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O sexo anal (também podendo ser referido como sodomia, embora esta palavra possa ser utilizada para outros actos sexuais não reprodutivos) é uma prática sexual que se caracteriza pela introdução do pênis no interior do ânus do parceiro sexual, seja ele mulher ou homem. Entre humanos, tal prática é tida como uma forma de se obter prazer durante a relação sexual para satisfação de um ou ambos os participantes. Segundo alguns especialistas, tal atividade não causa dano à elasticidade analcarece de fontes), tampouco doenças como hemorróidas1, mas essa opinião não é generalizada.
O sexo anal é uma via de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis sendo a mucosa anal muito mais permeável a agentes externos que a pele comum (ou mesmo a mucosa vaginal)23).
Índice esconder
1 Prática
2 Informações
3 Cuidados
4 Ligações externas
5 Referências
Prática
Cerâmica da Grécia Antiga representando uma prostituta a ser penetrada por um cliente (o dinheiro está no saco pendurado na parede). ca. 480-470 DC; depositado em uma coleção privada em Munique.
A região anal é uma das zonas erógenas mais sensíveis do corpo humano, por isso o ato pode, por si só, levar a pessoa penetrada ao orgasmo. Ainda que os estímulos que proporcionam o orgasmo não sejam inteiramente da ordem física/tátil, a prática pode ser altamente prazerosa.
Por não haver lubrificação natural na região do esfíncter anal, as primeiras experiências podem gerar dor e sangramentos, fatos que podem ser atenuados e até eliminados com o uso de substâncias lubrificantes próprias, a fim de facilitar a introdução do pênis, ou quaisquer outros objetos semelhantes. Alguns adeptos da prática do sexo anal afirmam que a preliminar anilingus é muito importante na preparação do ânus para receber o pênis, já que a mesma relaxa o esfíncter anal.
Informações
Alguns estudiosos dizem que o sexo anal na Grécia Antiga não apresentava um aspecto pecaminoso como na visão cristã, 470 DC; depositado na coleção do Museo Nacional de Tarquinia
O sexo anal é uma relação que normalmente traz prazer ao praticante ativo, já que a musculatura do ânus é mais apertada do que a da vagina e a pressão sobre o pénis é maior.
No praticante passivo, ou seja aquele cujo ânus está sendo penetrado, quer homem quer mulher, o prazer nem sempre é garantido porque, dada a complexidade da preparação prévia, muitos entusiastas acabam por atropelar o tempo necessário para o devido relaxamento da musculatura em questão, nomeadamente através de anilingus ou de outra qualquer actividade similar. Quando os cuidados adequados são devidamente atendidos, o prazer do praticante passivo pode ser alcançado, especialmente no homem pro-orgástico até, devido à repetida massagem da próstata através da parede do reto.
A prática da penetração anal pode envolver, em simultâneo, a estimulação do clítoris (quando o praticante passivo é uma mulher), ou do pénis (quando o praticante passivo é um homem), o que facilitaria o orgasmo.
Existe, porém, o receio popular de que a prática constante do sexo anal, ao longo de anos, possa afrouxar a musculatura do ânus; Entretanto, alguns estudos científicos de médicos e sexólogos não confirmam este receio a não ser em caso de intercurso com um pénis anormalmente grosso.
Cuidados
Homem romano com rapaz tendo sexo anal.
copo em prata, século I DC; Encontrado em Bittir, Palestina.
Sem as devidas precauções, para o homem que penetra, existe o perigo de entrada de fezes no canal da uretra, causando infecções que se estendem ao testículo, portanto recomenda-se a devida limpeza do cólon (enema) ou a utilização de um preservativo.
A limpeza do cólon através de enema tem, no entanto, os seus problemas: estudos indicam que tal prática danifica a mucosa anal tornando-a (ainda) mais permeável que o normal aumentando assim a possibilidade de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (em ambos os sentidos)carece de fontes).
No caso das mulheres podem, caso o sexo vaginal seja feito imediatamente após o anal, ocorrer infecções na vagina semelhantes (senão idênticas) às que podem ocorrer na uretra do homem, devido à incompatibilidade entre a flora bacteriana desta zona com a flora existente no ânus. Neste caso o preservativo utilizado para penetração anal não deve ser utilizado para penetração vaginal.
O preservativo é também recomendado para evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis.
Um método de prevenção de DST's é utilizar um preservativo para o sexo anal e em seguida substituí-lo por outro preservativo - também não usado. Desta maneira, a probabilidade da entrada de fezes no canal da uretra é praticamente nulo e a transmissão das fezes para outras partes do corpo, tal como a vagina e/ou boca.
Para evitar ou amenizar eventuais dores, é geralmente recomendada lubrificação feita com produtos adequados e dar o tempo necessário para o relaxamento dos músculos envolvidos.
Ligações externas
Dúvidas freqüentes sobre sexo anal (em português)
Referências
↑ http://www.terra.com.br/sexo/infograficos/sexoanal/duvidas_03.htm
↑ http://www.gmfa.org.uk/sex/howriskyis/fucking
↑ http://health.discovery.com/centers/sex/sexpedia/analsex.html
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