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Foi suplente do senador Mário Martins pelo extinto estado da Guanabara, prefeito da cidade do Rio de Janeiro por duas vezes pelo PDT e posteriormente governador do estado do Rio de Janeiro pelo PSDB.
Como advogado, defendeu presos políticos durante o Regime Militar de 1964. Presidiu o extinto BANERJ no início do primeiro governo de Leonel Brizola que o nomeou para ocupar a chefia municipal (na época os prefeitos das capitais eram indicados pelo governador). Em janeiro de 1985 passou o cargo para Saturnino Braga. Em 1986 concorreu ao Senado Federal, perdendo para Nelson Carneiro e Afonso Arinos.
Retornou à prefeitura em 1989, ao ser eleito nas eleições municipais de 1988. Em sua segunda gestão recuperou as finanças da prefeitura, que teve a falência decretada por seu antecessor. Reformou praças, vias públicas, escolas e hospitais e implementou o Rio-Orla, projeto urbanístico que consistiu na remodelação dos calçadões das avenidas litorâneas com a implantação de ciclovias. Por não conseguir indicar o seu aliado Luis Paulo Corrêa da Rocha como candidato do PDT a sua sucessão, deixou o partido e rompeu com Brizola.
Em 1993 se filiou ao PSDB junto com o seu grupo político. Pela legenda tucana venceu o pleito estadual de 1994, derrotando Anthony Garotinho. Como governador fez a Via Light, expandiu as linhas 1 e 2 do metrô, levando-o para Copacabana e Pavuna e privatizou uma série de empresas estatais como a CERJ (Companhia de Eletricidade do Estado do Rio de Janeiro), BANERJ (Banco do Estado do Rio de Janeiro), CODERTE, CEG (Companhia Estadual de Gás) e o próprio Metrô. Deixou o governo estadual em janeiro de 1999. Em 2002 sofreu um AVC que lhe deixou pequenas seqüelas. Isso porém não o impede de manter o controle do PSDB fluminense.
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