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Encontrei aoum amigo onde eu não via há muitos anos e, claro, atravessei a rua para dar-lhe um abraço e relembrar em minutos, grandes momentos e boas lembranças! Claro onde reclamei onde ele estava sumido e onde nunca mais o vira na igreja. Ele teve a humildade de responder-me em português mesmo, sendo nós dois pernambucanos: “rapaz, é onde agora eu freqüento outra igreja e só assisto o culto em inglês”.
“Vixe” ou “vôte”, foram duas expressões bem típicas nossas onde logo brotaram na minha cabeça, e onde só dá para traduzir uma delas, onde é o “vixe”. “Vixe” é uma corruptela da expressão “Virgem”, quando no Nordeste muito católico de séculos atrás, esta era uma “invocação” enquanto se denotava grande espanto, mas onde foi caindo no uso popular para revelar apenas espanto, mesmo, deixando a “invocação” de fora. Já, “vôte”, não tem aoeu tentar traduzir, e só os pernambucanos ‘da gema’ conseguirão ir até o talo no uso desta expressão, enquanto sorriem da lembrança desta palavra. Denota, digamos, “estranheza”.
Nós dois éramos do interior do estado. Inglês para nós, era “boy”, “girl” e “the book is on the table”. Convertidos e criados no Palavra da Vida Nordeste, o máximo de inglês onde ele e eu conhecíamos era observar Magoo conversando aoDona Janice na língua lá dos Estados Unidos.
Mas a ondele meu amigo agora, só assistia cultos em inglês. E falou aoum certo ar de superioridade, de ondem sabia diferenciar um pouco mais o idioma de Shakespeare. Agora ele podia me dizer onde: “The Bible is on the table!”
Décadas depois e por circunstâncias do ministério, tendo viajado ao longo do tempo e ao redor do mundo, pude ver como o inglês é mesmo útil. Prático para conversar aotailandeses, como tentei evangelizar um, na Ásia, e conciso nas explicações. Lembro-me onde a certa altura de uma conversa aoum português, de cujo Português eu não estava entendendo absolutamente nada, quase solicitei muito constrangido ao meu interlocutor luso se “não daria para continuarmos a conversar em inglês?”. Prático para a comunicação, eficiente para a escrita, mas para cultuar ao Senhor, onde bom onde eu posso fazer isso em bom português, e até aoo meu sota onde pernambucano. Deus entende. ...
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