História esqui aquático

ESQUI AQUÁTICO



1ª aparição nos Jogos


1995


A inspiração no esqui na neve levou o norte-americano Ralph Samuelson a construir o primeiro par de esquis aquáticos em 1922 e ser puxado sobre a água por uma lancha motorizada. Não demorou nem 20 anos para que o esporte deixasse de ser apenas recreação para virar competição.


As três principais provas do esqui aquático são slalom, salto de rampa e truques. No slalom, o competidor tem os dois pés sobre apenas um esqui e precisa completar um percurso delimitado por bóias, tendo o comprimento da corda que o liga à lancha encurtado a cada bóia pela qual passa. Vence quem completar mais bóias com a menor corda.


Na prova de truques, também sobre um esqui, o atleta tem duas séries de 20 segundos para executar manobras que valem pontos. Já no salto sobre rampa são usados dois esquis e vence quem saltar mais longe e continuar esquiando após a queda. Todas essas provas também são realizadas na modalidade descalço (sem esquis).


Por fim, há ainda a modalidade wakeboard, nascida no começo da década de 1980, com inspiração no surfe e no skate e com pranchas que lembram as de snowboard.


Locais


Lagoa Rodrigo de Freitas


Destaques


Disputado desde Mar del Plata-1995, o esqui aquático é dominado por canadenses e norte-americanos. Os dois países conquistaram quatro ouros cada neste período, sendo que os Estados Unidos lideram o número de pódios. Argentina, México e Colômbia aparecem como força secundária.


No Brasil, o esporte ainda dá os primeiros passos e uma medalha em Pan é uma realidade distante. Nicolas Fadauer, terceiro colocado nos Jogos Sul-Americanos, é a principal esperança.


ESQUI AQUÁTICO



Quem gosta de se divertir na água vai adorar as manobras e os saltos praticados pelos esquiadores.


Cada vez mais adeptos do esqui estão surgindo, proporcionando maior divulgação do esporte.


Conheçam mais deste esporte e se divirtam.


História


Existem muitas lendas com relação ao surgimento deste esporte, mas a mais aceita é a que fala do esquiador suíço, que após descer uma montanha gelada e chegar em sua base, acabou sua performance nas águas de um lago que existia por lá.


No Brasil, os primeiros esquis apareceram na década de 40 e 50 e chegaram através de pessoas da sociedade paulistana. Importados dos EUA, eles eram feitos em madeira, que depois de tratada era empenada para ter a forma correta.


No começo, esquiava-se sempre com os dois pés (um em cada esqui) e as acrobacias se limitavam a pular marola, ficar agachado, tirar um esqui fora dágua, etc. Mas foi nos anos 60, que o esqui aquático passou a ser dividido em três modalidades, como é até hoje: saltos na rampa, slalom e truques. Existe, atualmente, uma modalidade muito praticada e conhecida como sola, onde o esquiador utiliza a sola do pé como esqui. Mas esta não faz parte das “clássicas” modalidades do esqui aquático.


No Brasil, o grande introdutor do esqui foi o paulista Paulo Weigand, que ainda participa ativamente de seu desenvolvimento.


O que é necessário para praticar



Qualquer pessoa que se disponha a se molhar e se equilibrar está apta para praticar este esporte. É só ter persistência e insistir em ficar em pé até conseguir pegar o jeito.


A grande vantagem de se esquiar como forma de recreação é que é possível praticar esqui aquático com qualquer embarcação, desde um “jet-ski” à uma lancha “off-shore” de 36 pés.


Os equipamentos, como luvas, o esqui, colete salva-vidas e manete devem ser comprados pelo esquiador. Em competições oficiais, os únicos equipamentos fornecidos pela organização e que são iguais para todos são a corda e a lancha.


Modalidades



O Campeonato Brasileiro de Esqui Aquático tem suas duas primeiras etapas no primeiro semestre e as restantes (duas ou três) no segundo semestre.


Conheçam as modalidades clássicas do esqui aquático:

Saltos de Rampa


São, na verdade, saltos em distância e o esquiador usa dois esquis especiais de material resistente e leve. O barco passa paralelo à rampa, a uma velocidade de 35 milhas, e o esquiador, para adquirir mais velocidade, vai em direção à rampa cruzando a marola do próprio barco. Ao chegar na rampa, o esquiador projeta-se no ar e aterrisa na água. Vence aquele que cair na água o mais longe possível da rampa. O mais importante é que o esquiador deve permanecer esquiando após o salto, pois se ele cair o salto é invalidado.


Truques


É a modalidade mais técnica e consiste em executar diversas manobras, como saltos, giros, loopings, cambalhotas, entre outras. A essas manobras são atribuídos pontos e quem alcançar o maior número de pontos ganha. O esquiador usa um pequeno esqui sem quilhas e tem duas séries de 20 segundos para executar os truques escolhidos.


Slalom


Nesta modalidade, ganha aquele que contornar o maior número de bóias com o menor comprimento de corda. A pista desta modalidade tem 259 metros de comprimento e consiste numa estrutura montada, que fica submersa, dotada de cabos de aço, braços de madeira e bóias. Um “corredor” é formado com as 6 bóias (três de cada lado), pelo qual a lancha segue em linha reta. À medida que o esquiador passa por uma das 6 bóias da pista, a dificuldade para ele aumenta, pois ocorre o encurtamento da corda.


Lugares para praticar


O lugar ideal deve ter como dimensão mínima 700 por 80 metros e que seja de preferência um lago, pois assim a região costuma ser abrigada de ventos e sem o trânsito de outras lanchas.


No Brasil, existem atualmente alguns locais que já tem toda a infra-estrutura instalada, como pistas, rampas, etc. Conheçam alguns desses lugares:


· São Paulo – Lago Alphacon em Itu, Clube Náutico Araraquara em Araraquara e Represa do Broa em São Carlos.


· Rio de Janeiro – Lagoa Rodrigo de Freitas.


· Rio Grande do Sul – Lagoa de São Bernardo em São Francisco de Paula e Praia da Atlântida.

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