No parque dos ipês visitantes fiéis


Há quem não goste de ir a um cemitério. Trabalhar próximo a um deles, portanto, também não é para qualquer pessoa. Para Adriana Martins Santos, que não tem medo da morte, trabalhar em uma banca de flores perto do cemitério Parque dos Ipês, em Jundiaí, é algo muito tranqüilo. “Muitas vezes eu gosto de andar lá dentro do cemitério. Dá uma paz muito grande”, relata.


Adriana está nesse ramo desde 1994. Além da atividade atual, ela já trabalhou, também, em São Paulo, vendendo flores em banca próxima ao Cemitério do Araçá. “Tem gente que vem sempre, principalmente aos finais de semana. Tem pessoas que vêm todo sábado e todo domingo”, afirma.


Adriana conta que há pessoas que moram longe e fazem acertos para compra de flores para certos períodos. “Há quem more longe e feche pacote para seis meses ou um ano. Aí, nós mesmos colocamos as flores no local certo e cuidamos da manutenção”, explica. “Mas também tem pessoas que vêm muito ao cemitério logo após a morte de um ente querido e, com o passar do tempo, acaba se esquecendo e não vêm mais.”


A vendedora tem, no Parque dos Ipês, um avô enterrado. “Mas não vou mentir. Vou muito pouco visitar o túmulo”, confessa. “Sinceramente, não sei o que leva as pessoas a comparecerem com tanta freqüência. Para alguns, esse hábito é muito tradicional. Acho que é uma crença muito especial”, imagina.


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