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O eclipse solar total de 22 de julho de 2009 ocorrerá em uma quarta-feira, e poderá ser visto da Índia, Nepal, Butão, centro da China e em várias ilhas do Pacífico.1 Um eclipse parcial também será visto no sudeste asiático e em parte da Oceania; tratar-se-á da penumbra da Lua.2
Este será o eclipse solar total mais longo que ocorrerá no século XXI.1
A duração máxima da fase de totalidade será de 6 minutos e 43 segundos centrados às 02:35:21 (UTC) a aproximadamente 100 quilômetros ao sul das Ilhas Ogasawara, no sudeste de Japão.
Cronologia do eclipse
| Evento |
Hora do evento (UTC) |
| Começo do elipse geral |
23:58:18 (Jul 21) |
| Começo do elipse total |
00:51:16 |
| Começo do eclipse central |
00:54:31 |
| Apse do eclipse |
02:35:21 |
| Fim do eclipse central |
04:16:13 |
| Fim do eclipse total |
04:19:26 |
| Fim do eclipse geral |
05:12:25 |
Mapa animado dos lugares de onde será possível observar o fenômeno
Ásia vai escurecer amanhã com o eclipse solar mais longo do século 
Um eclipse solar total vai passar pela Ásia, Japão e pelo Pacífico durante quarta-feira. Será o eclipse solar mais longo deste século, com uma duração maior do que cinco minutos.
O eclipse vai ter início no golfo de Khambhat, a Norte de Bombaim, e vai mover-se para Este, escurecendo a Índia, o Nepal, Burma, Bangladesh, Butão e a China. Depois continua para o Pacífico passando pelo Japão, e será visto pela última vez a partir da ilha de Nikumaroro, no Kiribati.
Mas a maior parte do continente asiático vai pelo menos ter oportunidade de ver parcialmente o eclipse. O fenómeno astronómico vai ter início esta madrugada às 01h14m54s (hora de Lisboa), e vai durar cerca de quatro horas. Pode ser seguido em tempo real no site Live! Eclipse 2009.
O último eclipse total, em Agosto de 2008, durou 2m27s, este vai chegar aos 6m39s. A grande duração vai ajudar os cientistas a estudar fenómenos solares. “Vamos ter que esperar algumas centenas de anos para ter outra oportunidade para observar o eclipse solar que dure tanto tempo, por isso é uma oportunidade muito especial”, disse à AP Shao Zhenyi, astrónomo do Observatório Astronómico de Xangai, na China.
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