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Iluminismo

O que é iluminismo, o seu desenvolvimento e as consequências históricas.




Iluminismo

O progresso intelectual dos séculos XVII e XVIII deveu-se, antes, a fatores decorrentes dos principais movimentos econômicos e culturais da história européia desde o fim da Idade Média. As conquistas da filosofia e da ciência nesses séculos, juntamente com as novas atitudes que daí resultaram, constituem a Revolução Intelectual. Esta revolução teve um alcance bastante amplo e os seus resultados foram, talvez, mais significativos para a nossa geração atual.

Durante os séculos XV, XVI, XVII a burguesia associou-se à monarquia, como forma de desenvolver suas atividades comerciais. O capitalismo, sistema criado com a expansão das relações econômicas mais dinâmicas, nasceu no momento em que as monarquias nacionais começavam a se impor. Era o sistema econômico da burguesia, baseado principalmente na propriedade privada das ferramentas, das fábricas e das matérias-primas, ou seja, dos meios de produção, e havia se desenvolvido com a ajuda da monarquia absoluta e da política mercantilista.

Mas, com o tempo, o capitalismo e a burguesia “perceberam” que o absolutismo e o mercantilismo iam, pouco a pouco, representando um obstáculo a sua expansão. Isso porque a política mercantilista era rigidamente protecionista e as taxações acabavam atrapalhando a liberdade de negociar e de fabricar. Por essas razões havia uma tendência para eclodir uma crise entre a burguesia e o absolutismo do Antigo Regime.

A Revolução Intelectual

Talvez possamos dizer que a Revolução Intelectual teve uma tríplice paternidade: Descartes, Newton e Locke.
René Descartes (1596-1650), famoso francês que inaugurou o movimento filosófico dominante do século XVII, soldado de fortuna, matemático e físico, foi um inabalável defensor do racionalismo na filosofia. Não foi o primeiro expoente da razão como caminho do conhecimento, certamente, mas seu racionalismo diferia do pregado pela maioria dos pensadores que o precederam. Seu método foi o instrumento matemático da dedução pura. Consistia em partir de verdades ou axiomas simples e evidentes por si mesmos e depois raciocinar com base neles para chegar às conclusões particulares.

Descartes, acreditava ter encontrado um axioma de tal ordem no seu famoso princípio: “Penso, logo existo.”. Partindo daí, afirmava ser possível deduzir um conjunto perfeitamente lógico de conhecimentos universais. Em seu livro ‘Discurso sobre o Método’, aponta os passos essenciais para atingir a verdade:

Mas Descartes não é importante apenas como pai do novo racionalismo; deve-se-lhe também, em parte, a introdução do conceito de um universo mecanicista. Ensinava que todo o mundo material pode ser definido em função da extensão e do movimento. “Dai-me a extensão e o movimento”, afirmou certa vez, atrevidamente, “e construirei o universo.”. Dos seus vários ensinamentos, o novo racionalismo e o mecanicismo foram, indubitavelmente, os que tiveram mais influência. E seus princípios cartesianos foram adotados de uma forma ou de outra, pela maioria dos filósofos do século XVII, seus mais notáveis sucessores intelectuais foram o judeu holandês Benedito (ou Baruch) Spinoza e o inglês Thomas Hobbes.

Spinoza colocou a razão como toda a fonte do conhecimento, rejeitando qualquer tipo de revelação. Desenvolveu sua filosofia incorporando o racionalismo e o mecanicismo, mas não o dualismo de Descartes.Viveu na Holanda depois de ter sido expulso da sinagoga por criticar certos dogmas da fé judaica. Suas críticas baseavam-se na idéia de que só existe uma substância essencial no universo, da qual o espírito e a matéria não passam de aspectos diferentes. Essa substância única é Deus, que se identifica com a própria Natureza: puro panteísmo, mas se baseava na razão e não na fé. Por isso era perseguido por todas as correntes religiosas.

Hobbes concordava com os seus dois contemporâneos na crença do único meio de busca da verdade filosófica. Porém<<document.write("");-->








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