Oficina de biodiversidade quer implantar rede de dados científicos no acre

O Governo do Acre realiza nestas segunda e terça-feir, 20 e 21, a 1ª Oficina de Biodiversidade, que busca implantar uma rede em pesquisa, extensão e monitoramento de unidades de conservação e preservação no Estado. O evento ocorre no auditório da Eletronorte, no bairro da Estação Experimental, em Rio Branco, com a participação de pesquisadores, técnicos e gestores em meio ambiente.

“Não conhecemos a metade da biodiversidade do Acre. Por isso, o desafio desta oficina é formar uma rede de compartilhamento de dados gerando: 1º)uma base de informação científica; 2º)integrar as coleções; e 3º)difundir as informações”, explicou Eufran Amaral, secretário de Estado do Meio Ambiente.



Para possibilitar o estabelecimento de uma rede no Acre, a oficina tem entre os paiestrantes Dora Lange, do Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria), de Campinas (SP). “A idéia é tornar informação utilizável para outros fins”, disse a pesquisadora. Para ela, a Cria e suas redes “têm muito o que aprender com o Acre”. “O zoneamento e as reservas extrativistas são exemplos”, disse ela.  O Cria tem como meta e estratégia a disseminação de informação eletrônica, como ferramenta na organização da comunidade científica e tecnológica do País. Atua especificamente na área de informação biológica, de interesse industrial e ambiental.



Na oficina estão sendo tratados temas como fontes de investimentos em pesquisa, monitoramento e extensão para as áreas prioritárias quanto à diversidade biológica no Estado; proposta para implantação do Programa de Inventário e Monitoramento; áreas prioritárias  para inventários e monitoramento; e sistemas de rede integrado para a biodiversidade do Acre

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