Eu também quero ser assassinado!…

É triste e lamentável o desespero do ser humano. O Sr. M.Scheettini Neto, médico, aposentado pelo INSS (instituto Nacional de Seguridade Social) passou a vida inteira, ou seja, 43 anos contribuindo para o órgão em epígrafe, no teto máximo permitido de 20 salários mínimos, esteja na condição tão deplorável aos 71 anos de idade, doente, duas pontes de safena, câncer e mais nove doenças diagnosticadas. Diabético, usuário de insulina para se manter vivo e recebendo a mísera aposentadoria de R$ 3.017, reais.  Veja o que este senhor batalhou para chegar a se formar em medicina e quantos pacientes ele atendeu na missão que Deus lhe proporcionou.  O governo mais uma vez mostra a sua cara. O governo está precisando com urgência de um expurgo. Evadindo-se das responsabilidades sociais, esteve sempre. “Estou sendo assassinado vivo”! Como os militares possivelmente serão condenados a 90 anos de cadeia e não ficaram nem nove e que venham ao ceará cumprir seu “dever”.

 Chega a afirmar que a “Justiça agilizada”, mata mais do que o crime organizado em sua indolência. É hora dos “Direitos Humanos” agir, pois se entende que os humanos direitos tenham direito a um tratamento digno. Diz ele: “A imprensa divulga que é intenção do presidente Lula pagar pensão aos familiares dos três “santinhos” assassinados em uma favela no Rio de Janeiro”. É duro, triste e revoltante vermos um desabafo de um idoso na mídia, médico e que tanto serviço prestou a comunidade. E para matar de uma vez teve uma propriedade desapropriada pelo INCRA (Instituto Nacional de Controle e Reforma Agrária) que lhe pagou a quantia de R$ 40, recorreu a STF (Supremo Tribunal Federal) tendo o relator do processo, sido a seu favor, desde 2007 e até agora a decisão final não saiu. Não é possível mais acreditar nas autoridades brasileiras, os que recorrem à justiça para reaver seus direitos acabam sendo vítimas da perturbação psíquica, chegando ao ponto de pedir para ser assassinados. Penosa a situação do trabalhador brasileiro. Fonte: Jornal O Povo de Fortaleza de 08/07/2008.

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