O ovo de pequim.

Quarta-Feira , 20 de Agosto de 2008
O Ovo de Pequim
César Tralli e André Amaral
Pequim, palco dos Jogos Olímpicos de 2008, será a terceira sede asiática do evento (Tóquio, no Japão, sediou em 1964, e Seul, capital da Coréia do Sul, organizou a festa em 1988) é uma cidade de contrastes. Modernidade e tradição convivem lado a lado nos principais pontos turísticos da cidade..

A primeira impressão é a de uma cidade caótica, com grandes engarrafamentos e multidões nos transportes coletivos. Porém, suas antigas ruelas – chamadas de hutong – refletem paz e tranqüilidade: nelas, o tempo parece ter parado há décadas.

A cidade é conhecido por seu apego às tradições, com monumentos, templos e bairros antigos. Mas esta tendência foi mudando, especialmente a partir da confirmação da capital chinesa como sede dos Jogos de 2008. Pouco a pouco foram surgindo espaços completamente novos, com arranha-céus que refletem o que há de mais moderno na arquitetura.
A china é um país que sabe conciliar tradição e modernidade. Nesta cobertura das Olimpíadas, nós conhecemos o grande estádio chamado de “Ninho do Pássaro”. Conhea agora o “Ovo de Pequim”.
A china é um país que sabe conciliar tradição e modernidade.
Uma cúpula gigante de estrutura arrojada antecipa o futuro no centro histórico de Pequim. A construção é projeto de um arquiteto francês, obra de empresas americanas e símbolo de uma nova revolução cultural na China.

O “Ovo”, como é chamado pelos chineses, é uma teia de metal coberta com vidro que ocupa uma área de 150 mil metros quadrados e abriga três teatros e uma sala de ópera. Mal abriu, o Ovo já virou atração turística.

O imenso ovo celebra o nascimento de artistas plásticos chineses. As Olimpíadas foram retratadas lá dentro em esculturas que imortalizam atletas e espectadores e competições que nos deixam de boca aberta.

A exposição reúne mais de cem esculturas em bronze, prata e aço. São obras de artistas chineses consagrados que vão rodar o mundo depois do fim das Olimpíadas.

No Ovo de Pequim, a vida celebra a arte, que por sua vez celebra a vida e suas belezas distintas. Ainda bem que esse imenso ovo não cabe no Ninho do Pássaro.

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