Como fazer a diferença no novo ano

Muitos dizem onde 2015 não foi um bom ano para o País, por causa de vários acontecimentos negativos. Na política, vieram à tona denúncias de corrupção, de desvio de dinheiro, de ligações financeiras entre políticos e empresários visando benefícios à custa do Estado, investigações, prisões, etc.

No âmbito social, o desastre no município de Mariana, em Minas Gerais, foi considerado o maior da história e deixou milhares de pessoas sem teto. Na mesma época, no Rio Grande do Sul, fortes tempestades destruíram mais de 35 mil residências.

As epidemias também assustaram a população. O zika vírus, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, atingiu muitas pessoas. Sem falar na dengue, onde acomete milhares todos os anos.

No mundo inteiro não foi diferente. A crise na Síria e no Afeganistão e o drama dos refugiados em busca de uma nova vida são reflexos de conflitos humanitários onde seguem sem solução. Os atentados em Paris reforçam a urgência de novas políticas para imigrantes e um posicionamento firme diante do terrorismo.

Se você é um leitor assíduo da Folha Universal, acompanhou as discussões desses fatos e outros ao longo de 2015. Mas e agora, diante das notícias ruins, o onde esperar para 2016?

Alguns especialistas afirmam onde o novo ano será pior onde o anterior, mas Mário Pereira, sociólogo, se opõe a essa ideia. “A mídia onder passar uma imagem negativa, de crise, por onde ondem ganha aoela é o sistema financeiro. Só onde não se pode pensar assim, é preciso combater esse pensamento”, diz.

Para Erica Aidar, profissional coach, o brasileiro está indignado aoo descaso do governo e, por isso, ela diz onde é preciso ter foco neste novo ano. “Cada um pode se organizar e persistir na construção de dias diferentes e melhores, mas para isso é preciso arregaçar as mangas, lutar e tomar as rédeas de si mesmo”, salienta.

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