Adaptações da geometria da coluna vertebral e do dorso durante a corrida





























Autor: Pedro Paulo Depra
[pt] Adaptações da geometria da coluna vertebral e do dorso durante a corrida
Instituição de Defesa: Universidade Estadual de Campinas . Faculdade de Educação Fisica
Data de Defesa: 2004-02-13
Resumo: [pt] As adaptações das curvaturas da coluna vertebral e do dorso de corredores são analisadas em função da velocidade. A pesquisa é realizada com dez atletas voluntários, com faixa etária entre 18 e 26 anos, com experiência esportiva, correndo sobre uma esteira regulada em oito velocidades. A curva da coluna vertebral é representada por marcadores retrorefletores circulares aderidos à pele ao longo da linha definida pelos processos espinhosos vertebrais entre a região cervical e sacral. São fixados ainda, sobre o dorso, seis pares desses marcadores, com a finalidade de acessar às oscilações do dorso e identificar regiões anatômicas representativas da pelve, das vértebras e dos acrômios. A localização 3D desses marcadores é obtida através de técnicas videogramétricas. Funções polinomiais são usadas para quantificar a curva da coluna nos planos de projeção sagital e frontal e para calcular a curvatura geométrica bidimensional correspondente. O componente neutro da coluna é construído a partir de duas curvas representativas da coluna, obtidas em dois momentos considerados bilateralmente simétricos, durante a passada. O componente oscilatório resulta da subtração da curva neutra, de cada uma das curvas representativas da coluna obtidas ao longo da passada. Durante a corrida, as amplitudes máximas das oscilações dos segmentos bilaterais que ocorrem no plano frontal apresentam magnitudes menores do que as encontradas no plano transverso. Os efeitos do aumento da velocidade parecem mais acentuados nas oscilações quantificadas no plano transverso. Os componentes neutros obtidos para cada corredor descrevem as características individuais, são independentes da velocidade e distintos da curva da coluna obtida na posição estática. A sobreposição das curvas do componente oscilatório da coluna no plano frontal forma duas regiões de maior amplitude na adaptação da curvatura ao longo da passada: a torácica e a lombar. Nessas regiões os picos de curvaturas acentuam-se com o aumento da velocidade e ocorrem em determinadas fases do ciclo da passada. Os picos de curvaturas positivos e negativos lombares são associados à fase de apoio dos pés e os picos positivos e negativos torácicos à fase de duplo balanço
[en] Runners back and spine curvature adaptations are analyzed in function of the velocity. The research is performed with ten 18-26-year-old sportive experienced volunteer athletes, running on a treadmill regulated into eight velocities.The spine s curve is represented by circular reflexive markers adhered to the skin along the line defined by the vertebral spinous processes between the vertical and sacral regions. Six pairs of these markers are still fixed on the back, with the purpose of both accessing the back s oscillations and identifying the pelvis, vertebrae and acromions representative anatomical regions. These 3D markers localization is obtained by videogrametric techniques. Polynomial functions are used to quantify the spine s curve on the sagittal and frontal planes, as well as to calculate the corresponding bidimensional geometric curvature. The spine s neutral component is constructed from two spine s representative curves, obtained in two bilaterally symmetrical moments, during the gait cycle. The oscillatory component results from the subtraction of the neutral curve of each spine s representative curve obtained during the gait cycle. Ouring running, the maximal amplitudes of the bilateral segments oscillations that occur in the frontal plane show less magnitudes than those found in the transverse plane. The effects of the velocity increase seem more accentuated in the transverse plane oscillations. The neutral components obtained for each runner describe the individual characteristics, they do not depend on the velocity, and they are distinct from the spine s curve obtained in the static position. In the frontal plane, the superposition of the spine s oscillatory component curves forms two regions of larger amplitude in the curvature adaptation along the stride: the lumbar and the thoracic ones. In these regions, the peaks of curvature are accented with the velocity increase and occur in certain phases of the gait cycle. The positive and negative lumbar curvature peaks are associated to the stance phase, and the thoracic ones are related to the double float phase
Titulação: Doutor em Educação Fisica
Contribuidor(es): Rene Brenzikofer
Sergio Augusto Cunha
Jose Marques Novo Junior
Ricardo Machado Leite de Barros
Rene Brenzikofer [Orientador]
Jose Hugo Sabatino
Assuntos: [pt] Coluna vertebral
[pt] Corrida
[pt] Biomecanica
[pt] Cinematica
Documentos Digitais: Download Arquivo

Recomendados Para Você:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *