Arquitetura de crato


  • Igreja da Sé (Matriz de Nossa Senhora da Penha – uma das mais antigas edificações da cidade)

    Interior da Sé catedral em Crato

    Interior da Sé catedral em Crato

Construção iniciada em 1745. Na Freguesia criada em 1762, inaugurada somente em 04 de janeiro de 1668, onde já existia uma capela sob a invoca invocação de Nossa Sra. da Penha, recebendo sua primeira reforma em 1897. Em 1911 com a construção da segunda torre tomou sua forma definitiva. O seu patamar foi palco dos ideais de liberdade dos republicanos da família Alencar no século passado, sob o comando do imortal José Martiniano de Alencar.



  • Palácio Episcopal (sede da Diocese do Crato)

  • Casa de Câmara e Cadeia (Museu Histórico e Museu Vicente Leite) A Casa de Câmara e Cadeia do Crato foi construída em 1877, no encontro da Praça da Sé com a Rua Senador Pompeu no Centro da cidade. A edificação ocupa toda a profundidade do terreno, enquanto a lateral sul limita-se com a praça, e a norte com o pátio interno onde estão as construções edificadas de um só pavimento. Atualmente a Casa abriga o Museu de Arte Vicente Leite, com pavimento superior e Museu Histórico do Crato no pavimento térreo.

Protegido pelo Tombo Estadual segundo a lei n° 9.109 de 30 de julho de 1968. Aprovado pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural em 14 de abril de 2004.



  • Gruta de Lourdes (datada de 1938, Col. Santa Teresa – Projeto de Agostinho Baumes Odísio)

  • Colégio Santa Teresa

  • Capela do Colégio Santa Teresa

  • Palácio Episcopal (Palácio do Bispo)

  • Banco Caixeiral

  • Crato Tênis Clube (Projeto do Arquiteto “Mainha” – José de Barros Maia)

Fundado em 27 de maio de 1949 é uma das agremiações tradicionais, sede dos maiores acontecimentos sociais da Região.



  • Fundação Padre Ibiapina (atual reitoria da URCA)

  • Abrigo de Idosos

  • Escola Técnica de Comércio

  • Mercado Público Municipal da rua Monsenhor Esmeraldo

  • Igreja de São Francisco

  • Igreja de São Vicente

  • Casa onde Nasceu Vicente Leite no sítio Recreio

  • Colégio Sagrada Família (atual Hospital Manuel de Abreu)

  • Hospital São Francisco de Assis

  • Praça Francisco Sá (antiga praça três de maio)

  • Casa de Caridade

Construída por Pe. Ibiapina em 1868, com 29 portas de frente e capela sob a invocação de São José, para assistência social aos necessitados. Encontra-se da mesma forma até hoje.



  • Colégio Diocesano do Crato

  • Crato Hotel

  • Grande Hotel (Edifício Figueira Telles – prestes a ser demolido – um dos primeiros hotéis modernos do Crato)

  • Correios e Telégrafos

  • Casa do Padre Lauro Pita

  • Edifício Lucetti – o Primeiro edifício de apartamentos do Crato

  • Fundição – Rua Ratisbona

  • Edifício da Câmara Municipal – Onde funcionou a primeira biblioteca pública do Crato

  • Cemitério Público Municipal – Capela (do século XIX)

  • Parque de Exposições

  • Complexo de edifícios da Rádio Educadora

  • Coluna da hora encimada por Cristo Redentor – projeto do Escultor Italiano Agostinho Baumes Odísio

  • Estação Ferroviária

A Estação Ferroviária do Crato foi inaugurada em 08 de novembro de 1926, pelo ministro da viação, Dr. Francisco Sá. Localizada em frente a uma praça de especial evidência na malha urbana cratense, o edifício, por sua condição de estação ferroviária foi construída afim de servir de abrigo temporário aos passageiros. Por ser uma realização da primeira metade do século XX este prédio reflete esteticamente um período de transição, contudo reproduz soluções do ecletismo arquitetônico. Protegido pelo Tombo Estadual segundo a lei n° 9.109 de 30 de julho de 1968. Aprovado pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural em 22 de novembro de 2004.



  • Seminário São José

Após as missões de 1862, o povo do Crato manifestou seu desejo aos Lazaristas de possuir um colégio para educação da juventude. Para isso foi organizada uma lista doações e memorial foi enviado ao Bispo do Ceará. Em visita Pastoral Dom Luiz Antônio dos Santos Bispo do Ceará, pode constatar o posicionamento estratégico do Crato, tendo em vista a localização geográfica para os Estados de Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rio Grande do Norte. Em agosto de 1874 o Bispo ordena Pe. Enrile que inicie a construção do Seminário do Crato. A fim de acompanhar de perto os trabalhos o Bispo do Ceará, passa uma temporada em Crato e em 07 de Março de 1875, vê funcionar as primeiras aulas em barracões de palha, enquanto se concluía a construção do imponente edifício. O Seminário São José modelar escola eclesiástica, pujante centro cultural que durante atraiu com sua luminosidade jovens não só do Ceará, mas de todos os Estados vizinhos. Sendo o primeiro estabelecimento de ensino religioso e superior do interior do Nordeste. Localizado no Alto do Seminário de onde pode ser visto de qualquer o lugar da cidade.



  • Museu de Fósseis (Casa do Júri – Local onde foi julgado Pinto Madeira)

Construção antiga, da qual só resta a metade, pois a outra foi destruída para alargamento da rua D. Quintino, em 1953. Funcionou o Senado da Câmara do Crato, na época do império. Localiza-se na Praça da Sé. Sua estrutura física está parcialmente conservada. Foi restaurado em junho de 1974. Lá estão fixadas duas placas, marcando dois importantes acontecimentos: Em 1º de setembro de 1822 o Senado da Câmara do Crato, em sessão solene realizada neste prédio, mandou que executasse o Decreto de D. Pedro, convocando eleições de Deputados Constituintes do Brasil. “Aqui, no dia 26 de novembro de 1834, foi submetido a júri e condenado à morte o Caudilho Joaquim Pinto Madeira”.



  • Sobrado do coronel Antônio Luís (uma das casas mais antigas do Crato ainda preservada)

  • Cassino Sul Americano

  • Bar Ideal (o primeiro clube social do Crato inaugurado em 1916 – a fachada foi recentemente destituída de seu elementos decorativos)

  • Sítio Caldeirão Distrito de Santa Fé

O Sítio do Caldeirão está localizado nas encostas da Chapada do Araripe, no Distrito de Santa Fé, a cerca de 20 km da cidade do Crato. É uma das áreas de interesse patrimonial de maior destaque no contexto histórico cearense, por ter sido o cenário entre os anos de 1928 e 1937 de uma experiência comunitária baseada na autogestão e na religiosidade popular(Caldeirão de Santa Cruz do Deserto), cujo líder foi José Lourenço Gomes da Silva, o Beato José Lourenço.



  • Praça da Sé

Antigo Jardim Frei Carlos de Ferrara. É uma praça histórica, pois neste local que se instalou a Antiga Missão do Miranda, dando lugar ao surgimento da cidade de Crato. Reformada em 1991, quando foi mudada seu jardins, canteiros e passarelas, tornando-a mais espaçosa.



  • Praça Francisco Sá

Situada em frente à estação ferroviária, medindo 5.376m2, a segunda maior praça da cidade. Construída em 1938, logradouro tradicional que se destaca pela coluna da hora e a estatua em homenagem ao Cristo Redentor. Esta última simboliza a fé cristã do povo cratense, ao mesmo tempo em que, de braços abertos, dá boas vindas a quantos nos visitam.



  • Praça Siqueira Campos

Situada entre as Ruas João Pessoa e Senador Pompeu, no centro da cidade, foi construída entre 1913 e 1917, sua dimensão 24 m por 42, totalizando 1.008 m2. Ponto de reunião para jovens esportistas, aposentados e os que no final de expediente juntam-se no gostoso bate-papo do dia-a-dia. O nome foi escolhido em homenagem a Manuel Siqueira Campos, cearense, nascido em Porteiras, em 18 de maio de 1874, falecido em 30 de julho de 1928. Chegou em Crato em 1910, estabelecendo-se no comércio, constituindo-se um dos homens mais progressistas da cidade, contribuindo significativamente para o desenvolvimento comercial. Foi ele trouxe o primeiro automóvel para cidade do Crato.



  • Cruz do Século e Marco de Pinto Madeira

Símbolo do catolicismo, a Cruz do Século, trata-se de um tosco monumento de madeira, colocado na primeira hora do século XX, pela população cratense, significando a transição do século. O local coincidentemente é o mesmo onde foi arcabuzado Pinto Madeira em 26 de novembro de 1834, personagem da história brasileira, vulto de destaque, notabilizado pela coragem de lutar por seus ideais.


Existem também resquícios de fachadas, casas térreas e sobrados – todos localizados no centro histórico da cidade – que ainda resistem a ações de “modernização”. Porém, infelizmente, estão desprotegidos por Lei de tombamento. Infelizmente, de algumas décadas para cá, boa parte do centro histórico cratense tem sido demolido para dar lugar a estabelecimentos comerciais e outros prédios, incluindo até mesmo a casa de Bárbara de Alencar no Crato, próxima à Igreja da Sé, que foi destruída para dar lugar à atual Corretoria da cidade. A delimitação do centro hístórico do Crato é especificada na Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo no inciso LXIII do artigo 11°, capítulo II, define que:


“Núcleo Histórico ou Centro Histórico – núcleo onde nasceu a cidade. Sempre que houver estas referências, o documento está considerando a área urbana contida entre o Rio Granjeiro, o antigo leito da via férrea, a Rua Rui Barbosa e a Rua Zacarias Gonçalves (nas proximidades do Batalhão da Polícia Militar e COELCE).” (CRATO, 2000. p.16)

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