A china e a crise na indústria automobilística mundial

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Modelo em um salão chinês de automóvel na cidade de Nanjing (Foto: AFP)


Grandes mercados emergentes têm sentido na pele o resultado da crise econômica mundial. Exportações em queda e custos de produção em alta ameaçam milhares de fábricas no sul da China entre elas, as fabricantes de veículos.

Como num efeito dominó, os bancos aumentaram as exigências para financiamentos nos Estados Unidos, desanimando os compradores habituados a consumir com base no crediário. Com isso, muita gente que pretendia comprar ou trocar o carro, acabou ficando a pé.

E não são apenas os americanos que estão no prejuízo. Países que fornecem produtos ao país também sofrem o impacto da crise. O crescimento econômico da China, por exemplo, caiu 9% no terceiro trimestre – o ritmo mais lento em cinco anos.


 


Já as montadoras entraram em uma guerra de preços, despedindo funcionários e revendo metas. A previsão é de que a expectativa do crescimento de vendas das montadoras chinesas caia para 3,8% no próximo ano e aumente um pouco, para 6,4%, em 2010 – em 2007, a venda de carros chineses cresceu mais de 25%. 


 


Na tentativa de conter a desaceleração e criar uma maior resistência contra os efeitos da crise financeira mundial, o Conselho de Estado chinês anunciou uma verba de US$ 586 bilhões para impulsionar o investimento e o consumo interno.


 




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Chinês observa um novo modelo da Geely Automobile em um salão na cidade de Nanjing, na China (Foto: AFP)

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