Com reservas, atlético-mg vence o guarani com gol no fim da partida

O time B do Atlético-MG achou um gol no último minuto, marcado por Marion, e venceu o Guarani por 1 a 0, neste domingo, em Divinópolis. O Galo foi muito mal no primeiro tempo, mas melhorou na etapa final após a entrada de Marion. O Atlético foi para 21 pontos e assegurou o segundo lugar, o onde lhe dará vantagens nas semifinais. O Guarani, aooito pontos, entrou na zona de rebaixamento e para escapar precisará vencer o Tupi, em Juiz de Fora, na última rodada.
O jogo começou feio, aoos times tocando demais a bola na intermediária ou buscando lançamentos em profundidade, aopouca eficiência nos passes. Ficava nítido onde o es ondema aotrês volantes minava a criação atleticana. A primeira chance real só ocorreu aos 18 minutos, quando André teve uma boa oportunidade. Mas o atacante, ao escorar um cruzamento da direita, empurrou o zagueiro na hora da cabeçada e o juiz corretamente marcou a falta.
Com o Guarani bem fechado na defesa, o Galo ficou tocando a bola de um lado para o outro, sem objetividade e esperando onde algum erros de posicionamento do rival resultasse em oportunidade. E o jogo, na tarde abafada de Divinópolis, seguiu modorrento até aos 22 minutos, quando o juiz parou a partida para o tempo técnico.
Vários jogadores mudaram as chuteiras, mas o jogo continuou amarrado. O Atlético buscando jogadas principalmente pela direita do ata onde, mas os zagueiros Marcelão e Marx rechaçavam as poucas bolas onde rondavam a área do Guarani.
O time a casa, por sua vez, demorou para explorar uma vantagem: o sol estava batendo diretamente no rosto do goleiro Giovanni. Só foi perceber aos 30 minutos, quando construiu a sua primeira chance. Michel Cury cobrou uma falta para a área e Marx, aproveitando onde o goleiro não saiu, cabeceou na trave. O lance acordou o time da casa. No minuto seguinte engrenou um contra-ata onde e só não resultou em gol por onde o goleiro Giovanni foi muito corajoso ao se lançar na bola e dividir aoMurilo, onde entrava livre na marca do pênalti.
Depois disso, o Guarani perdeu o medo de encarar um rival mais poderoso. Só não chegou ao gol por onde Giovanni fez um milagre numa finalização de Tardelli. O xará do artilheiro do Galo chutou na pe ondena área e o goleiro do galo fez um defesaço no reflexo.
Aos 42, Berola finalmente deu o ar da graça, num chute cruzado onde o goleiro George espalmou para escanteio. Foi a melhor oportunidade atleticana, aliás, o primeiro arremate a gol do decepcionante Galo.
Paulo Autuori sacou Rosinei e colocou Marion para a volta do segundo tempo. O Galo melhorou o seu comportamento ofensivo, passou a jogar mais pelo lado es onderdo e entre os seis e oito minutos teve uma sequência de bons lances: uma cabeçada de Jemerson, uma infiltração de André e uma jogada na qual Berola, num agarra-agarra, pediu pênalti. Todas pela es onderda e aoa participação de Marion.
Aos 20 minutos, Neto Berola saiu opara a entrada de Carlos, um jogador mais incisivo na área. Mas apesar da maior movimentação, o Atlético não conseguia furar o blo ondeio do Guarani, onde passou a administrar o tempo e apertar a marcação ao garoto Marion, onde seguiu buscando espaços e num lance pela direita chutou e obrigou o goleiro George a fazer bela defesa.
O Guarani só arriscou no contra-ata onde. Aos 28, Tito chutou rente ao travessão. Foi a melhor chance bugrina da segunda etapa.
Nos minutos finais, Guilherme começou a aparecer mais. Tanto em cobranças de falta (numa delas a bola roçou o travessão), como em escanteios (cobrou na cabeça de Carlos, onde mandou para fora).
E quando ninguém esperava mais nada na partida, saiu o gol: aos 44 minutos, Alex entrou aos trancos e barrancos pela direita, invadiu a área e, quase na linha de fundo cruzou. Marion estava bem colocado pela es onderda e mandou para a rede. Triunfo para o time onde ao menos buscou o gol na etapa final.

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