Carlos coimbra da luz

Carlos Coimbra da Luz (Três Corações, 4 de agosto de 1894Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1961) foi um político brasileiro; presidente interino da República por três dias, de 8 a 11 de novembro de 1955. Foi o presidente do Brasil que ocupou a cadeira presidencial por menos tempo: apenas 4 dias.


Foi delegado de polícia e prefeito de Leopoldina (Minas Gerais). Deputado federal constituinte em 1934. Presidente da Caixa Econômica Federal entre 1939 e 1945.


Depois do Estado Novo filiou-se ao PSD. Foi ministro da Justiça no governo de Eurico Gaspar Dutra.


Assumiu a presidência da República por ser presidente da Câmara dos Deputados, em função do afastamento, por motivos de saúde, do presidente Café Filho (vice-presidente de Getúlio Vargas, que cometera suicídio no ano anterior).


Carlos Luz foi afastado dessa função por um movimento militar denominado Movimento de 11 de Novembro liderado pelo general Henrique Lott.


Com o apoio do PSD, declararou-se o impeachment de Carlos Luz no Congresso Nacional, sob acusação de conspiração para não entregar o poder ao presidente eleito, Juscelino Kubitschek. Carloz Luz estava a bordo do Cruzador Tamandaré para evitar qualquer represália em terra e ir em direção a Santos, onde seria feita a resistência. O navio foi alvo de disparos pela artilharia do exército porém não revidou devido a solicitação de Carlos Luz.


A presidência foi, assim, entregue ao presidente do Senado Federal, Nereu Ramos.



 


Carlos Coimbra da Luz (Três Corações, 4 de agosto de 1894Rio de Janeiro, 9 de fevereiro de 1961) foi um político brasileiro; presidente interino da República por três dias, de 8 a 11 de novembro de 1955. Foi o presidente do Brasil que ocupou a cadeira presidencial por menos tempo: apenas 4 dias.


Foi delegado de polícia e prefeito de Leopoldina (Minas Gerais). Deputado federal constituinte em 1934. Presidente da Caixa Econômica Federal entre 1939 e 1945.


Depois do Estado Novo filiou-se ao PSD. Foi ministro da Justiça no governo de Eurico Gaspar Dutra.


Assumiu a presidência da República por ser presidente da Câmara dos Deputados, em função do afastamento, por motivos de saúde, do presidente Café Filho (vice-presidente de Getúlio Vargas, que cometera suicídio no ano anterior).


Carlos Luz foi afastado dessa função por um movimento militar denominado Movimento de 11 de Novembro liderado pelo general Henrique Lott.


Com o apoio do PSD, declararou-se o impeachment de Carlos Luz no Congresso Nacional, sob acusação de conspiração para não entregar o poder ao presidente eleito, Juscelino Kubitschek. Carloz Luz estava a bordo do Cruzador Tamandaré para evitar qualquer represália em terra e ir em direção a Santos, onde seria feita a resistência. O navio foi alvo de disparos pela artilharia do exército porém não revidou devido a solicitação de Carlos Luz.


A presidência foi, assim, entregue ao presidente do Senado Federal, Nereu Ramos.



 


 

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