Guias de exploração mineral





























Autor: Maria Cecília Artica Alvarez
[pt] Mineralizações de ouro no terreno Almas-Dianópolis-TO : guias de exploração mineral
Instituição de Defesa: Universidade de Brasília
Data de Defesa: 2006-11-17
Resumo: [en] The distribution of the main gold occurrences and deposits of the Almas-Dianópolis Terrain (TAD), firstly evinced by recognition prospecting in drainage sediments, is controlled by N35-50W/N40-60E shear zones and, less frequently, by NS-shear zones. Gold essentially occurs in quartz veins bordered by albitic, argilic and sericitic alterations associated with granitic host rock, and carbonate, chloritic, sericitic and subdued biotitic and turmalinitic alterations in banded iron formation. The geotectonic environment is that of an island arc bearing an intense TTG-type magmatism during its evolution, generating gold in local quartz veins of fault intersections or controlled by ancillary fractures in shear zones. The predominance of greenshist facies hydrothermal alteration minerals and of iron sulphide (pyrite and pyrrhotite), the magnitude of the Au/Ag ration in gold grains, are compatible with orogenic lode gold type deposits. TAD mineralizations have been probably formed during a metallogenetic event associated with Transamazonian Orogeny in the Brasilia Belt, with Brasiliano remobilization. More probably, though, mineralizations have been originated in Neoproterozoic in the western border of the São Francisco craton, during the evolution of the Brasiliano Orogeny.
[pt] O controle das ocorrências e depósitos de ouro do Terreno Almas Dianópolis (TAD) é exercido por dois fatores: estrutural (fraturas subsidiárias e/ou fechamento de dobras em zonas de cisalhamento) e litológico (anfibolito e formação ferrífera bandada). O ouro ocorre em veios de quartzo bordejados por zonas de albitização, argilização e sericitização quando encaixados em rochas graníticas; carbonatização, cloritização, sericitização e, subordinadamente biotitização e turmalinização em anfibolito; e carbonatização, sulfetação, cloritização, biotitização e turmalinização em formação ferrífera bandada. As variações da composição química da pirita e do ouro decorrem provavelmente da interação do fluido mineralizante com diferentes tipos de rocha encaixante do veio. Contexto geotectônico de arco de ilha ouro em veios de quartzo controlados por fraturas subsidiárias em zonas de cisalhamento, minerais de alteração hidrotermal típicos da fácies xisto verde, predominância de sulfetos de ferro (pirita e pirrotita) e ordem de grandeza dos valores da razão Au/Ag em grãos de ouro, são compatíveis com depósitos do tipo Orogenic Lode Gold. Estes dados, adicionados daqueles de geocronologia e de isotópicos de Pb-Pb, C e O no depósito Córrego Paiol apontam para modelo genético em que as mineralizações do TAD teriam se originado no Neoproterozóico, durante a Orogênese Brasiliana na borda oeste do Craton São Francisco.
Titulação: Mestre em Geologia
Contribuidor(es): Adalene Moreira Silva
Raimundo Almeida Filho
Paulo Roberto Meneses
Raul Minas Kuyumjian
Assuntos: [pt] Ouro
[pt] Geociências
[pt] Tocantins
[pt] GEOLOGIA
[pt] Minas e mineração
Documentos Digitais: [pt] Texto completo

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