Peixe leão causa maior invasão marinha da história no caribe, dizem cientistas

Peixe-leão causa maior invasão marinha da história no Caribe, dizem cientistas


Espécie escapou de um aquário nos Estados Unidos e está infestando a América Central.
Animal de cara feia e espinhos venenosos engole peixes e crustáceos inteiros de uma vez.


Do G1, com informações da AP entre em contato

ALTERA O
TAMANHO DA LETRA





Uma espécie de peixe venenosa está causando uma devastação entre a fauna nativa do Caribe depois de ter escapado de um tanque nos Estados Unidos, alertam cientistas que trabalham na área. O peixe-leão vermelho está aparecendo por toda a região, até mesmo nas áreas mais intocadas, engolindo exemplares de animais locais e atacando mergulhadores.


 


 


Foto: AP
Espécie está causando devastação nos mares caribenhos (Foto: AP)

 



O animal é nativo dos oceanos Pacífico e Índico e não tem predadores no Caribe. É capaz de cercar peixes e crustáceos de até metade do seu tamanho e engolir de uma vez só. Os pesquisadores observaram apenas um peixe-leão comendo até 20 outros peixes em menos de 30 minutos.


 


“Essa pode muito bem se tornar a mais devastadora invasão marinha da história”, afirmou Mark Hixon, da Universidade Estadual do Oregon. Para ele, o que o peixe-leão está fazendo nos mares caribenhos é comparável ao estrago de uma praga de gafanhotos.


 


Embora seja chamado de “vermelho”, a cor predominante da espécie é o branco, com listras vermelhas e marrons. Seus espinhos venenosos dão uma cara meio alienígena ao bicho. O veneno não é fatal para humanos, embora seja muito dolororido.


 


Para a União Mundial de Conservação, o peixe-leão vermelho é uma das piores espécies invasoras do mundo. E como ele nada muito fundo para ser pego por redes — a forma mais comum de lidar com espécies invasoras animais na água –, os cientistas estão procurando descobrir o que pode servir como seu predador: tubarões, enguias e até humanos. Embora algumas pessoas garantam que o gosto do peixe não é ruim, os tubarões, em geral, se recusam a comer a espécie.


 


 


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