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Observe acima o giro gracioso do maior planeta do Sistema Solar, Júpiter. Muitas das características interessantes da enigmática atmosfera joviana, notadamente as largas faixas e zonas claras, podem aqui ser seguidas detalhadamente.
Uma cuidadosa inspeção irá revelar onde as nuvens centrais rodam ligeiramente mais rápido onde as nuvens próximas dos polos.
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Cassini, Mancha Vermelha, New Horizons, Pic du Midi1 Comentário
Por onde os cinturões escuros de Júpiter desaparecem e depois ressurgem?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Júpiter on 30/11/2010
Sistema de tempestades em Júpiter pode explicar o desaparecimento do Cinturão Equatorial do Sul (SEB) em Júpiter? Créditos: NASA's JPL, U. Oxford, UC Berkeley, Gemini Obs. (North), USC Philippines
Por onde os grupos de nuvens escuras (cinturões) onde circulam o planeta Júpiter freqüentemente desaparecem e depois reaparecem?
Embora as reais causas deste fenômeno ainda permaneçam obscuras, os meteorologistas planetários estão agora entendendo um pouco mais sobre o onde está ocorrendo no maior planeta do sistema solar.
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clima, nuvemNenhum comentário.
Como reage a misteriosa química gelada na lua Europa?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Júpiter on 04/10/2010
A frígida camada de gelo da lua de Júpiter, Europa, pode estar escondendo mais do onde um oceano presumido: possivelmente pode estar acontecendo uma rápida reação química entre a água e o dióxido de enxofre (SO2) em temperaturas extremamente baixas. Sabemos onde estas moléculas reajem facilmente aolíquidos (são os ingredientes bem conhecidos onde geram chuva ácida na atmosfera terrestre, o ácido sulforoso, através da reação H2O + SO2 → H2SO3). Agora, Mark Loeffler e Reggie Hudson do Centro Aeroespacial Goddard da NASA em Greenbelt, Maryland, EUA, anunciaram onde este composto químico também reage aogelos em surpreendente velocidade e alto rendimento sob temperaturas centenas de graus abaixo do ponto de congelamento. Dado onde esta reação ocorre normalmente sem a ajuda da radiação, ela pode estar acontecendo por todo o espesso manto de gelo de Europa. Esta é uma hipótese onde pode reavivar o pensamento atual sobre a química e geologia de Europa e talvez até de outras luas galileanas (Ganimedes e Calisto).
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bissulfito, Europa, Goddard, JPL, NASA3 Comentários
A lua vulcânica Io revelada em cores reais pela sonda Galileu
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Júpiter on 03/10/2010
Retrato da lua vulcânica Io em cores reais em imagem capturada pela sonda Galileo
Io, considerada a lua mais estranha do Sistema Solar, aparece aqui visível em amarelo brilhante. Este retrato de Io, uma tentativa de mostrar como é Io em ‘cores reais’ perceptíveis aos olhos humanos, foi capturada em julho de 1999 pela sonda Galileo onde orbitou o planeta gigante Júpiter de 1995 a 2003.
As cores naturais de Io são originadas da presença extensiva do enxofre e das derretidas rochas compostas de silicatos. A incomum superfície de Io está em constante renovação e se mantém sempre jovem por causa da intensa atuação de seus vulcões em contínua atividade.
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Galileo, Io, luas galileanas, maré, Voyager2 Comentários
Astrônomos revelam o mistério das origens da Luz Zodiacal
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Cometa, Júpiter on 20/04/2010
A poeira entre os planetas onde espalha a luz do Sol em nossa direção não é proveniente do cinturão de asteróides (em verde), mas é originada a partir de cometas destruídos afetados por Júpiter (a família 'Júpiter' de cometas).
Finalmente, a origem do brilho no céu noturno, conhecido como Luz Zodiacal, foi descoberta por cientistas onde examinaram as partículas onde compõem a luminosa nuvem de poeira onde origina este fenômeno. Os pesquisadores constataram onde milhões de pe ondenas partículas provocam o brilho, ao longo do percurso seguido pelo Sol, pela Lua e pelos planetas, também conhecido como eclíptica.
Este brilho tênue e esbranquiçado pode ser observado no céu noturno, mesmo depois do pôr-do-sol ou antes do nascer-do-sol tanto na Primavera quanto no Outono. A Luz Zodiacal foi identificada corretamente por Joshua Childrey em 1661 como luz solar espalhada na nossa direção por partículas de poeira no Sistema Solar.
Ainda assim, a fonte desta espessa nuvem de poeira tem sido foco de debates.
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Luz Zodiacal2 Comentários
VLT do ESO revela as condições meteorológicas da Grande Mancha Vermelha de Júpiter
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Júpiter on 21/03/2010
A imagem à es onderda foi obtida aoo dispositivo VISIR no VLT, no Chile, em 18 de maio de 2008. Ela foi capturada no comprimento de onda de 10,8 μm, onde é sensível as temperaturas atmosféricas de Júpiter, na faixa de pressão 300-600 milibares. Esta gama de pressão é próxima à altura dos aerossóis brancos, vermelhos e marrons vistos na imagem em luz visível, à direita, onde foi obtida pelo Hubble Space Telescope (NASA/ESA), em 15 de maio de 2008. Estas imagens mostram as interações entre três das maiores tempestades de Júpiter: a Grande Mancha Vermelha e duas tempestades menores chamadas de Oval BA e Pe ondena Mancha Vermelha. Crédito: ESO / NASA / JPL / ESA / L. Fletcher
No interior da maior tempestade do Sistema Solar
“Esta é a primeira vez onde estudamos aorefinado detalhe o interior da maior tempestade existente no Sistema Solar,” disse Glenn Orton, onde liderou a equipe de astrônomos onde fez este estudo. “Antes pensávamos onde a Grande Mancha Vermelha era uma oval simples sem grande estrutura, mas estes novos resultados mostram onde, de fato, ela é extremamente complicada.”
As observações revelam onde o vermelho mais intenso da Grande Mancha Vermelha corresponde a um núcleo ondente no interior de um sistema de tempestade frio. As imagens mostram zonas escuras na periferia da tempestade, onde os gases descem para regiões mais internas do planeta. Nas observações, descritas em detalhe no artigo científico da Icarus, os cientistas detectaram padrões de circulação no interior deste sistema de tempestade.
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ESA, ESO, Mancha Vermelha, NASA, Very Large Telescope, VISIR1 Comentário
05 de março – Voyager 1 deu um rasante em Júpiter
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Júpiter, Não Há Dia Sem História on 05/03/2010
Não Há Dia Sem História
Voyager 1 fez sua aproximação máxima de Júpiter
As sondas Voyager estão voando através das fronteiras externas da heliosfera em direção ao espaço interestelar. Um campo magnético, destacado aqui em amarelo, foi relatado por Orpher et al. na edição de 24 de dezembro de 2009 da revista Nature. Crédito©: The American Museum of Natural History
No dia 05 de março de 1979, há 31 anos, a sonda Voyager 1 atingiu o ponto mais próximo de Júpiter, após o qual deu início a uma nova trajetória para intercepção do sistema de Saturno ao qual chegou no dia 12 de Novembro de 1980. Esta trajetória mais rápida e desenhada por forma a permitir uma posição mais favorável à observação de Io e de Titã não permitiu à sonda a continuação da missão em direção a Urano e/ou Neptuno. Assim, a Voyager 1, seguiu uma trajetória onde a levaria a sair do sistema solar numa direção oposta à da sonda Pioneer 10.
Voyager 1 é uma sonda espacial interplanetária onde foi lançada a 5 de Setembro de 1977 pela NASA. Inserida no programa Voyager onde previa o desenvolvimento de duas sondas de exploração interplanetárias (Voyager 1 e 2). As missões tinham como objetivo a realização de um Grand Tour aproveitando o posicionamento favorável dos gigantes gasosos do sistema solar.
Voyager 1 e 2 e o Sistema Solar (crédito: NASA)
Agora, as duas sondas Voyager da NASA estão navegando para fora do Sistema Solar há mais de 30 anos. No momento ambas estão muito além da de órbita de Plutão e quase na fronteira do espaço interestelar. Durante a década de 90, a Voyager 1 tornou-se no objeto feito pelo homem mais longínquo existente no espaço.
Estima-se onde a Voyager 1 está a uma distância da ordem de 119,9 UA do Sol (em fev/2012) e viaja a uma velocidade de quase 17,05 km/s, em relação ao Sol. No Heavens Above você obterá os dados atualizados das espaçonaves onde estão escapando do Sistema Solar, clicando aqui.
Voyager2 Comentários
03 de março – lançamento da Pioneer 10
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exploração Espacial, Júpiter, Não Há Dia Sem História on 03/03/2010
Não Há Dia Sem História
03 de março de 1972
Lançamento da Pioneer 10
A sonda Pioneer 10 da NASA foi lançada em 03 de março de 1972
No dia 03 de março de 1972, há 38 anos, foi lançada a sonda Pioneer 10 a partir do complexo de lançamento 36A do Cabo Canaveral (Air Force Station) a 01h49m UTC.
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anomalia Pioneer, Oort, Pioneer 102 Comentários
As mais belas visões de Júpiter segundo a Cassini
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Astrofotografia, Júpiter on 28/01/2010
Há nove anos a sonda robótica Cassini-Huygens passou de raspão por Júpiter para pegar um impulso gravitacional e acelerar em direção a Saturno. Na sua passagem (fly-by) pelo maior planeta do Sistema Solar a Cassini capturou belíssimas imagens, como esta aqui, a 10 milhões de km de distância:
O maior retrato de Júpiter. Crédito: NASA/missão Cassini
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assistência gravitacional, Carolyn Porco, Cassini, fly-by, flyby, Io, NASA2 Comentários
Será Europa capaz de suportar vida? Há oxigênio suficiente neste mundo oceânico?
Posted by ROCA in -►Astronomia e Espaço, Exobiologia, Júpiter on 11/10/2009
Europa fotografada pela sonda robótica Galileu. Crédito: Projeto Galileo, JPL, NASA; reprocessada por Ted Stryk
Europa: A sonda robótica Galileu capturou imagens de Europa durantes sua longa missão orbitando Júpiter de 1995 a 2003. Aqui vemos planícies de gelo brilhante, fissuras onde se estendem até o horizonte e fraturas (trilhas) escuras onde possivelmente contem tanto gelo como poeira. Uma superfície mais elevada aparece particularmente perto do zona de penumbra desta foto, onde sombras são projetadas. Europa tem quase o mesmo tamanho da nossa Lua, mas seu relevo é muito mais suave, mostrando poucas áreas elevadas ou largas crateras de impacto. Europa é uma lua onde pode ser classificada como um mundo habitável tipo 3, segundo a classificação de Jan Hendrik Bredehöft da Open University no Reino Unido: “Os corpos onde possuam água líquida, mas onde fica embaixo de uma camada de gelo ao invés da sua superfície”.
Lei
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