O Brasil é um país religiosamente diverso, com tendência de tolerância e mobilidade entre as religiões. A população brasileira é majoritariamente cristã (89%), sendo sua maior parte católica. Herança da colonização portuguesa, o catolicismo foi a religião oficial do Estado até a Constituição Republicana de 1891.
A mão-de-obra escrava, vinda principalmente da África, trouxe suas próprias práticas religiosas, que sobreviveram à opressão dos colonizadores, dando origem às religiões afro-brasileiras.
Na segunda metade do século XIX, começa a ser divulgado o espiritismo no Brasil, que hoje é o país com maior número de espíritas no mundo. Nas últimas décadas, as religiões protestantes têm crescido bastante em número de adeptos, alcançando parcela bastante significativa da população. Do mesmo modo, aumenta o percentual daqueles que declaram não ter religião, grupo superado em número apenas pelos católicos e protestantes.
Muitos praticantes das religiões afro-brasileiras, assim como alguns simpatizantes do espiritismo, também se denominam "católicos", e seguem alguns ritos da Igreja Católica. Esse tipo de tolerância com o sincretismo é um traço histórico peculiar da religiosidade no país.
Seguem as descrições das principais correntes religiosas brasileiras, ordenadas pela porcentagem de integrantes de acordo com o recenseamento demográfico do IBGE em 2000.
A principal religião do Brasil, desde o século XVI, tem sido o catolicismo romano. Ela foi introduzida por missionários que acompanharam os exploradores e colonizadores portugueses nas terras do país recém-descoberto. O Brasil é considerado o maior país do mundo em número de católicos nominais, com aproximadamente 73,8% da população brasileira declarando-se católica, de acordo com o IBGE. Porém, sua hegemonia deve ser relativizada devido ao grande sincretismo religioso existente no país, e grande número de "católicos não-praticantes".
Entre as tradições populares do catolicismo no Brasil estão as peregrinações à Igreja de Nossa Senhora Aparecida, no lugar onde a santa teria feito sua aparição na cidade de Aparecida, Estado de São Paulo, localizada a 168 km da capital. Nossa Senhora Aparecida acabou por tornar-se a Padroeira do Brasil. Outras festas católicas importantes são o Círio de Nazaré, em Belém do Pará, e a Festa do Divino, no Brasil central, além das romarias de Juazeiro do Norte e Bom Jesus da Lapa.
No transcorrer do século XX, foi perceptível uma diminuição no interesse pelas formas tradicionais de religiosidade no país. Um reflexo disso é o aparecimento de grande número de pessoas que se intitulam católicos não-praticantes. Esses católicos, muitas vezes, discordam dos ensinamentos morais da Igreja Católica, que não estão em harmonia com tendências do mundo contemporâneo como o relativismo moral e a liberalidade sexual. Estima-se que somente 20% da população brasileira freqüente a missa.
Na hierarquia católica brasileira, estão presentes hoje três vertentes principais: o clero tradicionalista, mais conservador e defensor da ortodoxia; os remanescentes da Teologia da Libertação, que, desde a década de 1970, têm formado uma espécie de esquerda eclesiástica; e os adeptos da Renovação Carismática, o movimento mais recente e vigoroso dentro da Igreja Católica.
A Renovação Carismática Católica (RCC) chegou ao Brasil no começo dos anos 1970, e ganhou força em meados dos anos 1990. O movimento busca dar uma nova abordagem à evangelização e renovar algumas práticas do misticismo católico, incentivando uma experiência pessoal com Deus através do Espírito Santo. Assemelha-se em certos aspectos às Igrejas Pentecostais, como no uso dos dons do Espírito Santo, na adoção de posturas que poderiam ser rotuladas como fundamentalistas e numa maior rejeição ao sincretismo religioso por parte de seus integrantes.
Com forte presença leiga, a RCC responde hoje por grande parte dos católicos praticantes do país. Uma das comunidades carismáticas mais conhecidas é a Canção Nova que possui um canal de televisão mantido por doações e é presidida pelo Padre Jonas Abib. Outro ícone da RCC no Brasil é o Padre Marcelo Rossi, fenômeno de mídia e cultura de massas que surgiu no final da década de 90, cantando e fazendo coreografias tanto em programas de televisão quanto em missas, propondo-se a pregar a mensagem de Cristo conforme ensinada pela Igreja Católica.
Convém destacar que apesar do catolicismo, como segmento religioso, ser bastante homogêneo, há algumas dissidências como a Igreja Católica Apóstolica do Brasil, fundada nos anos 40.
Protestantismo
O Protestantismo é o segundo maior segmento religioso do Brasil com, aproximadamente, 26,2 milhões de pessoas (15,4% da população), segundo o último Censo do IBGE, em 2000. 1. O protestantismo caracteriza-se pela grande diversidade denominacional, livre interpretação da Bíblia, e nenhuma instituição, concílio ou convenção geral que agregue e represente os protestantes como um todo. Cada denominação religiosa protestante tem plena autonomia administrativa, e eclesiástica, em relação as outras igrejas congêneres, sendo, portanto uma agremiação religiosa independente. Na opinião de alguns protestantes, não se pode considerar cada igreja protestante (ou evangélica) como uma religião independente, porque, apesar de cada igreja ter seus próprios estatutos, convenções e doutrinas específicas, são variações que se mantém dentro do âmbito das 95 teses teológicas de Lutero. Por conseguinte, se trataria de uma mesma religião cristã, em correntes internas e variadas (como acontece com as grandes religiões do mundo, tais como o judaismo, o budismo e o islamismo que têm, todas elas, várias vertentes internas e variações). Porém, tal opinião não é consensual tanto entre os teólogos, como entre os fiéis leigos, pois uma análise detalhada de tais igrejas revela grandes antagonismos ideológicos entre eles. Além disso, muitas denominações protestantes, sobretudo as neopentecostais, não fazem menção às teses de Lutero, dando maior enfase ao "cristianismo primitivo". Isto quer dizer, que o protestantismo é extensamente diverso, não comportando definições homogêneas, o que pode gerar confusões e equívocos. Pode-se dizer, entretanto, que cada igreja protestante é uma igreja autônoma, com suas próprias ênfases teológicas, sua hierarquia e organização eclesiástica, mas pertencentes a um mesmo movimento religioso interno ao cristianismo que começou com a Reforma Protestante de Martinho Lutero em 1517. A maioria das denominações religiosas protestantes mantêm relações fraternais umas com as outras, em razão de um crescente ecumenismo, e também por entenderem que pertencem a um mesmo ramo do cristianismo, baseado nos mesmos princípios teológicos gerais expressos na Bíblia.
As primeiras igrejas chegaram quando, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil e a abertura dos portos a nações amigas por meio do Tratado de Comércio e Navegação, comerciantes ingleses estabeleceram a Igreja Anglicana no país, em 1811. Seguiu-se a implantação de outras igrejas de imigração: alemães trouxeram a Igreja Luterana, em 1824, e também a Igreja Adventista, em 1890, e imigrantes americanos trouxeram as Igrejas Batista e Metodista. Mais tarde, missionários trouxeram as Igrejas Congregacional e Presbiteriana, agora voltadas ao público brasileiro.
Em 1910, o Brasil receberia o pentecostalismo, com a chegada da Congregação Cristã no Brasil e da Assembléia de Deus. A partir de 1950, o pentecostalismo transformou-se com a influência de movimentos de cura divina que geraram diferentes denominações, tais como a Igreja Evangélica Pentecostal O Brasil Para Cristo e a Igreja do Evangelho Quadrangular. Nessa época, algumas denominações protestantes que eram tradicionais adicionaram o fervor pentecostal, como exemplo, a Igreja Cristã Maranata, a Convenção Batista Nacional e a Igreja Presbiteriana Renovada.
Na década de 1970, surgiu o movimento neopentecostal, com igrejas mais secularizadas, padrões morais menos rígidos, e ênfase na teologia da prosperidade, como a Igreja Universal do Reino de Deus. A partir dos anos 1980, surgiram igrejas neopentecostais com foco nas classes média e alta, trazendo um discurso ainda mais liberal quanto aos costumes e menos ênfase nas manifestações pentecostais. Dentre essas igrejas se destacam a Igreja Renascer em Cristo e a Igreja Evangélica Cristo Vive.
Nas últimas décadas, o protestantismo, em especial o pentecostalismo, vêm ganhando muitos adeptos, sendo o segmento religioso com maior índice de crescimento. Vários fatores contribuem para isto, e qualquer análise superficial não trará uma conclusão satisfatória. Porém, pode-se dizer que os evangélicos, mesmo que de forma inconsciente, estão se aproveitando de um processo social mais amplo, no qual os tabus, os dogmas, e os valores tradicionais são cada vez mais questionados. Uma nova sociedade está se formando fruto de um processo de secularização e reestruturação sócio-política. Dentro deste novo contexto social, as pessoas procuram novos referenciais para responderem aos seus dilemas existenciais, e a Igreja Católica parece não estar antenada a essas mudanças.
Outro fator importante é o sucesso da musica gospel entre pessoas de várias classes sociais. Existe um mercado gigantesco que envolve diversos intérpretes (Aline Barros, Fernanda Brum, Kléber Lucas) e bandas (Diante do Trono, Toque no Altar, Oficina G3) que cantam músicas com letras baseadas nas mensagens bíblicas.
As igrejas pentecostais são as que mais crescem, mas também estão bem representadas as igrejas protestantes históricas. As maiores denominações religiosas protestantes em número de membros são a Assembléia de Deus, a Congregação Cristã no Brasil, a Igreja Batista, a Igreja Universal, a Igreja Luterana, e a Igreja Presbiteriana. A maioria das igrejas protestantes ou evangélicas estão presentes nos estados das regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, principalmente nas grandes capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia.
Sem vínculo institucional
Nos últimos anos, observa-se um sensível aumento daqueles que assumem, socialmente, não ter religião alguma. De acordo com o último Censo, por volta de 12,5 milhões de brasileiros (7,4% da população total) consideram-se ateus, agnósticos, ou declaram acr em um Deus sem estarem filiados a nenhuma religião específica. Cabe salientar que o IBGE, orgão oficial de pesquisas, não pergunta quem de fato é ateu, quem é agnóstico, e quem apenas não segue alguma religião preestabelecida, embora conserve a sua fé em algo transcendental, denominando todos estes grupos pelo termo "sem religião".
O Brasil, outrora um país católico por definição, passa por uma verdadeira metamorfose no tocante às suas praticas religiosas mais comuns. Nas grandes cidades, as ofertas religiosas são as mais variadas, e não se restringem ao catolicismo popular e ao pentecostalismo, pois as crenças espíritas, esotéricas, afro-brasileiras e até o budismo também se fazem presentes. Há uma diversidade religiosa nunca antes vista em nossa sociedade. Contudo, em meio a tantas opções cresce a desfiliação religiosa como uma alternativa viável em uma sociedade ainda presa a velhos preconceitos.
Dentre todo o espectro religioso, apenas os ditos católicos e evangélicos superam em número os que não estão vinculados a religião alguma. Em comparação, estima-se que a média mundial de não-religiosos é de 23,5% da população total2.
Espiritismo
O espiritismo é uma das religiões que mais tem crescido no Brasil. Em 2000, o Brasil concentrava 2,3 milhões de espíritas. Em 2005, estimava-se a existência de 10 milhões de espíritas no mundo inteiro (Encyclopaedia Britannica). Desse total, aproximadamente 3 milhões vivem no Brasil, fazendo dessa a maior nação espírita do planeta. Estima-se, porém, que o número de simpatizantes do espiritismo no Brasil gire em torno de 20 milhões.
Como doutrina filosófica, o espiritismo foi sistematizado pelo pedagogo francês Allan Kardec em O Livro dos Espíritos, publicado em 18 de abril de 1857. No Brasil, contudo, houve uma forte ressignificação das idéias espíritas, que foram carregadas de um viés muito mais religioso do que o existente na Europa. Foi dentro dessa perspectiva que o espiritismo foi amplamente divulgado no Brasil, ainda na segunda metade do século XIX, atraindo principalmente a classe média. Em setembro de 1865, em Salvador, Bahia, foi criado o "Grupo Familiar do Espiritismo", o primeiro Centro Espírita Brasileiro. Em 1873, fundou-se a "Sociedade de Estudos Espíritas", com o lema "Sem caridade não há salvação; sem caridade não há verdadeiro espírita". Esse grupo dedicou-se a traduzir para o português as obras de Kardec, como "O Livro dos Espíritos", "O Livro dos Médiuns", "O Evangelho Segundo o Espiritismo", "O Céu e o Inferno" e "A Gênese".
Foi nesse contexto que Adolfo Bezerra de Menezes aderiu à doutrina espírita, tornando-se um dos maiores expoentes do espiritismo do país. Bezerra de Menezes foi presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB) por duas gestões. A FEB foi fundada em janeiro de 1884, pelo Sr. Elias da Silva, com a finalidade de unificar o pensamento espírita no Brasil.
No dia 2 de abril de 1910, nasceu Francisco Cândido Xavier, conhecido simplesmente como Chico Xavier. Aos 5 anos de idade, Chico afirmou conversar com o espírito de sua mãe. Humanitário, o médium foi indicado duas vezes ao prêmio Nobel da Paz. Responsável direto pelo grande número de adeptos que a religião conseguiu no Brasil, Chico Xavier é reconhecido mundialmente pela comunidade espírita. Os mais de 400 livros psicografados por ele foram traduzidos em inúmeras línguas, entre elas o esperanto. Chico Xavier morreu em 30 de junho de 2002.
Religiões afro-brasileiras
Com a vinda dos escravos para o Brasil, seus costumes deram origem a diversas religiões, tais como o candomblé, que tem milhões de seguidores, principalmente entre a população negra, descendente de africanos. Estão concentradas em maior número nos grandes centros urbanos do Norte, como Pará e Maranhão, no Nordeste, Salvador, Recife, Piauí e Alagoas, no sudeste, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo, e no Rio Grande do Sul. Diferente do candomblé, que é a religião sobrevivente da África ocidental, há também a Umbanda, que representa o sincretismo religioso entre o catolicismo, espiritismo e os orixás africanos.
As chamadas Religiões Afro-Brasileiras: o candomblé que é dividido em várias nações, o batuque, o Xangô do Recife e o Xambá foram trazidas originalmente pelos escravos. Estes escravos cultuavam seu Deus, e as divindades chamadas Orixás, Voduns ou inkices com cantos e danças trazidos da África.
Estas religiões foram perseguidas, e acredita-se terem o poder para o bem e o mal. Hoje são consideradas como religiões legais no país, mas mesmo assim, muitos de seus seguidores preferem dizer que são "católicos" para evitar algum tipo de discriminação, principalmente na área profissional. Porém, aos poucos, vão sendo mais bem compreendidos.
Nas práticas atuais, os seguidores da umbanda deixam oferendas de alimentos, velas e flores em lugares públicos para os espíritos. Os terreiros de candomblé são discretos da vista geral, exceto em festas famosas, tais como a Festa de Iemanjá em todo o litoral brasileiro e Festa do Bonfim na Bahia. Estas religiões estão em todo o país.
O Brasil é bastante conhecido pelos ritmos alegres de sua música, como o Samba e a conhecida como MPB (música popular brasileira). Isto pode relacionar-se ao fato de que os antigos proprietários de escravos no Brasil permitiam que seus escravos continuassem sua tradição de tocar tambores (ao contrário dos proprietários de escravos dos Estados Unidos que temiam o uso dos tambores para comunicações).
Religião brasileira
A Umbanda é considerado por muitos uma religião nascida no Brasil em 15 de novembro de 1908 no Rio de Janeiro. Embora existam relatos de outras datas e locais de manifestação desta religião antes e durante este período (F. Rivas Neto, Lições Básicas de Umbanda - 1997, ISBN 85-274-0292-0, Pag.25 e W. W. da Mata e Silva, Umbanda e o poder da mediunidade - 1997, ISBN 85-274-0462-1, Pag.40) seus adeptos aceitam esta data como o inicio histórico da mesma.
Outras religiões
Neopaganismo
Hoje em dia, entre os brasileiros, está começando a se difundir as religiões neo-pagãs como a Wicca, e o Neo-druidismo. Principalmente, em Brasília e nas capitais da Região Sudeste.
Xamanismo
Do estado da Bahia para o norte há também práticas diferentes tais como o Catimbó, Jurema, e o Tambor-de-Mina com fortes elementos indígenas.
Em 2004, a Comissão Nacional Anti-Drogas (CONAD), atual órgão do Ministério da Justiça brasileiro, após dezoito anos de espera da comunidade daimista, reconhece a legitimidade do uso religioso da ayahuasca e a legalidade de sua prática, ver: Santo Daime.
Cristianismo Ortodoxo
A Igreja Ortodoxa também se faz presente no Brasil. A Catedral Metropolitana Ortodoxa, localizada em São Paulo, na rua Vergueiro, foi inaugurada em janeiro de 1954. Contudo, ainda tem pequena representação no país, apesar de já ter alguma visibilidade.
Islamismo
Existem inúmeras mesquitas espalhadas por todo o Brasil, onde é possível encontrar muçulmanos, geralmente as sextas-feiras congragados em torno da oração.
Judaísmo
Apesar de ser uma religião minoritária no contexto brasileiro, o Judaísmo tem no Brasil uma das mais numerosas comunidades judaicas do mundo, ocupando o nono lugar. A imigração judaica para o Brasil começou logo após à época do descobrimento.
Os judeus portugueses e espanhóis, fugindo das perseguições, migraram para o país em busca de liberdade religiosa. A primeira sinagoga das Américas, Sinagoga Kahal Zur Israel foi construída em Recife, em 1637.
Mormonismo
Os Santos dos Últimos Dias, acreditam em Jesus Cristo ressuscitado, como mostra a estátua do Cristo vivo em Salt Lake City, Utah
Existente desde 1923 no Brasil, os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecidos como mórmons, tem aqui no Brasil o 3° maior país com população mórmon do mundo 1, quase 1 milhão de membros atualmente 2, superado apenas pelos Estados Unidos e México. Em 2000, o censo do IBGE mostrou haver no Brasil somente 200 mil pessoas que se dizem membros desta denominação.
Os adeptos dessa religião cristã acreditam em Deus, Jesus Cristo e no Espiríto Santo, utilizando a Bíblia e também o Livro de Mórmon (Outro Testamento de Jesus Cristo)e Doutrina e convênios como escrituras padrão.No principio da igreja praticava-se a poligamia(casamento com mais de uma mulher) por mais que tenha sido admitida no passado nos Estados Unidos, por não haver legislação regulando, a poligamia foi extinta da Igreja por "revelação", seus membros acreditam que as famílias poderão ser eternas, se viverem de acordo com os mandamentos de Deus.
Além disso, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias possui um grande programa humanitário em nível mundial, além de programas como os "Mãos Que Ajudam", tudo custeado pelos membros, já que a Igreja é totalmente independente de ajuda do governo.
Conclusão
Brasília - Líderes budista, o representante do Centro Islâmico e bispo católico. Foto: Elza Fiúza/ABr
Brasília - Líderes religiosos do camdomblé. Foto: Elza Fiúza/ABr
As religiões afro-brasileiras, adicionadas às religiões orientais como o Budismo e o Xintoísmo, ao Judaísmo, à Fé Bahá'í e outras, representam uma percentagem pequena da população total do Brasil - menos de 5%. O restante da população auto denomina-se cristão, ou não professa nenhuma religião pré-estabelecida (7,4% da população, de acordo com o Censo IBGE). Entretanto, é perceptível o crescimento de formas de religiosidade não-cristãs no Brasil, que ainda estão sub representadas em razão do forte sincretismo religioso existente no país.
Os líderes religiosos do Brasil participaram da cerimônia de criação do Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa realizada em Brasília no dia 21 de janeiro de 2008.