O que é testemunhas de jeová

Afirmam adorar exclusivamente a Jeová e consideram-se seguidores de Jesus Cristo. Possuem adeptos em 236 países e territórios autónomos, ascendendo a mais de seis milhões e novecentos mil praticantes , apesar de reunirem um número muito superior de simpatizantes . Crêem que a sua religião é a restauração do verdadeiro cristianismo, mas rejeitam a classificação de serem fundamentalistas no sentido em que o termo é comumente usado. Afirmam basear todas as suas práticas e doutrinas no conteúdo da Bíblia.


 


As Testemunhas de Jeová são bem conhecidas pela sua regularidade e grande persistência na obra de evangelização de casa em casa e nas ruas. Possuem um dos maiores parques gráficos do mundo visando a impressão e distribuição de centenas de milhões de exemplares da Bíblia e de publicações baseadas nela. Como parte da sua adoração a Deus, assistem semanalmente a reuniões congregacionais e a grandes eventos anuais, onde o estudo da Bíblia constitui a principal temática. São ainda conhecidas por recusarem muitas das doutrinas centrais das religiões ditas cristãs, pelo apego a fortes valores que afirmam ser baseados na Bíblia, nomeadamente quanto à neutralidade política , à moralidade sexual , à honestidade e à recusa em aceitar transfusões de sangue.


 


História e actividades básicas


As Testemunhas de Jeová iniciaram suas actividades nos tempos modernos por meio de Charles Taze Russell, a partir da década de 70 do Século XIX. Russell e alguns amigos formaram um pequeno grupo de estudo não sectário da Bíblia, em Allegheny (hoje integrada na cidade de Pittsburgo, Pensilvânia), nos Estados Unidos da América. Com o fim de publicar as suas ideias sobre o que considerava ser a verdade bíblica em contraste com erros doutrinais que atribuía a outras denominações religiosas, Russell começou a publicar A Sentinela, que se assume como a mais distribuída revista religiosa do mundo , bem como a mais traduzida revista de qualquer género . As pessoas que recebiam a revista começaram a reunir-se em grupos para estudo da Bíblia. Assim, acabaram por tornar-se conhecidos por Estudantes da Bíblia ou, quando A Sentinela começou a ser traduzida em outras línguas, Estudantes Internacionais da Bíblia..


 


Originalmente, a impressão de A Sentinela e tratados religiosos era feita quase que inteiramente por firmas comerciais. Mas, visando uma maior divulgação pela página impressa, Russell fundou a Sociedade de Tratados da Torre de Vigia de Sião, sendo que esta associação religiosa é hoje conhecida como Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados de Pensilvânia. Estava deste modo formado o principal instrumento legal do grupo religioso que posteriormente viria a ficar conhecido por Testemunhas de Jeová, visando a realização da sua obra mundial de evangelização. Usualmente, ao se empregar a expressão Sociedade Torre de Vigia, pretende-se mencionar esta primeira Sociedade, ainda em funcionamento hoje em dia. A directoria desta Sociedade veio a constituir o que se convencionou chamar Corpo Governante, ou seja, o grupo de homens responsáveis pelas actividades mundiais das Testemunhas de Jeová. Durante muitos anos, a expressão “a Sociedade”, usada pelas Testemunhas, era uma referência directa a este Corpo Governante . Finalmente, a partir da década de 70 do Século XX, passou a existir uma clara distinção entre o Corpo Governante e as várias sociedades jurídicas que as Testemunhas usam em todo o mundo. Estas sociedades ou associações, incluindo a mais antiga delas, são encaradas como simples instrumentos legais para as suas actividades.


Hoje, as Testemunhas de Jeová constituem um grupo mundial de milhões de membros, agrupados em células locais designadas por Congregações, unidas sob uma estrutura mundial que coordena todas as suas actividades. Apesar de possuírem o que chamam de organização e nela existirem homens que assumem responsabilidades locais ou mais abrangentes, as Testemunhas não formam distinção entre clero e leigos, tal como acontece com muitas denominações religiosas. Os seus responsáveis não possuem títulos honoríficos, não usam vestimenta ou símbolos distintivos, não se lhes impõe o celibato, não são assalariados e espera-se que sejam os primeiros a dar o exemplo de boa conduta e moral aos restantes membros da congregação.


 


Apesar de duramente perseguidas e proscritas em muitos países, sendo alvo de críticas e várias controvérsias devido à sua singular interpretação da Bíblia e apego intransigente às suas doutrinas que, na sua maioria, diferem da teologia dita cristã, rejeitando assim qualquer envolvimento ecuménico, mantendo uma estrita neutralidade política e militar e defendendo uma conduta moral bastante rígida, as Testemunhas de Jeová continuam a experimentar um contínuo aumento entre as suas fileiras. Para isso contribui um zelo notável, que alguns consideram proselitismo agressivo, no que chamam “obra de pregação das Boas Novas do Reino”. Este serviço realizado voluntariamente distingue-as e torna-as conhecidas mundialmente, sendo habitual observá-las nas suas regulares visitas às casas dos seus vizinhos e no contacto directo com o público onde quer que haja pessoas. Preocupam-se também em divulgar os seus ensinos por publicarem milhares de milhões de páginas de informação em várias centenas de línguas, sem esquecer os que têm necessidades especiais, tal como os surdos ou cegos. Aos interessados oferecem estudos domiciliares e gratuitos da Bíblia tentando depois trazê-los até aos seus centros de reunião, conhecidos por Salões do Reino. As suas reuniões e Congressos, bem como a realização de cerimónias como casamentos e funerais, são sempre realizadas gratuitamente e nunca fazem colectas, nem se cobram dízimos. Aceitam contribuições voluntárias e anónimas para o financiamento da sua obra e dos seus locais de reunião. Mantêm ainda extensos programas de educação e de serviço voluntário em várias frentes.


 


 


O seu nome distintivo


Esta comunidade religiosa era conhecida inicialmente como Estudantes da Bíblia. Os seus membros foram também chamados, em sentido pejorativo, de “russellitas”, “rutherfordistas”, “auroristas do milénio” e “anti-infernistas”. Em 1931, entenderam que deveriam fazer uma distinção entre a maioria dos membros que eram leais à Directoria da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados e certos grupos dissidentes que também se intitulavam Estudantes da Bíblia. Além disso, consideraram que o termo Estudantes da Bíblia era demasiado vago para servir como designação distintiva. Assim, no domingo, 26 de Julho de 1931, no culminar do Congresso realizado em Columbus, Ohio, nos Estados Unidos da América, os presentes adotaram unânimemente uma resolução intitulada “Um Novo Nome” [15], apresentada por Joseph Rutherford, o segundo presidente da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. Nela foi proposto o nome descritivo e distintivo de “Testemunhas de Jeová”. Para legitimar a escolha do nome usaram o texto bíblico de Isaías 43:10 que, conforme a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas (NM), publicada pelas Testemunhas de Jeová cerca de vinte anos mais tarde, diz:


 


“Vós sois as minhas testemunhas”, é a pronunciação de Jeová, “sim, meu servo a quem escolhi, para que saibais e tenhais fé em mim, e para que entendais que eu sou o Mesmo. Antes de mim não foi formado nenhum Deus e depois de mim continuou a não haver nenhum.”


Algumas vezes, as suas publicações usam a expressão “Testemunhas cristãs de Jeová”, como forma de reforçar a sua crença em Jesus Cristo como o Filho de Deus e Salvador da humanidade e não apenas em Jeová Deus, seu Pai. Também afirmam que fazem parte de uma “grande nuvem de testemunhas” pré-cristãs de Jeová. (Hebreus 11 a 12:1) Argumentam que o próprio Jesus Cristo é chamado de “testemunha fiel e verdadeira”. (Revelação ou Apocalipse 3:14)


 


Afirmam que, desde o início, terá existido apenas uma religião verdadeira, constituída por aqueles que a Bíblia menciona como fazendo a vontade de Jeová, e que todas as outras formas de adoração podem ser englobadas num império mundial de religião falsa. Consideram que uma das características principais que fazem com que qualquer grupo religioso, seja ele cristão ou não, seja incluído no conjunto da religião falsa é o desprezar ou simplesmente não reconhecer e divulgar o Nome de Deus, conforme apresentado na Bíblia pelo Tetragrama YHVH, e pronunciado consoante a forma mais popular na língua de cada país. As Testemunhas de Jeová têm orgulho em divulgar o Nome de Deus, preferindo em português a forma Jeová. Apesar de não considerarem incorrecto o uso de Javé (Jahvé) ou Iavé, preferem a forma Jeová (em português) por ser o uso mais comum em grande número das traduções bíblicas modernas bem como em outras obras seculares e na conversação diária.


 


Apesar de algumas pessoas, e até mesmo a imprensa ou determinadas obras literárias, designarem as Testemunhas de Jeová por “jeovistas” ou “jeovás”, elas rejeitam estes termos considerando-os pejorativos e mesmo ofensivos contra o Deus que adoram, visto que consideram que o Nome Sagrado deve ser tratado com respeito e reverência.


única autoridade reconhecida pelas Testemunhas de Jeová em termos teológicos é a Bíblia. Usam frequentemente a NM – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, publicada pela Sociedade Torre de Vigia, embora usem diversas outras traduções da Bíblia, conforme pode ser visto por uma análise das suas publicações. Além disso, muitas Testemunhas ainda não possuem aquela versão no seu idioma, recorrendo assim às versões mais populares disponíveis no país onde moram.


 


A interpretação do texto bíblico é feita segundo o entendimento aprovado pelo Corpo Governante das Testemunhas de Jeová e publicado pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. Confiam plenamente no seu Corpo Governante como “porta-voz” de Jeová Deus, para fornecer ensino e entendimento bíblico no tempo apropriado. No entanto, nem os que compõem o Corpo Governante nem qualquer outra Testemunha de Jeová afirmam ser inspirados por Deus, ao contrário do que crêem ter acontecido com os escritores bíblicos cuja escrita terá sido guiada pelo Espírito Santo. Assim, as suas publicações podem e são sujeitas a alterações a nível doutrinal, talvez quando um estudo mais detalhado de determinado assunto conduz a um ajuste de pensamento.


As Testemunhas de Jeová procuram empenhar-se na divulgação mundial das suas crenças através de vários meios e, em especial, através da página impressa. Nas suas convenções anuais, são apresentados à comunidade novos livros, brochuras e outros artigos para divulgação doutrinária. Apesar de estarem presentes na Internet, actualmente não possuem quaisquer emissões de TV ou Rádio. No entanto, foram pioneiras no uso do cinema sincronizado com som e fizeram vasto uso de emissoras de rádio no passado, principalmente na década de 30 e 40 do Século XX, quando chegaram a montar as maiores redes radiofónicas da época. [16]


 


A sua mensagem é apresentada ao público, principalmente através de duas revistas:


 


A Sentinela – Anunciando o Reino de Jeová


Despertai!


Hoje possuem um dos maiores parques gráficos do mundo, com capacidade para imprimir centenas de milhões de exemplares de publicações a cada ano, sendo que algumas das suas edições estão entre as mais distribuídas mundialmente. Apenas nos últimos 30 anos do Século XX, imprimiram-se mais de vinte mil milhões (vinte biliões) de livros, folhetos, brochuras e revistas. [17] Os títulos publicados são traduzidos individualmente em dezenas ou mesmo centenas de idiomas e apresentados em versões diferentes, tal como edições com caracteres de grandes dimensões ou em braille para os que possuem deficiências visuais, DVDs com língua de sinais, gravações áudio entre outros. Lançam ainda documentários e filmes sobre diversos temas, discos com temas apenas musicais ou cantados, CD-ROMs com a Bíblia e o conteúdo electrónico da maioria das suas publicações dos últimos 35 anos e mantêm um web site oficial com informações em 314 idiomas. Até Setembro de 2007, o número total de línguas em que as publicações das Testemunhas de Jeová eram editadas alcançava os 437 idiomas [18].


As Testemunhas de Jeová encaram a sua religião como um modo de vida, sendo que todos os outros interesses, incluindo o emprego e a família, giram em torno da adoração exclusiva que prestam a Jeová, o seu Deus. Assim, não importam o que façam, incluindo a selecção de diversão ou de vestuário, de carreira na escola ou na profissão ou mesmo a escolha de cônjuge, o comportamento e interacção com a comunidade, nos negócios ou em lazer, tudo isso é influenciado pela decisão que tomaram de dedicar a sua vida incondicionalmente a Jeová. A Bíblia é encarada como um verdadeiro manual de aplicação prática e obrigatória em todos os campos da vida. Pretendem aplicar seriamente a seguinte injunção bíblica:


 


1 Coríntios 10:31


“Portanto, quer comais, quer bebais, quer façais qualquer outra coisa, fazei todas as coisas para a glória de Deus.” (NM)


Afirmado-se cristãs, observam o exemplo de Jesus procurando imitá-lo, conforme a seguinte instrução:


 


1 Pedro 2:21


“Fostes chamados para este proceder, porque até mesmo Cristo sofreu por vós, deixando-vos um modelo para seguírdes de perto os seus passos.” (NM)


Todas as Testemunhas de Jeová são incentivadas a serem diligentes estudantes da Bíblia e das publicações que afirmam basear-se nela, bem como a apresentar um elevado grau de compromisso com a sua religião. Crêem que todas elas, sejam homens ou mulheres, são ministros de Deus, ordenados no dia do seu batismo pessoal por imersão completa em água. Este passo não é permitido a crianças incapazes de tomar decisões, nem é imposto a adultos. Usualmente, alguém que se reúne com as Testemunhas necessita de vários meses, ou mesmo anos, para ser aprovada para o batismo e só depois de expressar convictamente o seu desejo de se tornar uma Testemunha de Jeová.


 


Além do seu estudo pessoal da Bíblia, espera-se que assistam a reuniões congregacionais, usualmente três vezes por semana, em locais conhecidos por Salões do Reino ou em casas particulares, para instrução colectiva e encorajamento mútuo. Outras reuniões de maiores dimensões ocorrem, usualmente, três vezes por ano, em Salões de Assembléias mantidos por elas ou em instalações públicas alugadas, como estádios desportivos ou auditórios municipais.


 


Todas as Testemunhas, alistadas nos seus relatórios anuais, são também proclamadores activos da mensagem que consideram urgente transmitir. Participam regularmente em actividades formais organizadas localmente para contactar os vizinhos mas também aproveitam ocasiões informais para falar com conhecidos ou simplesmente com aqueles com quem se cruzam ao longo do dia.


 


As Testemunhas de Jeová encontram-se entre as organizações que usam amplamente o serviço voluntário e, pertencendo a uma religião que se afirma cristã, encaram o amor ao próximo como um sinal identificador do cristianismo genuíno. Todos os seus membros são voluntários, usando as suas habilidades, tempo, esforço e recursos financeiros em projectos específicos promovidos pela organização a que pertencem.


 


 


Conceito sobre outras religiões


As Testemunhas de Jeová crêem praticar a religião verdadeira (ou seja, o primitivo Cristianismo), e por fazer isso, serão salvas como grupo, o que não significa que toda Testemunha individual seja salva. Ensinam que, para alguém poder ser salvo, a pessoa tem de obter conhecimento sobre a vontade de Deus (João 17:3), conforme expressa na Bíblia, e pôr em prática aquilo que aprende, mantendo a sua integridade até o fim (Mateus 24:13).


 


Já por muitos anos, as suas publicações têm expresso a opinião que todas as outras religiões são falsas, particularmente as religiões da cristandade, ou seja aquelas que professam ser cristãs. A todas as religiões acusam de permissividade moral, envolvimento na política e nos conflitos mundiais, divulgação de ensinos que consideram pagãos e anti-bíblicos, ostentação material, conduta imprópria ou destaque pessoal dos seus líderes e que, por essas razões, todas elas serão destruídas. Crêem que isso acontecerá às mãos dos governos políticos do mundo que abolirão a religião e que, sem se aperceberem, apenas estarão a executar o julgamento de Deus.


 


Embora sejam criticadas por serem intolerantes com as outras religiões, elas respeitam as diferenças de opinião e não procuram impor as suas crenças. Criticam as organizações religiosas nas suas doutrinas e práticas que consideram biblicamente erradas, mas nunca a fé individual e a sinceridade dos seus crentes. Sobre este assunto, a revista Despertai! afirmou:


 


“Sentimos interesse bondoso e amoroso pelas pessoas de todas as religiões, mas quando as crenças e práticas religiosas delas são falsas e merecem a desaprovação de Deus, trazer isto à atenção delas, por expor a falsidade, significa mostrar amor a elas. Jesus mostrou claramente o erro das práticas religiosas dos escribas e fariseus de seus dias, dizendo que a religião deles era vã.”


 


Oposição às Testemunhas de Jeová


Segundo alguns observadores, as Testemunhas de Jeová foram um dos grupos religiosos mais perseguidos em todo o mundo ao longo do Século XX. Sobre isto, o editor da United Church Observer, que se assume como uma das mais antigas e respeitadas revistas religiosas do Canadá, escreveu:


 


“Não é sempre que os representantes da religião organizada se erguem a favor das Testemunhas de Jeová. No entanto, são um grupo corajoso e, provavelmente, agüentaram mais perseguição por menos ofensas do que qualquer outro grupo religioso do mundo.”



A oposição a este grupo religioso, espalhado pelos vários continentes, ainda permanece viva em quase três dezenas de países , onde as suas actividades estão banidas oficialmente e vários dos seus membros estão encarcerados. Segundo as Testemunhas, a perseguição movida contra elas, mesmo em países considerados democráticos, tem tomado muitas formas distintas, desde a intolerância na família, na escola, no emprego e na sociedade em geral.


 


 


Posições controversas das Testemunhas de Jeová


Ver artigo principal: Posições controversas das Testemunhas de Jeová


Ao longo da sua história, as suas crenças, doutrinas e práticas religiosas têm sido, amiúde, alvo de algumas controvérsias. Especialmente visadas têm sido as suas doutrinas sobre a vinda iminente de um Armagedom global, o seu trabalho intenso de proselitismo, a sua neutralidade e distanciamento quanto a tradições seculares ou assuntos políticos, a prática da excomunhão ou desassociação de membros, a rejeição do uso de sangue na alimentação e na medicina, entre outras temáticas.


 


 


Estatísticas mundiais


As estatísticas recolhidas durante o que as Testemunhas designam por Ano de Serviço, ou seja, num período de doze meses de Setembro a Agosto, foram publicadas no Anuário das Testemunhas de Jeová de 2008. Este relatório, com dados actuais e dos anos anteriores, de cada um dos países onde estão activas, também está disponível on-line, em inglês, no seu web site para a comunicação social [23].


 


Segundo o Relatório Mundial do Ano de Serviço de 2007 (de Setembro de 2006 a Agosto de 2007) [24], as Testemunhas de Jeová tiveram um auge de 6.957.854 publicadores ao redor do globo, em 236 países ou regiões autónomas, o que constitui o maior número de sempre de membros activos. Este número representa um aumento de 3.1% sobre o total de publicadores indicados no Ano de Serviço de 2006.


 


O número de adeptos apresentado no relatório anual refere-se apenas ao número de publicadores que participam regularmente na divulgação da crença (o que inclui publicadores batizados e não-batizados), não sendo por isso, comparável com as estatísticas apresentadas por outros grupos religiosos [25]. Regista-se também o número de 6.561.426 estudantes que durante o ano de serviço de 2007 realizaram um curso bíblico semanal. Destes, 298.304 tornaram-se novos membros batizados.


 


A mesma fonte acima referida informa que 17.672.443 pessoas estiveram presentes na Comemoração da Morte de Cristo, o que também constitui o maior número de sempre. Estes membros activos das Testemunhas e novos estudantes encontram-se distribuídos por 101.376 congregações.


 


Segundo o Relatório Mundial, dos países onde existe pelo menos um milhar de Testemunhas, apenas na Eslováquia se registou diminuição de 1% no número de publicadores. Foi ainda relatado um crescimento de 15.1% em relação a 2006 em 30 países não-identificados devido à proscrição oficial das suas actividades religiosas. São também apresentadas estatísticas sobre o número dos desassociados em algumas das suas publicações.


 

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