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O Tatu- bola toma uma atitude muito simples para se defender: enrola-se como se fosse uma bola, daí vem o seu nome popular. Esse método é possível, pois o animal apresenta uma carapaça articulada, permitindo assim que ele fique como se fosse uma pequena bola.
Como não é tão bom para cavar como outras espécies de tatus, geralmente utiliza os buracos feitos por outros animais para se esconder. Quando não consegue fugir de seus predadores, torna-se uma bola.
O bicho mede cerca de 50 centímetros de comprimento. Costuma se alimentar de cupins, formigas, larvas de insetos e frutas.
O tatu-bola é tido como raro, por ainda ser muito caçado. Os poucos exemplares podem ser encontrados no Mato Grosso, Pernambuco, Alagoas, Paraíba e algumas regiões próximas, além de alguns locais da Argentina e Bolívia.
Além da caça, outro fator agravante é a reprodução desse animal, normalmente nasce apenas um filhote por gestação que dura cerca de 4 meses.
Cães se reconhecem cheirando a “traseira” do outro
Quem tem cachorro já deve ter reparado. Pode até parecer uma atitude estranha e um pouco embaraçosa, mas quando ele sai para passear e encontra seus amiguinhos, uma das primeiras coisas que ele faz é cheirar a “traseira” do outro animal. Mas qual é a razão para eles terem essa atitude?
O cachorro possui duas glândulas próximas do ânus que liberam um odor que é responsável pelo reconhecimento entre os bichos. Ou seja, esse costume seria uma espécie de “olá” por parte dos cães.
Também através do odor, o seu pet pode perceber medo, alegria e demais sentimentos dos outros animais.
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