O que é diabete?

O Que é Diabetes?


 O Diabetes é um distúrbio no metabolismo da glicose do organismo, onde a glicose presente no sangue passa à urina sem ser usado como um nutriente pelo corpo.


Existem, porém, diferenças nas causas e na gravidade deste distúrbio. Por isso, costuma-se falar em diferentes tipos de diabetes. Os dois tipos mais comuns são chamados de Diabetes Tipo I e de Diabetes Tipo II. A distinção entre um e outro, nem sempre é fácil.


O Diabetes Tipo I também é chamado de diabetes insulino-dependente porque os portadores deste tipo de diabetes dependem de tratamento insulínico para sobreviverem. Este tipo de diabetes sempre afeta indivíduos jovens.


O Diabetes Tipo II, ou não insulino-dependentes, geralmente afeta indivíduos mais velhos. ele pode aparecer com diferentes níveis de gravidade e este nível de gravidade pode variar com o tempo. O Diabetes Tipo II pode não requerer um tratamento insulínico em seus estágios iniciais, mas a insulina poderá ser a melhor escolha quando, simplesmente, outros tipos de tratamento se tornarem, gradualmente, inadequados.


 


PRINCIPAIS SUSPEITAS


A doença só se manifesta pelo aparecimento de vários destes sinais e sintomas, ao mesmo tempo.




 


A DOENÇA


Se você possui e pensa que é a única pessoa portadora de diabetes, está muito enganado. De cada 100 pessoas, pelo menos 6 ou 7 tem a doença, o que o fará encontrar diabéticos onde for.


Assim, é lógico que algum conhecimento sobre a doença é importante e a primeira informação que você deve ter é que a INSULINA, hormônio produzido pelo pâncreas, é o pivô da história.


Ela tem a responsabilidade de manter a utilização adequada dos nutrientes (alimentos), entre os quais a GLICOSE, que é a mais simples de um grupo de substâncias chamadas CARBOIDRATOS ou açúcares.


Qualquer carboidrato ingerido (por exemplo: o amido encontrado nos cereais e raízes – batata), para ser absorvido no intestino, tem de ser quebrado nas suas formas mais simples, SACAROSE (açúcar de mesa) e GLICOSE.


Uma vez absorvida, a glicose, para ser utilizada, tem de entrar nas células e é a INSULINA que torna este processo possível ou mais fácil.


Se uma pessoa não tem insulina, ou se sua ação está diminuída, o primeiro resultado é fácil de se imaginar: a glicose, não podendo entrar na célula e ser consumida, acumula-se no sangue (HIPERGLICEMIA).


Esse excesso de glicose tem de ser eliminado e o caminho mais fácil é a urina (GLICOSÚRIA). Para sair na urina, necessita levar água consigo e isto faz a pessoa urinar mais que o normal (POLIÚRIA).


Ao eliminar muita água pela urina, a pessoa se desidrata, tem sede e passa a beber água exageradamente (POLIDIPSIA).


Se a célula não recebe glicose, além dos outros nutrientes que a insulina controla (proteínas e gorduras), o cérebro “pensa” que está faltando alimento (ENERGIA) para o corpo e ativa mecanismos de emergência para arranjar esse alimento.


Esses mecanismos fazem o fígado produzir glicose e mandá-la para o sangue, além de obrigar o tecido gorduroso a queimar suas reservas para produzir mais energia que movimentará o corpo humano.


Você pode imaginar, e é verdade, que a glicose vai subir mais ainda e o paciente começa a EMAGRECER e a sentir FRAQUEZA (pois falta energia).


Esses fenômenos levam a pessoa a sentir fome (POLIFAGIA), o que vai aumentar ainda mais os níveis sangüíneos de glicose. A queima de gorduras para produzir energia gera um sub-produto chamado ACETONA, que tem de ser eliminado pela respiração dando um hálito com cheiro adocicado (HÁLITO CETÔNICO) – e pela urina (ACETONÚRIA).


Agora você sabe como é a doença e como ela se manifesta e já pode começar a entender algumas exigências do tratamento.


O DIAGNÓSTICO


Não será difícil você imaginar como se descobre a doença, já que, numa pessoa com todas as queixas descritas, o exame a ser feito é a dosagem de glicose no sangue (GLICEMIA) e na urina ( GLICOSÚRIA).



 

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