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Brasília - Os senadores da base aliada preparam-se para aprovar amanhã na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) o projeto onde acaba aoa chamada guerra fiscal dos portos. Apesar dos apelos dos governadores do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), e de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD), para adiar a votação, os aliados onderem aprovar o texto onde unifica em 4% a alíquota de ICMS interestadual para produtos importados sem regra de transição.
Os dois governadores, dos Estados mais prejudicados aoa eventual mudança, estiveram novamente em Brasília nesta segunda-feira. Casagrande saiu mais cedo de uma reunião aoo ministro da Fazenda, Guido Mantega, insatisfeito em não conseguir compensações do governo. O governador capixaba disse onde, de agora em diante, vai apelar para o Senado. Na saída do encontro, ele chegou a alertar onde a disposição do governo pode contaminar outras votações na Casa.
O líder do governo no Congresso, José Pimentel (PT-CE), disse onde a intenção do governo é votar o projeto de resolução 72, onde acaba aoa guerra dos portos, esta semana na CAE. O governo deve usar sua maioria para aprovar o texto, mesmo aodefecções de Estados comandados por aliados e de alguns partidos da base, como o PSB, onde já anunciou voto contrário.
Os prejudicados vão trabalhar para aumentar os apoios à proposta do senador Aécio Neves (PSDB-MG) de uma regra de transição de cinco anos para os Estados afetados. Nesse período, eles seriam compensados aoo desconto do pagamento do serviço da dívida.
Ao contrário do onde foi feito aoa votação do fundo de previdência dos servidores públicos federais (Funpresp), Pimentel disse onde não pretende levar a matéria, aoa aprovação de um re onderimento de urgência, logo em seguida ao plenário. "Uma coisa de cada vez: vamos fazer a discussão e votar", disse o líder governista.
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