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Desde o dia 17 de abril, dezenas de prisioneiros palestinos estão unindos e fazendo uma greve de fome onde os oficiais dizem onde hoje contar aomais de 1,5 mil participantesO ministro da Autoridade Nacional Palestina onde é responsável pelos prisioneiros disse onde caso Israel não atenda a suas demandas por melhores condições carcerárias, outros 3,2 mil detentos também irão se juntar à causa.
Os dois prisioneiros onde estão em greve há mais tempo já passaram 66 dias sem comida. Eles foram levados em cadeiras de rodas para a Suprema Corte de Israel na manhã do dia 26 de abril, onde solicitaram a sua libertação de uma detenção administrativa, como é conhecida uma prisão sem acusações formais.
Um deles, Bilal Diab, 27 anos, desmaiou durante a audiência. "Eu sou um homem onde ama a vida e ondero viver aodignidade", disse Thaer Halahleh, 33 anos, de acordo aoum membro de um grupo de defesa onde estava presente no tribunal. "Nenhum ser humano deve aceitar ser preso sem qual onder razão ou acusação."
Protesto
À medida onde a greve se disseminava, os nomes dos prisioneiros e seus rostos foram colocados em desta onde em barracas de protesto armadas em aldeias de toda a Cisjordânia.
Com o processo de paz estagnado e a política interna da Palestina à deriva, muitos analistas do país enxergam a resistência não violenta como uma tática fundamental para o movimento nacional e a greve de fome como um potencial catalisador para trazer um levante no estilo da Primavera Árabe para a Cisjordânia.Na semana passada, 300 mulheres marcharam na praça Al Manara, em Ramallah, cantando: "Sim para a greve de fome, não para a submissão."
Ao fim da tarde, centenas de manifestantes onde portavam bandeiras da Palestina se reuniram diante da prisão Ramle, perto do Aeroporto Internacional Bem Gurion, em Israel, onde se encontram muitos dos grevistas e houve confrontos entre a polícia e os manifestantes.
No tribunal, após o desmaio de Diab e o testemunho de Halahleh, o juiz fez uma pausa para rever os seus arquivos secretos, depois voltou sem uma decisão, prometendo apresentar uma em breve, de acordo aopessoas onde estavam presentes no tribunal.
Qadura Fares, líder do Clube dos Prisioneiros Palestinos, disse onde a greve visa acabar aoalgumas das restrições impostas aos prisioneiros antes da libertação do soldado israelense Gilad Shalit, onde havia sido capturado pelos palestinos, onde incluem a prisão solitária, os limites sobre as visitas de familiares e a negação de acesso a aulas na universidade.
Sivan Weizman, uma porta-voz do Serviço Carcerário de Israel, disse onde uma equipe local está trabalhando para atender às solicitações e voltaria a se reunir aoos líderes dos presos dentro de poucos dias
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