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Revolução de 1930

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Revolução de 1930

O Dr. Washington Luís assumiu o poder em 15 de novembro de 1926. A tensão política logo se agravou quando ele recusou anistia aos revolucionários.

Em São Paulo, morrera o Presidente Carlos de Campos, sucedendo-lhe Júlio Prestes, que assumiu a presidência do Estado em 14 de junho de 1927. Antônio Carlos Ribeiro de Andrade, Presidente de Minas Gerais, resolveu seguir outra orientação; de conservador tornou-se liberal, deixando entrever sua ambição de chegar à presidência da República.

Era praxe antiga, quebrada apenas pela ascensão de Hermes da Fonseca e Epitácio Pessoa, São Paulo e Minas Gerais alternarem-se nas sucessões presidenciais. Pela ordem natural caberia desta feita a Minas Gerais fazer o Presidente da República. Washington Luís, entretanto, prestigiou Júlio Prestes, demonstrando antipatia pelo governante mineiro e aproximando-se dos gaúchos.

Os mineiros, por seu turno, procuraram apoio no Rio Grande do Sul, com o propósito de afastar o candidato paulista, mesmo que importasse na renúncia de Minas. De um entendimento entre o Secretário do Interior de Minas Gerais. Francisco Campos, e o líder da bancada gaúcha, João Neves da Fontoura, nasceu a Aliança Liberal, em 17 de junho de 1929, com a indicação dos nomes de Getúlio Vargas ou Borges de Medeiros para candidatos. O primeiro, evitando desgastar-se, procurou não estabelecer áreas de atrito com o poder central. Em duas cartas secretas a Washington Luís, uma de dezembro de 1928 e outra de maio de 1929, afirmou apoiar o governo. Mas, para a perplexidade de Washington Luís, Vargas aceitava, em julho de 1929, a sua candidatura à presidência pela Aliança, tendo João Pessoa, Presidente da Paraíba, como companheiro de chapa. Em 15 de agosto, a Comissão Executiva da Aliança Liberal lançou a candidatura Getúlio Vargas – João Pessoa.

Os tenentes revolucionários foram abordados pela ala radical da Aliança, onde figuravam, entre outros líderes, Virgílio de Melo Franco, João Neves da Fontoura e Flores da Cunha. No Rio Grande do Sul, Siqueira Campos aproximou Luís Carlos Prestes de Getúlio, que lhe ofereceu o comando revolucionário, garantindo apoio em dinheiro e armamento. Prestes não estava acreditando no movimento, achando-o "competição de oligarquias". As suas tendências para a esquerda causavam desconfianças.
O delegado Laudelino de Abreu detectou a conspiração em janeiro de 1930.

A rebelião crescia também nos meios políticos paulistas. Alguns oficiais revolucionários seguiram para São Paulo, conduzidos por Siqueira Campos e Djalma Dutra. A polícia paulista localizou-os em uma casa da rua Bueno de Andrade e esperou que saíssem. Ao se retirarem do referido prédio foram recebidos à bala. Siqueira Campos reagiu a tiros, conseguindo escapar. Djalma Dutra e Correa Leal foram presos, sendo remetidos para o Rio de Janeiro. Caio Brant estreitava as ligações com Minas Gerais. No Rio de Janeiro atuavam os conspiradores Tasso Tinoco, Eduardo Gomes, Delso Fonseca, Adir Guimarães e Cordeiro de Farias. No Nordeste, a conspiração também ia ganhando corpo.

A polícia apertou o cerco; a 11 de janeiro, Juarez Távora foi preso na Fortaleza de Santa Cruz. O Chefe de Polícia da capital. Dr. Pedro de Oliveira Sobrinho, acompanhava de perto os passos dos revolucionários e teve conhecimento de que Juarez planejava uma fuga. Mesmo assim ele conseguiu evadir-se (28 de fevereiro) com alguns companheiros. Miracema era o ponto de concentração de Estillac Leal e outros. Dezoito dias depois Juarez se juntaria a eles, após restabelecer-se de alguns ferimentos ocasionados pela fuga.

Aproximaram-se as eleições e as caravanas partiam para as campanhas eleitorais. A tônica dos discursos era a critica arrasadora à plataforma de Júlio Prestes e aos atos de intolerância do Presidente Washington Luís.

Com as manifestações, exasperavam-se os ânimos da população, João Neves, diante das reações do auditório do<<document.write("");-->








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