O hormônio eritropoietina

A eritropoietina ou EPO é um hormônio glicoprotéico produzida nos seres humanos pelos rins e fígado (em menor quantidade) que tem como função principal regular a eritropoiese.


O gene que codifica a eritropoietina foi clonado em 1985 e é utilizado com êxito na produção artificial do hormônio.


A EPO é muito utilizada para o aumento do desempenho dos atletas, sobretudo no ciclismo, posto que aumenta o nível de glóbulos vermelhos no sangue, melhorando assim a troca de oxigênio e elevando a resistência ao exercício físico


A eritropoietina ou EPO é um hormônio glicoprotéico produzida nos seres humanos pelos rins e fígado (em menor quantidade) que tem como função principal regular a eritropoiese.


O gene que codifica a eritropoietina foi clonado em 1985 e é utilizado com êxito na produção artificial do hormônio.


A EPO é muito utilizada para o aumento do desempenho dos atletas, sobretudo no ciclismo, posto que aumenta o nível de glóbulos vermelhos no sangue, melhorando assim a troca de oxigênio e elevando a resistência ao exercício físico


História


Em 1906, Carnot descobriu que uma injeção de soro de coelhos anêmicos em coelhos normais aumentavam a produção de glóbulos vermelhos (ou hemácias) no últimos.O termo hemopoietina é então empregado até o uso do termo eritropoietina. Sua sintese renal foi descoberta em 1957. O gêne da molécula foi identificada e clonada em 1985, permitindo sua fabricação industrial. Sua utilização médica foi aprovada nos Estados Unidos em 1989.



Medicina


Na medicina, ela é utilizada nos seguintes casos:insuficiência renalcrônica, doenças hematológicas, cânceres, tumores sólidos, linfomas,mieloma múltiplo, programas de transfusão autóloga(transfusão efetuada com sangue do próprio indivíduo, coletado e conservado em data anterior), cirurgia ortopédica programada.A aplicação varia de acordo com a necessidade e estado clínico do paciente. Há dosagens subcutêna e intravenosa. A subcutânea por ser espessa e gelada é bastante dolorida quando aplicada. Mas para diminuir a sensação de dor, basta aplicar em áreas mais gordurosas.



Produção


A eritropoetina é secretada essencialemente pelo córtex renal (aproximadamente 90% da produção). Foi demonstrado que o fígado (sobretudo nos fetos), o cérebro e o útero produzem a eritropoetina igualmente. A produção de eritropoetina é estimulada pela baixa de oxigênio nas artérias renais. A aplicação varia de acordo com a necessidade e estado clínico do paciente. Há dosagens subcutânea e intravenosa. A subcutânea por ser espessa e gelada é bastante dolorida quando aplicada. Mas para diminuir a sensação de dor, basta aplicar em áreas mais gordurosas.



 Ação


A baixa da pressão parcial em oxigênio (pessoas que vivem nas altitudes), a diminuição do número de glóbulos vermelhos (ou hemácias) causada por uma hemorragia ou por uma destruição excessiva, o aumento da necessidade de oxigénio pelos tecidos levam a uma secreção de eritropoietina. Ao contrário, o excesso de oxigénio nos tecidos diminui a sua secreção. Actua sobre as células eritroblásticas da medula óssea, isto é, as células precursoras dos glóbulos vermelhos por intermediação de receptores específicos. 10% da eritropoietina é secretada pelo fígado e 90% pelos rins.


A eritropoietina estimula a proliferação das células-tronco precursoras de glóbulos vermelhos (ou hemácias), ao nível da medula óssea, aumentando assim a produção destas últimas de uma a duas semanas.



Deficiência de EPO


Como os rins são os principais produtores de eritropoetina (EPO), uma insuficiência renal crônica leva geralmente a uma deficiência de EPO, e por consequência a uma anemia hipoplásica

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