Economia o que é o mercado?

Pessoas físicas ou jurídicas (empresas) que compram e vendem produtos ou serviços formam o mercado. É o resultado da oferta e procura de bens, quando um produto possui oferta e procura, podemos considerar que existe mercado para o mesmo.

A venda de um produto ou serviço depende da oferta. A oferta e a procura dependem de variáveis do mercado. A oferta e a procura varia conforme a região, município, cidade, clima, demografia e estilo de vida do público–alvo.

Há o mercado comprador formado por pessoas físicas e jurídicas. A pessoa física compra constantemente em pequenos lotes. A pessoa jurídica compra esporadicamente , mas em grandes lotes para revenda.

O mercado comprador representa a demanda, um conceito bastante elementar de demanda é a procura resultante do desejo/necessidade somado ao poder de compra do consumidor. O mercado existe quando há oferta de produto/serviço e procura, a ausência deste fato causa a inexistência do mercado.

Três pontos elementares que influenciam as empresas em seus mercados:

– Tamanho e localização da empresa ;
– Tipo, qualidade e quantidade de seus produtos;
– Política de preço e serviços;

É o ambiente onde ocorrem as trocas comercias, onde são aplicadas as ações estratégicas das empresas. É no mercado que ocorrem as oportunidades, as ameaças e onde a empresa analisa suas potencialidades e fraquezas. Portanto há vários pontos de vistas sobre o termo “mercado” considerado primariamente somente como o “lugar” onde se compra.

 


É o metalismo que completa as demais características mercantilistas. Em busca do acúmulo dos metais preciosos, os Estados nacionais tomariam medidas como o princípio da balança comercial favorável, ou seja, ter um índice de exportação sempre maior que o de importação. Esse princípio atrai um outro, o do protecionismo alfandegário, que tenta promover a indústria e o comércio nacionais, evitando a concorrência de similares externos. É claro que tais medidas demonstraram claramente o intervencionismo estatal na economia, outra característica das idéias mercantilistas. O industrialismo e o colonialismo completam o quadro mercantilista.

O mercantilismo variou de país para país, na Espanha, senhora de colônias produtoras de metais preciosos, surgiu o mercantilismo metalista. A França, ajustando-se para fornecer manufaturas de luxo à Espanha, desenvolveu o mercantilismo industrial. Na Inglaterra desenvolveu-se o mercantilismo comercial. A Holanda criou um eficiente mercantilismo comercial e industrial. Portugal foi o país que mostrou maior flexibilidade na pratica do mercantilismo, começou com o mercantilismo comercial, comprando e revendendo especiarias do Oriente, passou para o mercantilismo de plantagem, baseado na produção destinada ao mercado internacional. Com a descoberta de ouro nas Minas Gerais, aderiu ao mercantilismo metalista, e com a crise do ouro, voltou para o mercantilismo industrial.

O mercantilismo assumiu formas diferentes nos diversos países europeus. Mas, de modo geral, seu objetivo direto foi o fortalecimento do Estado, e indireto, o enriquecimento da burguesia mercantil. Essas novas idéias e práticas deram um impulso até então desconhecido ao crescimento econômico e tornaram possível a expansão do capitalismo. Por isso, este momento é também conhecido como “acumulação primitiva de capital”.








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