Oh! Pai querido, pai amado, se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira,  talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.


 


Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor.  E descuidamos, cuidamos pouco, de nós, dos outros…


 


Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar;             falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.


 


Pv 2. 6 –  Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento.


 


Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação.


 


Não damos um beijo carinhoso “porque não estamos acostumados com isso”  e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente                         o que sentimos.


 


E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos,  ou achamos que não temos  o suficiente.


 


Nos entristecemos por coisas pequenas  e perdemos minutos e horas preciosos.


 


Cobramos.  Dos outros. Da vida.   De nós mesmos.


 


Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que  possuem mais que a gente.


 


E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença.


 


E o tempo passa… Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos  fazer outra coisa.


 


Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: E agora?


 


Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.  


 


Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso. 


 


Mesmo porque:


A inteligência sem amor te faz prepotente.


A cruz sem amor se converte em tortura.


A humildade sem amor te faz hipócrita.


A pobreza sem amor te faz orgulhoso.


A justiça sem amor te faz implacável.


A autoridade sem amor te faz tirano.


O trabalho sem amor te faz escravo.


A docilidade sem amor te faz servil.


O êxito sem amor te faz arrogante.


A vida sem amor, não tem sentido.


A política sem amor te faz egoísta.


A riqueza sem amor te faz avaro.


A oração sem amor te faz falso.


A lei sem amor te faz perverso.


A beleza sem amor te faz fútil.


A fé sem amor te faz fanático.


 


Não olhe para trás.  O que passou, passou. O que perdemos, perdemos.  Olhe para frente!  O mundo está aos seus pés!  Você pode todas as coisas.


 


Fil 4. 13 – Posso todas as coisas naquele (Jesus) que me fortalece.


 


Mas, não esqueça:


A raiz de todos os males é  o egoísmo.


O maior erro é a inveja.


A pior derrota é o desânimo.


O pior sentimento é o rancor.


O pior defeito é o mau humor.


A coisa mais fácil é errar.


O maior obstáculo é o medo.


 


Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.


 


Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós.  A força mais potente do mundo é a fé.


 


João 15. 5 Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer.