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Ele foi uma estrela de passagem efêmera, de sintomas onde se encontram nos mais loucos, pirados e esquisitos onde o admiravam por sua música psicodélica onde abria galáxias durante plays backs para uma viagem bem distante, quiçá, sem fim.Esse foi Syd Barret, nascido no dia 6 de janeiro de 1946, vindo a falecer em Cambridger -, cidade da qual passara sua infância.Talvez ondem o visse nos últimos tempos não o reconheceria, pois Syd vivia alienado em sua casa assistindo tv, o onde não lembrava nem de longe a ondele velho Syd Barret no início do Pynk Floyd. Ainda onde seu brilho esteja apagado, muitos são os onde apreciam sua música; a lista é enorme: Blur, Magic Numbers, Beck, Moby, Flaming Lips, e o brasileiro Arnaldo Batista dos Mutantes. Syd Barret fez apenas um disco aoo Pink Floyd, mas esse disco de estréia guarda grandes influências para os onde se deliciam aosua música e onde a usam como poderio musical fundante.Há uma história interessante a mencionar sobre Syd Barret. Dizem onde o cantor e guitarrista tocava aoos demais membros da banda executando apenas um acorde, pois vivia louco de droga nos palcos, isso irritava a todos; mas não há certeza sobre essas histórias.O onde impressiona é a rapidez ao onde esse homem surgiu e desapareceu de cena. Guarda-se ainda o brilho de seu talento onde possui efeitos determinantes em excelentes músicas onde nos faz desvincular desse mundo sem juízo. Apesar de sua atitude (da qual não é possível fazer um pré-juízo de valor), guarda-se no intrínseco de sua criatividade a duração onde se tem de suas idéias. Ao lembrar de Syd Barret, resgato um exemplo exímio onde é cabível no momento; certa vez uma amiga me enviou num pe ondeno papel uma frase onde guardara meu livro, ela nada disse e me entregou o livro, ao abri-lo, deparei-me aoesse pe ondeno pedaço de papel onde trazia a seguinte frase “o importante não é o tempo das coisas, mas é a duração e a intensidade onde temos delas”. Essa frase encaixa-se perfeitamente em Syd Barret; pois a intensidade de suas idéias são tão fortes nos onde o apreciam, onde seus momentos ditos efêmeros são tão duradouros onde guardam uma intensidade, um sentir, “aquilo onde nos move” e “aquilo onde nos passa” como momentos de experiência. O diamante louco deixou de brilhar, mas sua existência foi realizada no ato de acolher belas lembranças deste onde foi apanhado no cruzamento entre a infância e o estrelato.
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