Economia revolução energética

Diminuir o uso de combustíveis fósseis, banir a energia nuclear, substituir grandes construções de geração de energia por aparelhos locais e comunitários de energia e investir em energias alternativas como a solar, eólica e geotérmica são iniciativas que poderão culminar numa revolução energética no planeta. O ponto principal é salvar a Terra de distúrbios ambientais e do aumento da temperatura planetária que se anuncia neste século XXI, devido ao aquecimento global.

Entre os séculos XIX e XX, o termo “revolução” estava ligado à tomada do poder estatal por parte da massa operária com base na ideologia socialista/comunista, um século antes, a Revolução Francesa significou uma profunda mudança de ordenação de classes, direitos do cidadão e da conjuntura política da França. A Revolução Industrial significou em suas três gerações, uma nova forma de organização de trabalho tendo como ferramenta novos mecanismos tecnológicos com o fim de padronizar e acelerar a produção.

E o que significará a revolução energética? Será que a mesma abarcará novas revoluções de cunho social, tecnológico e econômico? Teria a capacidade de inverter as vigências de potências mundiais entre nações? Seria capaz de amenizar ou resolver completamente as questões ambientais que circundam sobre o nosso futuro?

Num mundo em que as autoridades estão cada vez mais submissas ao poder mercadológico, onde esquerda e direita ficam no centro e na borda da situação, a revolução energética com base no ambientalismo, que amadureceu como movimento em meados do século XX, defende o uso de energias limpas e renováveis, a democratização do acesso à eletricidade e o desencadeamento da responsabilidade social governamental em projetos que priorizem o transporte coletivo em detrimento do individual. Mudar a matriz energética, e colocar a energia como fonte de recursos a todos e não como produto poderá modificar as relações ambientais e sociais do ser humano.

 

A Organização Mundial do Comércio – a OMC – regula o comércio entre os vários países. Assim, é este órgão que vela pela instituição de regras nas transações comerciais externas e vigia as medidas protecionistas adotadas pelas diversas nações. Seu objetivo é favorecer um mercado mais liberal. O protecionismo, como visto acima, tem suas vantagens e desvantagens, mas talvez o seu maior prejuízo seja na esfera das políticas que incentivam a luta contra a fome e o desenvolvimento das nações pobres.

Hoje, o Brasil enfrenta uma séria ameaça do mercado chinês e de outros recém-chegados à economia mundial. A competição com estes países não é possível no campo dos preços, e sim na esfera do marketing, dos recursos tecnológicos, da concepção e do planejamento dos produtos, bem como no aproveitamento dos recursos naturais, área na qual o Brasil se destaca.


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