História do estado de pernambuco

Pernambuco é uma das 27 unidades federativas do Brasil. Está localizado no centro-leste da região Nordeste e tem como limites os estados da Paraíba e Ceará (NO), oceano Atlântico (L), Alagoas e Bahia (S), e Piauí (O) e ocupa uma área de 98.311 km² (pouco menor que a Coréia do Sul). Também faz parte do seu território o arquipélago de Fernando de Noronha. Sua capital é a cidade do Recife (a sede administrativa é o Palácio do Campo das Princesas).

A origem do nome Pernambuco é controversa, alguns estudiosos afirmam que era a denominação nas línguas indígenas locais da época do descobrimento para o pau-brasil (Caesalpinia echinata). A mais aceita no entanto é que o nome vem do tupi Paranã-Puca, que significa “onde o mar se arrebenta”, uma vez que a maior parte do litoral do estado é protegida por paredões de recifes de coral.

Os municípios mais populosos são Recife, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Caruaru, Petrolina, Cabo de Santo Agostinho, Garanhuns e Vitória de Santo Antão.
Índice
[mostrar]

* 1 História
o 1.1 Capitania de Pernambuco
o 1.2 Domínio holandês
o 1.3 Restauração Pernambucana
* 2 Geografia
o 2.1 Relevo
+ 2.1.1 Baixada Litorânea
+ 2.1.2 Planalto da Borborema
o 2.2 Clima
o 2.3 Hidrografia
+ 2.3.1 Rios
o 2.4 Litoral
* 3 Demografia
o 3.1 Municípios mais populosos
* 4 Economia
o 4.1 Indústria e tecnologia
o 4.2 Papel de Centralizador Econômico
o 4.3 Indicadores
o 4.4 Turismo
+ 4.4.1 Litoral Sul
+ 4.4.2 Litoral Norte
+ 4.4.3 Fernando de Noronha
o 4.5 Energia
* 5 Saúde
* 6 Educação
o 6.1 Ensino superior
* 7 Transportes
o 7.1 Aeroportos
o 7.2 Portos
o 7.3 Rodovias
o 7.4 Ferrovias
+ 7.4.1 Transnordestina
+ 7.4.2 Metrô do Recife
+ 7.4.3 Terminal Integrado de Passageiros
* 8 Curiosidades
* 9 Ver também
* 10 Ligações externas
* 11 Referências
o 11.1 Referências citadas
o 11.2 Referências gerais

[editar] História

Ver artigo principal: História de Pernambuco

Mapa holandês mostrando Olinda em 1650.
Mapa holandês mostrando Olinda em 1650.
Maurício de Nassau
Maurício de Nassau

A história de Pernambuco começa com a expedição de Gaspar de Lemos, em 1501, que teria criado feitorias ao longo da costa da colônia portuguesa e muito provavelmente em Igarassu, local ao qual, anos depois, Cristóvão Jacques estaria incumbido da sua defesa. Erguida, provavelmente, na entrada do Canal de Santa Cruz, em Igarassu a feitoria teria por objetivo estabelecer vínculos com os nativos, obter informações acerca das possíveis riquezas do interior e vigiar o litoral de possíveis investidas de navios de outras nações. É oficializada em 1532, quando foi criada a capitania de Pernambuco (ou Nova Lusitânia), doada a Duarte Coelho, que fundou Igarassu e Olinda e iniciou a cultura da cana-de-açúcar. Em 1630, a capitania foi invadida pela Companhia das Índias Ocidentais, que, desembarcando na praia de Pau Amarelo, derrotou a frágil resistência portuguesa na passagem do Rio Doce, invadiu sem grandes contratempos Olinda e derrotou a pequena, porém aguerrida, guarnição do forte (que depois passaria a ser chamado de Brum), porta de entrada para o Recife através do istmo que ligava as duas cidades. (Mauritsstad, ou Mauricéia), até então com poucos habitantes portugueses. Maurício de Nassau ajudou a desenvolver a cidade, com diversas obras de infra-estrutura, benefícios fiscais e empréstimos. Neste período, Recife foi considerada a mais próspera e urbanizada cidade das Américas e com a maior comunidade judaica de todo o continente. Por diversos motivos, sendo um dos mais importantes a exoneração de Maurício de Nassau do governo da capitania pela WIC, o povo de Pernambuco se rebelou contra o governo, juntando-se à fraca resistência ainda existente. Com a chegada gradativa de reforços portugueses, os holandeses por fim foram expulsos em 1654, na segunda Batalha dos Guararapes. Foi nesta ocasião que se diz ter nascido o Exército brasileiro.

Após a expulsão holandesa, o estado passou a declinar junto com restante do Nordeste, devido à transferência do centro político-econômico para o Sudeste, o que resultou em conflitos como a Confederação do Equador, movimento separatista pernambucano. A qualidade do açúcar refinado holandês, agora produzido nas Antilhas, superior ao mascavo brasileiro, também ajudou a acelerar a decadência do estado, que era baseado nos latifúndios de cultivo de cana-de-açúcar. Buscando novos meios de renda, aumenta o comércio no estado gradativamente. Este efeito foi estopim de revoltas como a Guerra dos Mascates.

Atualmente há diversos Engenhos de cana-de-açúcar abertos a visita, permitindo um mergulho profundo na cultura da região através do turismo rural.

[editar] Capitania de Pernambuco

Ver artigo principal: capitania de Pernambuco

Em 1501, quando a expedição de Gaspar de Lemos funda feitorias no litoral da colônia portuguesa na América, tem início o processo de colonização de Pernambuco. Anos depois, Critóvão Jaques é incubido de defender o litoral pernambuco de embarcações de outras nações. A feitoria de Cristóvão Jacques, erguida na entrada do Canal de Santa Cruz, em Itamaracá, tem por objetivo estabelecer um vínculo com os nativos, procurar informaçõpes acerca de possíveis riquezas no inteior e rechaçar possíveis investidas de outras nações à costa brasileira. Em1534, a capitania de Pernambuco foi doada a Duarte Coelho, influente navegador e soldado, português filho bastardo de família nobre do Entre-Douro e Minho, que fundou Igarassu, Olinda e Recife e iniciou a cultura da cana-de-açúcar, que teria importante papel na história econômica do país. A capitania de Pernambuco originalmente se estendia por 60 léguas entre o Rio Igaraçu e o Rio São Francisco, e era chamada Nova Lusitânia. Era responsável pela maior parte da produção de açúcar, o chamado ouro branco, na América e uma das capitanias mais florescentes.

[editar] Domínio holandês

Ver artigo principal: Invasões holandesas do Brasil

Invasões Holandesas em Olinda.
Invasões Holandesas em Olinda.

Em 1630 a Companhia das Índias Ocidentais volta seus interesses para a mais promissora das capitanias da Colônia Portuguesa na América. Por ocasião da União Ibérica (1580 a 1640) a então chamada República Holandesa, antes dominados pela Espanha tendo depois conseguido sua independência através da força, vêem em Pernambuco a oportunidade para impor um duro golpe na Espanha, ao mesmo tempo em que tirariam o prejuízo do fracasso na Bahia. Em 26 de dezembro de 1629 partia de São Vicente, Cabo Verde, uma esquadra com 66 embarcações e 7.280 homens em direção a Pernambuco.

Os holandeses conquistam a capitania de Pernambuco em fevereiro de 1630 e estabelecem a colônia Nova Holanda.

[editar] Restauração Pernambucana

Em 15 de maio de 1645, reunidos no Engenho de São João, 18 líderes insurretos pernambucanos assinaram compromisso para lutar contra o domínio holandês na capitania. Com o acordo assinado, começa o contra-ataque à invasão holandesa. A primeira vitória importante dos insurretos se deu no Monte das Tabocas, (hoje localizada no município de Vitória de Santo Antão) onde 1200 insurretos mazombos armados de armas de fogo, foices, paus e flechas derrotaram numa emboscada 1900 holandeses bem armados e bem treinados.
Mauritsstad, o Recife nassoviano.
Mauritsstad, o Recife nassoviano.

O sucesso deu ao líder Antônio Dias Cardoso o apelido de Mestre das Emboscadas. Os holandeses que sobreviveram seguiram para Casa Forte, sendo novamente derrotado pela aliança dos mazombos, índios nativos e escravos negros. Recuaram novamente para as casas-forte em Cabo de Santo Agostinho, Pontal de Nazaré, Sirinhaém, Rio Formoso, Porto Calvo e Forte Maurício, sendo sucessivamente derrotados pelos insurretos..

Por fim, Olinda foi recuperada pelos rebeldes. Cercados e isolados pelos rebeldes numa faixa que ficou conhecida como Nova Holanda, indo de Recife a Itamaracá, os invasores começaram a sofrer com a falta de alimentos, o que os levou a atacar plantações de mandioca nas vilas de São Lourenço, Catuma e Tejucupapo. Em 24 de abril de 1646, ocorreu a famosa Batalha de Tejucupapo, onde mulheres camponesas armadas de utensílios agrícolas e armas leves expulsaram os invasores holandeses, humilhando-os definitivamente. Esse fato histórico consolidou-se como a primeira importante participação militar da mulher na defesa do território brasileiro.

Devido a Primeira Guerra Anglo-Neerlandesa, a República Holandesa não pôde auxiliar os holandeses no Brasil. Com o fim da guerra contra os ingleses, a República Holandesa exige a devolução da colônia em maio de 1654. Sob ameaça de uma nova invasão do Nordeste brasileiro, Portugal cede à exigência dos holandeses. Porém, em 6 de agosto de 1661 a República Holandesa cede formalmente o Nordeste brasileiro à Portugal através da Paz de Haia.

[editar] Geografia

Ver artigo principal: Geografia de Pernambuco

Pernambuco
Ficha técnica
Área 98.938 km²
Relevo planície litorânea sedimentar limitada pelo Planalto da Borborema, que termina com a Depressão Sertaneja .
Ponto mais elevado Pico do Papagaio (Pernambuco), no município de Triunfo (1.260 m).
Rios principais São Francisco, Capibaribe, Ipojuca, Una, Pajeú.
Vegetação mangues e mata Atlântica no litoral, caatinga no Agreste e Sertão.
Clima tropical no litoral, semi-árido no Agreste e Sertão.
Municípios mais populosos Recife (1.533.580), Jaboatão dos Guararapes (665.387), Olinda (391.433), Paulista (307.744), Caruaru (289.152), Petrolina (268.004), Cabo de Santo Agostinho (172.150), Camaragibe (150.354), Garanhuns (128.398), Vitória de Santo Antão (125.563)
Hora local -3
Gentílico pernambucano
Quaresmeiras no Planalto da Borborema.
Quaresmeiras no Planalto da Borborema.
Relevo acidentado de Gravatá, agreste, comum em parte do interior pernambucano. Alguns pontos do estado ultrapassam os 1200m
Relevo acidentado de Gravatá, agreste, comum em parte do interior pernambucano. Alguns pontos do estado ultrapassam os 1200m [2]
Praia de Boa Viagem, no Recife
Praia de Boa Viagem, no Recife

Pernambuco é um dos menores estados do país. Apesar disso, possui paisagens variadas, entre elas estão: serras, planaltos, brejos, semi-aridez no sertão, e diversificadas praias na costa. O estado tem altitude crescente do litoral ao sertão. As planícies litorâneas tem baixa altitude de até 200m, apresentando relevo peneplano (mamelonar), e alguns pontos do planalto da Borborema ultrapassam os 1000m de altitude. Na margem oeste da mesorregião Agreste, há a Depressão Sertaneja, uma depressão relativa com altitude média de 400m que se estende até a margem oriental da Chapada do Araripe.

Faz divisa com Paraíba e Ceará ao norte, Alagoas e Bahia ao sul, Piauí ao oeste e o oceano Atlântico ao leste. Tem 187 km de costa, excluindo a costa do arquipélago de Fernando de Noronha. O arquipélago é visitado por turistas do mundo todo e nativos do estado, que em geral partem do porto do Recife Antigo em cruzeiros internacionais.

Mais da metade do estado é localizado no Sertão, exclusivamente no oeste do estado, é também uma Mesorregião do estado e da Região Nordeste. É um lugar onde há escassez de chuvas, e o clima é semi-desértico (semi-árido), devido à retenção de parte das precipitações pluviais no Planalto da Borborema e correntes de ar seco provenientes do sul da África, entre outros, a vegetação típica é pobre, a Caatinga, os solos são inférteis e as temperaturas são algumas das mais elevadas do país, os índices de insolação são bastante elevados, e na região as secas podem durar por um longo tempo, pois a média anual não supera os 500 milímetros, sendo que em muitos anos as chuvas não alcançam 200 milímetros anuais e ocorrem num curto período de 5 a 10 dias.[3]

[editar] Relevo

O relevo é moderado: 76% do território estão abaixo dos 600m. O litoral é uma grande planície sedimentar, quase que em sua totalidade ao nível do mar, tendo alguns pontos abaixo do nível do mar. Nessas planícies estão as principais cidades do estado, como Recife e Jaboatão dos Guararapes. A altitude aumenta conforme aumenta a distância da costa. No Agreste há picos com 1200 m de altitude. O Planalto da Borborema tem altitude média de 600m, com destaque para o maciço dômico de Garanhuns, com altitude média de 800m. A Chapada do Araripe tem altitude média de 800m. [4]

A Zona da Mata é marcada por formações onduladas ou melonizadas, características denominadas pelo geógrafo Aziz AbSaber como Domínio dos Mares-de-Morro.

A principal formação geológica na faixa de transição da Zona da Mata para o Agreste é conhecido popularmente como Serra das Russas, porém, trata-se da borda ocidental do Planalto da Borborema, domo que corta alguns estados do Nordeste.

O Agreste localiza-se sobre este planalto, sua altitude média é de 400m, podendo passar dos 1000m nos pontos mais elevados. A estrutura geológica predominante é a cristalina, sendo responsável, junto com o clima semi-árido, por formações abruptas (pedimentos e pediplanos).

No Sertão as cotas altimétricas decrescem em direção ao Rio São Francisco, formando, em relação ao Planalto da Borborema uma área de depressão relativa. As formações geomorfológicas predominantes são os inselbergues, serras e chapadas, estas últimas aparecendo em áreas sedimentares.

[editar] Baixada Litorânea

Distinguem-se, de leste para oeste: praias protegidas pelos recifes; uma faixa de tabuleiros areníticos, com 40 a 60m de altura; e a faixa de terrenos cristalinos talhados em colinas, que se alteiam suavemente para oeste até alcançarem 200m no sopé da escarpa da Borborema. Tanto a faixa de tabuleiros como a de colinas são cortadas transversalmente por vales largos onde se abrigam amplas várzeas, chamadas planícies aluviais. Fortes contrastes observam-se entre os solos pobres dos tabuleiros e os solos mais ricos das colinas e várzeas. Nos dois últimos repousa a aptidão do litoral pernambucano para o cultivo da cana-de-açúcar, base de sua economia agrícola.

[editar] Planalto da Borborema

Ver artigo principal: Planalto da Borborema

Seu rebordo oriental, escarpado, domina a baixada litorânea com um desnível de 300m, o que lhe confere ao topo uma altitude de 500m. Para o interior, o planalto ainda se alteia mais e alcança média de 800m em seu centro, donde passa a baixar até atingir 600m junto ao rebordo ocidental. Diferem consideravelmente as topografias da porção oriental e da porção ocidental.

A leste, erguem-se sobre a superfície do planalto cristas de leste para oeste, separadas por vales, que configuram parcos relevos de 300m. Aproximadamente no centro-sul do planalto eleva-se o maciço dômico de Garanhuns, que supera a altitude de 1.000m.

[editar] Clima
A caatinga, vegetação predominante em mais de 70% do território do estado.[carece de fontes?]
A caatinga, vegetação predominante em mais de 70% do território do estado.[carece de fontes?]

O Estado está inserido na zona intertropical, logo apresenta predominantemente temperaturas altas, todavia o quadro climático é bem diversificado devido à interferência do relevo e das massas de ar. Na Zona da Mata o clima é predominantemente pseudotropical, com fortes chuvas no outono e inverno. Já no Agreste as condições climáticas são diversificadas por ser uma região de ecótone, apresentando áreas mais úmidas e outras mais secas, onde predomina o clima semi-árido. No Sertão, o clima é semi-árido quente, devido à retenção das precipitações pluviais no Planalto da Borborema e correntes de ar seco provenientes do sul da África (tépida caalariana ou TK), entre outros fatores menos importantes.

Pernambuco tem uma área de 87.317km [3]localizados no chamado Polígono das Secas, que se estende do extremo norte de Minas Gerais, até o Piauí e está sujeita a secas periódicas. Essa área corresponde a 88,84% do território pernambucano, ocupando as regiões do agreste e sertão. É a região com as menores e mais irregulares precipitações pluviométricas. A média anual não supera os 600 mm, com o registro vários anos em que as chuvas não alcançam os 200 mm anuais e, muitas vezes, ocorrendo num curto período de 5 a 10 dias.

No agreste e sertão aparecem áreas de exceções – principalmente cidades com microclima de altitude, com temperaturas que podem chegar a 8°C durante o inverno [5] , como Triunfo, Garanhuns e Taquaritinga do Norte, que são considerados Brejos de Altitude. Outra exceção é a mesorregião do São Fransisco, mais úmida que as circundantes por conta do Rio São Francisco e a irrigação proveniente dele.

Municípios como Triunfo, Capoeiras, Caetés, Garanhuns, e Saloá são classificados como Csa (temperatura média do mês mais frio abaixo de 18°C[4]), enquanto Poção é o único do estado classificado como Csb (temperatura média do mês mais frio abaixo de 18°C e média do mês mais quente abaixo de 22°C[4]). Curiosamente, tais classificações são de climas temperados, incomuns na região.

Por influência das massas de ar úmido com ação no inverno, a Zona da Mata e o Agreste tem chuvas concentradas durante a estação mais fria.

[editar] Hidrografia

Há poucos lagos e lagoas no estado, como a Lagoa do Araçá e a Lagoa Olho DÁgua, ambas na Região Metropolitana do Recife. Na periferia do município do Recife encontram-se dois belos cartões postais do município, os Açudes do Prata e de Apipucos, sendo o primeiro pertencente ao Parque Dois Irmãos. Além disso, existe um conjunto de reservatórios distribuídos por todo o estado, com destaque para o Reservatório de Jucazinho, considerado o maior de Pernambuco, localizado na mesorregião Agreste, próximo ao município de Surubim. Os manguezais são abundantes em todo o litoral, porém foram praticamente extintos na RMR devido à urbanização (com a exceção do maior mangue urbano do Brasil, cercado por bairros da zona sul do município do Recife, como Boa Viagem). Porém, nos anos 90, houve um programa de re-implantação do mangue nas margens do Rio Capibaribe, desenvolvido pela prefeitura do Recife, trazendo de volta a vegetação ao rio por toda o município.

[editar] Rios

Ver artigo principal: Lista de rios de Pernambuco

São Francisco, Capibaribe, Ipojuca, Una, Pajeú e Jaboatão são os rios principais. O São Francisco é de importância vital para o interior do estado, principalmente para distribuição de umidade através de irrigação. Veja lista de rios de Pernambuco

[editar] Litoral

É característica do litoral norte suas formações geográficas mais variadas – ilhas fluviais como Itamaracá, diversos rios e suas desembocaduras, bancos de areia, entre outros. A fauna é variada, destacando-se as aves migratórias que periódicamente chegam à ilha Coroa do Avião e Fernando de Noronha. Ambas as ilhas têm estações de pesquisa ambiental.

[editar] Demografia
Crescimento populacional do Estado entre 1872 e 2005
Crescimento populacional do Estado entre 1872 e 2005
PNAD 2004 [6]
Brancos 37%
Negros 4%
Pardos 58%

Segundo o IBGE, o estado de Pernambuco tem aproximadamente 8.413.593 habitantes em 2005, dos quais a maioria é parda. Pernambuco tem 47% da população composta de homens, e 53% de mulheres, também segundo o IBGE.

No século que separa 1900 de 2000, o estado aumentou sua população em quase sete vezes, passando de 1.178.150 habitantes em meados de 1900 para 7.918.344 em 2000.

[editar] Municípios mais populosos

Ver artigo principal: Lista de municípios do estado de Pernambuco por população

As cinco cidades mais populosas do estado são: Recife (1.533.509), Jaboatão dos Guararapes (665.722), Olinda (392.510), Paulista (307.030) e Caruaru (289.655), segundo dados do IBGE de 2007.

[editar] Economia

Ver artigo principal: Economia de Pernambuco

Evolução do PIB
Evolução do PIB
Porto de Suape
Porto de Suape
Porto de Suape
Porto de Suape

A economia se baseia na agricultura (cana-de-açúcar, mandioca), pecuária e criações, bem como na indústria (alimentícia, química, metalúrgica, eletrônica, têxtil).

A economia de Pernambuco, após ficar estagnada durante a “década perdida” de 1985 a 1995, vem crescendo rapidamente do final do século XX para o começo do século XXI. Em 2000, o PIB per capita era de R$ 3.673, totalizando um crescimento de mais de 40% nesse período, e mais de 10% ao ano.

Desde o início da dominação portuguesa, o estado foi basicamente agrícola, tendo destaque na produção nacional de cana-de-açúcar devido ao clima e ao solo tipo massapê. Nas últimas décadas, porém, essa quase dedicação exclusiva à produção de açúcar e álcool da cana-de-açúcar vêm terminando.

Vêm sendo explorados recentemente novas fontes de extrativismo, além de floricultura e o setor industrial em torno da empresa de Suape, fundada em 1979. Os principais empreendimentos são dos setores alimentício, químico, materiais elétricos, comunicações, metalúrgica e minerais não-metálicos. Também tem grande destaque internacional a produção irrigada de frutas ao longo do rio São Francisco – quase que totalmente voltada para exportação – concentrada no município de Petrolina, em parte devido ao aeroporto internacional, com grande capacidade para aviões cargueiros do município. O município de Gravatá é um dos principais produtores de flores temperadas do Nordeste. [7]

O crescimento da monocultura de cana-de-açúcar (aumento de 20% entre a safra de 1999 e a de 2000) vem diminuindo a cada ano, e eventualmente será nula, posteriormente tendendo a regredir. Perde espaço para a indústria, comércio e serviços no estado.
Evolução do PIB e do PIB per capita de Pernambuco Anos PIB
(em reais) PIB per capita
(em reais)
2002 35.251.387.000 4.328
2003 39.308.429.000 4.774
2004 44.010.905.000 5.287
2005 49.903.760.000 5.931

[editar] Indústria e tecnologia

Entre 1997 e 1999, a empresa de Suape – grande complexo industrial e portuário do litoral sul do estado – teve crescimento de 16,7%. O estado tem a segunda maior produção industrial do Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia. No período de outubro de 2005 a outubro de 2006, o crescimento industrial do estado foi o segundo maior do Brasil – 6,3%, mais do dobro da média nacional no mesmo período (2,3%). [8]

Recentemente Pernambuco foi escolhido para a implantação de unidades das seguintes empresas:

* Petrobrás e PDVSA – Refinaria;
* Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e PJMR-Estaleiro Atlântico Sul;
* Hemobrás – Fábrica de Hemoderivados;
* Novartis – Fábrica de Vacinas;
* Bunge – Moinho;
* CSN – Siderúrgica;
* GERDAU – Usina;
* Mossi & Ghisolfi – Fábrica de resina PET.

Outro segmento que merece destaque é o da extração mineral. O pólo gesseiro de Araripina é o fornecedor de 95% do gesso consumido no Brasil.

O pólo de informática do Recife – Porto Digital – apesar de criado há apenas 6 anos, está entre os cinco maiores do Brasil. Emprega cerca de três mil pessoas, e tem 3,5% de participação no PIB do estado. [9]

[editar] Papel de Centralizador Econômico

Por sua posição geográfica e disposições históricas, o estado atua como um centralizador econômico no Nordeste há séculos. Num raio de 300km do Recife, vivem 12 milhões de pessoas, R$ 54,7 bilhões de PIB, mais da metade dos centros de pesquisa da Nordeste, quatro grandes portos e dois aeroportos internacionais. Ao estender o raio para 800 km, se concentra 90% do PIB de toda a região Nordeste.[10] Isso se deve principalmente à posição central do estado e da RMR em relação ao Nordeste e da proximidade da cidade do Recife de outras capitais de estado como João Pessoa e Maceió, além de importantes centros urbanos interioranos como Campina Grande, Caruaru, Garanhuns e Arapiraca.

[editar] Indicadores
PIB 1999
Agropecuária 7,7%
Indústria 33,3%
Comércio e Serviços 59%
Exportações 2001
Açúcar 40%
Petroquímicos 11%
Peixes e Crustáceos 10%
Frutas 9%
Materiais Elétricos 9%
Outros 21%

* PIB – O Produto Interno Bruto de Pernambuco foi de R$ 42.260.926 mil em 2003 [11], correspondente a 2,7% do PIB nacional. Em 10 anos, o PIB aumentou mais de cinco vezes (1994-2004).
* Exportações – O principal produto exportado pelo estado é a cana-de-açúcar cultivada na Zona da Mata. Em 2001, as exportações totalizaram US$ 335 milhões.

[editar] Turismo

O litoral do estado de Pernambuco tem cerca de 187 km de extensão, entre praias e falésias, zonas urbanas e locais praticamente intocados. Além das praias, possui o arquipélago de Fernando de Noronha, Patrimônio Natural da Humanidade, e suas 16 praias. Faz fronteira ao norte com a Paraíba e ao sul com Alagoas.

[editar] Litoral Sul
Resort na praia de Muro Alto.
Resort na praia de Muro Alto.
Recife Antigo. Ao fundo, Boa Viagem.
Recife Antigo. Ao fundo, Boa Viagem.
Praia de Muro Alto, vista para o sul.
Praia de Muro Alto, vista para o sul.

O litoral sul do estado, que têm cerca de 110km de praias, é famoso por diversas praias conhecidas nacional e internacionalmente, como Porto de Galinhas.

Turistas de todo o país se hospedam nos luxuosos hotéis e resorts do litoral. Conta também com importantes pólos industriais, principalmente petroquímicos, e o porto de Suape, de importância nacional.

Atualmente o litoral sul vive uma fase de progresso franco e rápido. Só na praia de Muro Alto, localizada no município de Ipojuca, foram investidos mais de R$ 70 mi pela iniciativa privada para a construção de resorts de nível internacional, aptos a receber hóspedes de todos os países. Através do Programa de Desenvolvimento Integrado do Turismo, no litoral sul foram investidos US$ 25 mi para obras de infra-estrutura, capacitação de mão-de-obra e preservação do patrimônio histórico. Com o Fundo de Amparo ao Trabalhador, foram capacitados cerca de 890 profissionais para a área de turismo. Pelo mesmo fundo, 2400 pessoas foram treinadas para trabalhar nas indústrias do litoral. [12]

Praia mais famosa do litoral sul, Porto de Galinhas ajuda a duplicar a população de Ipojuca todo verão. Os 60 mil habitantes do município desfrutam de 10 mil vagas de trabalho, diretas e indiretas, provenientes exclusivamente do turismo, ultrapassando a capacidade máxima de 7 mil postos oferecidos pelo secular trabalho nos latifúndios de cana-de-açúcar. Segundo a Associação da Indústria Hoteleira em Pernambuco (ABIH/PE), 90% da mão-de-obra empregada nos hotéis, restaurantes, lojas de artesanato e demais segmentos turísticos são oriundos da próprio município de Ipojuca e arredores. [13]

As principais praias do litoral sul são as dos municípios de:

* Recife (Boa Viagem e Pina)
* Jaboatão dos Guararapes (Barra de Jangada, Candeias, Piedade)
* Cabo de Santo Agostinho (Calhetas, Enseada dos Corais, Gaibu, Itapuama, Paiva, Paraíso, Suape e Xaréu)
* Ipojuca (Camboa, Cupe, Muro Alto, Pontal de Maracaípe, Porto de Galinhas e Serrambi)
* São José da Coroa Grande (São José da Coroa Grande Barra da Cruz, Gravatá e Várzea do Una)
* Sirinhaém (Barra de Sirinhaém, Guadalupe e Gamela)
* Tamandaré (Tamandaré, Mamocambinhas e dos Carneiros)

As praias de Piedade e Candeias são densamente habitadas, cercadas por altos edifícios de luxo. A partir de Itapuama, o padrão das praias passa a ser de longas faixas de areia pouco habitadas, onde é praticado pelos nativos pesca e artesanato, e se encontram os diversos hotéis e resorts.

A economia do litoral sul não-urbano é baseado em turismo e artesanato. Em Porto de Galinhas, há diversos restaurantes, bares, lojas de artesanato e de artigos de mergulho, casas de shows, além de dezenas de hotéis e pousadas.

[editar] Litoral Norte
Mata Atlântica
Mata Atlântica
Fernando de Noronha.
Fernando de Noronha.

O Litoral Norte do Estado é mais densamente habitado do que o litoral sul, quase urbanizado por completo desde a Região Metropolitana do Recife até a fronteira da Paraíba. Tem um dos sítios históricos mais importantes da região, como o município de Olinda e a de Itamaracá, povoada desde 1508. Construções do brasil-colônia, como o Forte Orange, são muito visitados por turistas que passam pela região.

Além das praias, também é conhecido por ter o Veneza Water Park, um dos maiores do Brasil, na praia de Maria Farinha.

As principais praias do Litoral Norte são as dos municípios de:

* Paulista (Maria Farinha, Conceição, Pau Amarelo e Janga)
* Goiana (Carne de Vaca e Ponta de Pedras)
* Itamaracá (Itamaracá e Gavoa)
* Olinda (Rio Doce e Casa Caiada)

[editar] Fernando de Noronha

O estado administra a ilha de Fernando de Noronha, famosa ilha, que atrai muitos turistas todos os anos, que vão lá atraídos pelas belas praias, algumas das mais bonitas de todo o país. A ilha também é considerada o melhor lugar para à prática de Surf de todo o Brasil, e é lá que ocorrem os principais campeonatos da modalidade no Brasil.

[editar] Energia

Após a privatização da CELPE (vendida para a espanhola Iberdrola), o Estado passou a comprar a maioria de sua energia da Termopernambuco, termelétrica do grupo Neoenergia, que por sua vez tem a CELPE como distribuidora, passando a ter uma das tarifas de energia elétrica mais caras do país.

[editar] Saúde
Mortalidade infantil 41,2‰ [14]
Médicos 12,6 por 10mil hab.
Leitos hospitalares 2,7 por 1000 hab.

Apesar da grande carência de instalações de saúde básicas no interior do estado, a capital possui dezenas de grandes hospitais e três grandes hospitais públicos (da Restauração, Barão de Lucena e Getúlio Vargas, além do Hospital das Clínicas, da UFPE) que atendem a enfermos de toda a Região Metropolitana e também dos oriundos do interior. O pólo de hospitais particulares, equipados com máquinas de última geração, faz da capital Recife o segundo maior pólo médico e hospitalar do Brasil. [15]

[editar] Educação
Matrículas Docentes Escolas
Total Pública Privada Total Pública Privada Total Pública Privada
Ensino Pré-Escolar 270.145 154.648 115.997 14.577 7.839 6.738 6.545 4.222 2.323
Ensino Fundamental 1.752.632 1.523.737 228.895 73.635 58.168 15.467 10.488 8.511 1.977
Ensino Médio 425.890 395.897 59.903 20.200 14.883 5.317 1.118 762 356
Ensino Superior 116.561 31.127 55.434 6.977 4.180 2.797 72 18 54

As principais instalações educacionais do estado estão concentradas na capital, que conta com a sétima melhor universidade federal do país e a vigésima segunda da América Latina, a UFPE. [16]

[editar] Ensino superior

Ver artigo principal: Universidades de Pernambuco

Pernambuco tem suas principais faculdades e universidades fundadas no século XIX e XX. Algumas se destacaram nacionalmente. A centenária Faculdade de Direito do Recife, hoje vinculada à UFPE, fundada a 11 de agosto de 1827, foi o primeiro curso superior do Brasil, aprovada juntamente com a de São Paulo, ainda sob governo de Dom Pedro I. Nela importantes nomes da história brasileira estudaram, destacando o poeta, abolicionista e escritor baiano Castro Alves e o diplomata, escritor e político abolicionista Joaquim Nabuco.[17] A UFPE, que, completou 60 anos em 2006, é uma das mais antiga instituições federais do Brasil. Outra instituição importante é a UPE, Universidade de Pernambuco, antiga FESP, que é uma universidade estadual com campus avançados em várias cidades do interior do Estado. O CEFET-PE, antiga Escola Técnica Federal, além de se dedicar ao ensino técnico a quase 100 anos, tem oferecido com excelência cursos superiores tecnológicos. [18]

[editar] Transportes

A principal forma de transporte do estado são rodovias. As mais importantes são a BR-101, que, avançando pela costa pernambucana, liga o norte ao sul do estado, passando pela RMR, e a BR-232, ligando a capital ao interior do estado, no sentido leste-oeste.
Aeroporto Internacional do Recife
Aeroporto Internacional do Recife

[editar] Aeroportos

O estado tem dois aeroportos internacionais. O Aeroporto Internacional dos Guararapes – Gilberto Freyre é o maior aeroporto do Norte-Nordeste, com uma pista de 3305 m e capacidade para 5 milhões de passageiros ao ano.[19] O Aeroporto de Petrolina possui a segunda maior pista de pouso do Nordeste e o seu principal emprego é no transporte da produção de frutas do Vale do São Francisco para o exterior.

[editar] Portos

Pernambuco apresenta dois portos marítimos: o de Suape, segundo maior do Brasil, localizado no município de Ipojuca, e o do Recife, um dos mais antigos do Brasil, que muitos estudiosos afirmam ter dado início ao Recife.
Malha viária do estado
Malha viária do estado

[editar] Rodovias

Ver artigo principal: Lista de Rodovias do Brasil

As mais importantes são a BR-101, na costa do estado, no sentido de norte-sul, passsando pela Grande Recife, e a BR-232, que se estende em sentido leste-oeste partindo da cidade do Recife, onde começa no trevo da avenida Abdias de Carvalho com a BR-101, em direção ao interior do estado. A ligação BR-316/122/407/428/110 faz a ligação das localidades da margem esquerda do São francisco em Pernambuco entre Petrolina e Petrolândia.

[editar] Ferrovias

O estado teve uma das primeiras ferrovias do país – a Recife-Cabo de Santo Agostinho, inaugurada a 8 de setembro de 1855, ainda no Brasil Império, construída para transporte de passageiros e carga. Logo após completada, foram iniciados os trechos Ipojuca-Olinda-Escada e em seguida Limoeiro-Ribeirão-Água Preta-Palmares. Em 1882, foi completado o trecho Palmares-Catende, seguido de Garanhuns (1887), Mimoso (1911), Arcoverde (1912) e Salgueiro. A novidade provocou curiosidade e festividade entre os recifenses. Em sua estréia, o trem da linha Recife-Cabo, partindo do Forte das Cinco Pontas transportou mais de 400 pessoas. A locomotiva partiu às 12h e 30 minutos depois atingiu o ponto de chegada, onde uma multidão aguardava.

[editar] Transnordestina

Ver artigo principal: Transnordestina

Consiste em 867km de ferrovias interligando o centro do Nordeste com o Sudeste. Foi sugerida já no século XIX, e permaneceu como promessa até os dias de hoje.
Imagem de satélite da Região Metropolitana do Recife, a mais populosa e a mais rica do Nordeste brasileiro
Imagem de satélite da Região Metropolitana do Recife, a mais populosa e a mais rica do Nordeste brasileiro

[editar] Metrô do Recife

Ver artigo principal: Metrô do Recife

Foi inaugurado em março de 1985, com a linha Werneck-Centro, de 6,2km de extensão. Seguiram-se construções de outras estações, e em outubro de 1986 chegou ao Terminal Integrado de Passageiros, TIP (rodoviária do Recife). Atualmente estão sendo feitas obras para a expansão da rede em direção ao aeroporto, apresentando projeto de integração com o mesmo.

[editar] Terminal Integrado de Passageiros

A unidade de integração metrô-ônibus foi inaugurada a outubro de 1986, sendo a segunda maior estação rodoviária do país. Ocupa 446.000 m², e possui diversas lojas em seus quatro pisos.

[editar] Curiosidades

Você sabia…

* Que o maior estaleiro do Hemisfério Sul está em construção em Pernambuco?[20]

* Que no Recife foi construída a primeira Sinagoga da América?[21]

* Que a ponte mais antiga da América Latina foi construída em 1643, no Recife, pelos holandeses? [22]

* Que no Recife o Galo da Madrugada foi o maior bloco carnavalesco do mundo até 1995, reunindo um número de pessoas quase igual à população da cidade?[23]

* Que a igreja católica mais antiga do Brasil, construída em 1535, está localizada em Igarassu?[24]

* Que o Brasil foi descoberto em 1498 pelo espanhol Vicente Yáñez Pinzón, no Cabo de Santo Agostinho?[25]

* Que no município de Itambé está localizada a loja Maçônica mais antiga do Brasil?

* Que o primeiro cardeal da América Latina foi o recifense Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, mais conhecido como Cardeal Arcoverde?

* Que no Recife, a 1919, foi feita a primeira transmissão radiofônica do Brasil, pela Rádio Clube de Pernambuco?

* Que o Diário de Pernambuco é o mais antigo jornal em circulação na América Latina, publicado desde 7 de novembro de 1825? [26]

* Que a maioria dos habitantes do Cariri pernambucano são descendentes de holandeses?

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