outro sinal observado na doença é o escurecimento da pele.

TRATAMENTO: A prevenção faz-se através da boa alimentação, a qual evita lesões intestinais. Manter limpo e higiênico seu aquário. A doença tem cura e deve ser adquirida seu medicamento em lojas especializadas...

HIDROPSIA

Doença causada por uma bactéria, Aeromonas Punctatos, o peixe fica com o abdome muito inchado, pára de se alimentar. nada em círculos, pode ficar com escamas eriçadas, destruição de nadadeiras, manchas vermelhas em todo o corpo. Muito difícil a cura, ainda não é conhecida um remédio realmente eficaz para essa doença.



I

ICTIO

Causada por um parasita chamado Ichthyophthirius multifiliis, provoca o aparecimento de pequenos pontos brancos espalhados por todo o corpo do peixe como se fossem pequenos grãos de açúcar, fazendo com que o animal se esfregue no fundo do aquário ou nas rochas de decoração, provocando pequenas lacerações que podem servir como porta de entrada para outras doenças.

No tratamento devemos utilizar um parasiticida.



N

NADADEIRAS DEGENERADAS

Causada, geralmente, por bactérias do tipo Aeromonas ou Pseudomonas que provocam o apodrecimento das nadadeiras, fazendo com que elas quase se desfaçam. O pH muito ácido favorece o aparecimento e desenvolvimento dessas bactérias. Portanto, é aconselhável que, antes do inicio do tratamento se faça a correção do PH do aquário.

No tratamento, utilizamos antibióticos de largo espectro encontrado nas lojas especializadas.

Uma das causas desta doença é a alteração de pH, geralmente ácido. Outro fator, mais preocupante, é a falta de higiene e a qualidade do alimento oferecida, causando má condição da água e desnutrição, respectivamente. Estes fatores podem ainda serem portas de entrada para outras doenças.



O

Oodium

Causada por parasitas unicelulares dinoflagelados que provocam uma camada brilhante nas escamas e nadadeiras, como se fosse um veludo, variando do amarelado ao dourado. Esse parasita faz com que os peixes muitas vezes se esfreguem no fundo do aquário, percam o apetite e fiquem com a respiração mais acelerada. Após o aparecimento desses sinais, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível, pois essa doença pode matar os peixes infectados num curtíssimo espaço de tempo.

No tratamento devemos elevar a temperatura do aquário por alguns dias e usar uma combinação de fungicidas de largo espectro e parasiticidas, ambos encontrados nas lojas de aquarismo



P

PARASITA DO DISCO

É um protozoário  presente no intestino nas espécies de Disco. Dissemina-se lentamente para outros peixes. Sinais: causa doença inflamatória intestinal. O parasita é detectado pelo exame microscópico do animal sacrificado.

TRATAMENTO: Metronidazol pode ser  eficaz.

PROTOZOÁRIOS

EXCESSO DE MUCOSIDADE NA PELE

Causada por vários protozoários parasitas, como por exemplo Ichthyobodo/Costia, Trichodina e Chilodonella. Provoca a perda do apetite e aparecimento de manchas esbranquiçadas na pele dos peixes, como se fosse um muco branco, normalmente mais visível nas áreas de pigmentação escura.

No tratamento, devemos utilizar um parasiticida.

 

"DOENÇA DO BURACO NA CABEÇA"

Causada pelo protozoário flagelado Hexamita, e que como o próprio nome já diz, causa o aparecimento de pequenas ulcerações na cabeça dos peixes, especialmente nos ciclídeos (acarás disco e acarás bandeira). É uma doença com baixo grau de contaminação e de morte.

No tratamento, devemos utilizar rações medicadas e medicamentos a base de Dimetridazole e Metronidazole.



S

STRESS

O stress é a  reação fisiológica que um animal trata de manter ou restabelecer seu metabolismo normal frente a agentes externos. As reações de stress são geralmente por reações hormonais e nervosas. O stress esta ligado diretamente as condições de ambiente,  resistência, adaptação, e fase de agonia quando o peixe não tiver adaptação.  O stress e suas reações desencadeiam uma série de reações químicas no peixe.

As causas mais comuns de afetar o peixe ao stress são: Compostos Nitrogenados,Temperatura, Ph, Dh incorreto ao peixe. Transporte, sustos excessivos ao animal. Alimentação pobre em vitaminas e nutrientes, pois podem perder a resistência da noite para o dia, o que era tolerável pode se transformar em stress. O espaço mínimo para o peixe viver. As moléstias de outras espécies. Condições gerais da água. Idade do Peixe.

O stress determina uma queda na imunidade,  fazendo que haja  aparecimento de infecções oportunistas. Quase toda a alteração de comportamento habitual do peixe é sinal de "stress" . Cada espécie reage de forma distinta ao "stress", uns ficam na superfície, outros preferem a profundidade, outros nadam sem parar, enquanto outros ficam parados. Mas de modo geral descreveremos alguns sinais mais comumente observados: o peixe sobe a superfície na tentativa de conseguir mais oxigênio,  boquejamento, observamos esse comportamento nas condições de baixa de Oxigênio, nas intoxicações da água por compostos nitrogenados e nas doenças que acometem as guelras. Outro sinal observado é que, o peixe não se alimenta ou se alimenta muito pouco. Alguns peixes sob "stress" ficam tímidos e se escondem. Se o peixe apresenta  nadadeiras roídas ou feridas sobre o corpo, poderá estar sendo alvo de agressores maiores. E também sabemos bem que o "stress" da mesma forma que desencadeia doenças, é desencadeado na vigência desta. Portanto a maioria das doenças tanto químicas como infectoparasitárias desencadeiam "stress" no peixe. Teremos que saber dosar todos estes fatores e programar a inserção de espécies, assim como , cuidar da qualidade da água, da alimentação e de todas as condições do sistema para que não haja o stress e futuras doenças e mortes.



T

TUBERCULOSE

Esta doença é simplesmente uma das mais temidas, pode acabar com um aquário inteiro caso não diagnosticado rapidamente, o peixe fica magro, com falta de apetite, destruição das nadadeiras, deformação da coluna, nado obliquo, o peixe fica desgovernado, Até o momento não se tem cura, devemos sacrificar o peixe sem dó, pois a doença pode ser transmitida facilmente pela alimentação e pode-se correr o risco de perder o aquário.



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