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Governo prorroga redução no ipi em carros por mais 3 meses
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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou na manhã desta segunda-feira a prorrogação dos cortes do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos, eletrodomésticos, material de construção e bens de capital. O PIS e a Cofins sobre o pão e a farinha de trigo também ficarão reduzidos, e a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) foi cortada de 6,25% para 6% (veja tabelas ao final deste texto).
A prorrogação do corte de IPI para veículos é acompanhada de um acordo com as empresas para não demitirem seus funcionários durante o período de vigência das medidas. O custo estimado pelo governo é de R$ 3,342 bilhões.
As medidas tentam aquecer a economia para enfrentar a crise global. O IPI para carros, cuja redução acabaria amanhã, fica diminuído por mais três meses, até setembro. Em outubro, novembro e dezembro, volta gradualmente.
A redução na chamada linha branca, de eletrodomésticos, como geladeira e fogão, que teria corte de IPI até 15 de julho, foi prorrogada por três meses e meio. A isenção ficará valendo até 31 de outubro (veja os produtos e as alíquotas no quadro ao lado).
Os cortes para material de construção foram prorrogados por mais tempo -seis meses, até o fim do ano. Foram incluídos os vergalhões, que não estava na lista original de desconto de imposto.
Os bens de capital (máquinas e equipamentos para produção) tiveram uma lista ampliada com mais 70 itens com corte de IPI. Entraram itens como válvulas industriais e partes de aerogeradores (para energia eólica, que usa o vento).
A TJLP (usada nos financiamentos do BNDES para obras e empresas) foi cortada de 6,25% para 6%. A Cofins terá redução prorrogada por mais três meses.
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