Jacques derrida e o recit da tradução





























Autor: Elida Ferreira
[pt] Jacques Derrida e o recit da tradução : o Sobreviver/Diario de Borda e seus transbordamentos
Instituição de Defesa: Universidade Estadual de Campinas . Instituto de Estudos da Linguagem
Data de Defesa: 2004-01-09
Resumo: [en] This Thesis examines the relation between translation and deeonstruction, in Survivre/Journa/ de Bord, more preeisely in what Derrida calls récit of translation. What is at stake in this work is the impossibility of eompleteness in translation, in writing, in reading; this impossibility brings out to this thesis the question of what I eal~ :ITom and with Derrida, the overrun, with whieh it is committed and :ITom whieh it ean not disengage. A translation – Sobreviver/Diário de Borda has been grafted in the body of this thesis, promoting, as we can say it, an effect of overrun, whieh is essential to thinking over the necessity and the impossibility of the unity of a thesis in a translatable language. What is at stake is a situation ofborder in the border. This problem is related, also in Derrida s text, to the question of the border, the récit, the signature, the translation eonsidered as survive; alI these elements are implicated in the paradoxes and in the récit of translation. This Thesis examines, in the border, the comer in whieh the “is necessary” finds its plaee without plaee in the eontracts, whieh are required by the institution. In this threshold, I propose a displacement, whieh can, furthermore, be implicated in a polities eonceming the plaee of translation in the institution. Sueh a polities, we must discuss this eoncept, should tum baek, to the knowledge and the institution itseH: questions on the place and destination of translation in the university
[pt] Esta tese aborda a relação entre tradução e desconstrução, a partir de Survivre/Joumal de Bord, mais particularmente a partir do que Derrida chama de récit da tradução. Está implicada ali a impossibilidade de totalizar na tradução, na escrita, na leitura; o que traz para esta tese a questão do transbordamento, com o qual se compromete e do qual não pode se desvencilhar. Enxerto na tese uma tradução Sobreviver/Diário de Borda, promovendo, por assim dizer, um efeito de transbordamento fundamental para pensarmos a necessidade e impossibilidade de um volume, na sua unidade presumida, encerrar uma tese numa língua traduzível. Trata-se de uma situação de borda na borda. Esta problemática estará ligada, e no texto de Derrida, à questão da borda, do récit, da assinatura, da tradução como sobrevivência; todos esses elementos implicados nos paradoxos e no tal récit da tradução. Transborda desse récit um outro, e, por uma necessidade de apostar numa política da desconstrução, pela qual clama a-tese, proponho uma tradução da desconstrução; ou seja, proponho explicitar, de um certo modo, o que esteve transbordando, a contratempo, o tempo todo na tese: uma tradução da desconstrução – da palavra e de sua tradução bem como disso, desconstrução, que passou a ser associado ao pensamento derridiano no Brasil. Esta tese aborda, numa borda, a aresta em que se encontra o “é preciso” dos contratos que a instituição prevê. Proponho nesse limiar um deslocamento que pode implicar uma política para o tratamento da tradução na instituição; uma tal política, a discutir a história desse conceito, voltaria, para a própria instituição e o saber estabelecido, questionamentos sobre o lugar e destinação da tradução na instituição universitária
Titulação: Doutor em Linguitica Aplicada
Contribuidor(es): Paulo Roberto Ottoni [Orientador]
Maria Jose R. Faria Coracini
Marcos Antonio Siscar
Paulo Ottoni
Viviane Veras
Assuntos: [pt] Tradução e interpretação
Documentos Digitais: Download Arquivo

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