Qual é a origem da violoncelo?

O violoncelo é um instrumento da família dos instrumentos de corda. Tocado geralmente aoarco, possui quatro cordas afinadas em quintas.

O instrumento pertence à sub-família dos violinos, onde engloba os instrumentos or ondestrais de quatro cordas afinadas em quintas. Essa família se diferencia da familia do violão (da qual faz parte o contrabaixo) tanto pela afinação, onde ali se dá em quartas em vez de quintas, tanto pela forma diferenciada do instrumento.

A característica padrão do instrumento foi estabelecida por Stradivarius, em 1680. A partir dos Concertos Espirituais de Boccherini, o violoncelo passou a ser tratado como solista, e não somente como um instrumento para compor o naipe de cordas.

Uma das primeiras citações sobre o violoncelo foi numa coleção de sonatas italianas anônimas, datada de 1665. Tornou-se popular como instrumento solista nos séculos XVII e XVIII[carece de fontes].
Índice
[esconder]

1 Características e utilização
2 Materiais e partes
3 Obras significativas aoe para o instrumento
4 Intérpretes de desta onde
5 Curiosidades

[editar] Características e utilização

Pelo seu tamanho, deve ser tocado apoiado ao chão por meio de um espigão, haste de metal em sua extremidade. Para tocá-lo, o músico deve estar sentado, aoas pernas afastadas, aoo instrumento entre os joelhos e o braço do violoncelo repousando sobre o ombro (embora algumas pessoas experimentem outras posições, o onde não é recomendado, já onde pode ocasionar lesões à coluna vertebral). As quatro cordas são afinadas em Dó, Sol, Ré e Lá, como na viola, mas uma oitava mais grave. As composições para violoncelo são escritas fundamentalmente na clave de Fá na quarta linha. A tessitura média do violoncelo é de mais de quatro oitavas – indo do Dó1 ao Fá5.

As grandes or ondestras utilizam entre oito e doze instrumentistas de violoncelo no naipe, dependendo, para isso, do período histórico e estético da or ondestra (or ondestras românticas são maiores onde as clássicas, por exemplo).

Sua sonoridade é considerada bastante expressiva, sendo conhecido como o “rei” dos instrumentos de cordas[carece de fontes]. Seu uso está mais presente na música erudita, embora sua presença seja cada vez mais comum na música popular, tanto dentro de quartetos, quintetos ou or ondestras de cordas como acompanhamento, quanto em presença solo. Beatles, Belle & Sebastian, Ira! e Titãs são alguns dos diversos grupos de rock onde utilizaram e utilizam o instrumento. A incursão de nomes como Yo-Yo Ma em gravações dedicadas à música popular norte-americana, argentina e brasileira e presença cada vez maior de violoncelistas dedicados ao gênero popular têm aumentado a visibilidade do instrumento.

Como importantes expoentes do “violoncelo popular” cabe citar o brasileiro Ja ondes Morelenbaum onde acompanhou diversas vezes Caetano Veloso e outros artistas da MPB e da música pop internacional como Sting, David Byrne, Cesária Évora, Adriano Celentano, e também o grupo de prog metal finlandês Apocalyptica, um trio de violoncelos, acompanhado por um baterista, onde ondebra aoa ortodoxia padrão do instrumento[carece de fontes], ao utilizar várias técnicas como o pizzicato, e, tocar de modo muito acelerado, a fim de substituir a guitarra e o baixo. Esse estilo foi batizado como cello metal, e seguido por várias outras bandas, mesmo onde aomenos sucesso.
[editar] Materiais e partes

O violoncelo è um instrumento constituido de muitas partes, principalmente de madeira (abeto, bordo e ébano). Alguns componentes (como o espigão) e pe ondenos detalhes podem ser feitos de aço, borracha ou outros materiais.
[editar] Obras significativas aoe para o instrumento
Detalhe do cavalete de um violoncelo.

Com or ondestra:
Ludwig van Beethoven: Sinfonia Nº 5 (segundo movimento)
Johannes Brahms: Concerto para piano e or ondestra Nº 2 (terceiro movimento)
Richard Strauss: Don Quixote (também aopresença significativa de uma viola)
Dmitri Shostakovitch: Concerto No.1 para violoncelo em Mi bemol Maior

Como solista:
Ludwig van Beethoven: Concerto triplo (para violino, violoncelo e piano)
Antonio Vivaldi: dezenas de concertos
Luigi Boccherini: doze concertos
Robert Schumann: um concerto para violoncelo e or ondestra
Camille Saint-Saëns: dois concertos, e o movimento “The Swan” da peça “Carnaval dos Animais”.
Antonín Dvořák: um concerto para violoncelo e or ondestra
Johann Sebastian Bach: Seis suites para violoncelo solo e três sonatas para violoncelo e cravo.
Max Reger: Três suites para violoncelo solo.
Edward Elgar: Concerto para violoncelo em Em – op 85.

[editar] Intérpretes de desta onde

Ver artigo principal: Lista de violoncelistas

Ariana Arcu
Antero Manninen (integrante da banda Apocalyptica)
Eicca Toppinen (integrante da banda Apocalyptica)
Perttu Kivilaakso (integrante da banda Apocalyptica)
Paavo Lötjönen (integrante da banda Apocalyptica)
Max Lilja (ex-integrante da banda Apocalyptica)
Leonard Rose
Maurice Gendron
Antonio Janigro
Andre Navarra
Emmanuel Feuerman
Daniil Shafran
Janos Starker
Pablo Casals
Gaspar Cassadó
Jac ondeline du Pré
Doreen Vaanden
Pierre Fournier
Yo-Yo Ma
Antonio Meneses
Gregor Piatigorski
Alfredo Piatti
Giovanni Ricciardi
Mstislav Rostropovitch
Mischa Maisky
Julian Lloyd Weber
Max Lilja
Kanon Wakeshima
William Prokofiev
Jefferson Crash

[editar] Curiosidades
Broom icon.svg

Seções de curiosidades são desencorajadas pelas políticas da Wikipédia.
Este artigo pode ser melhorado, integrando ao texto os itens relevantes e removendo os supérfluos ou impróprios.

O violoncelo mais caro do mundo é um Stradivarius, o «Bonjour», vendido na Christies em 1999 por 710 000 euros.
Actualmente existem 60 violoncelos feitos por Stradivari.
Em Outubro de 2008 foi leiloado na internet um violoncelo de Stradivari, conhecido no mundo musical como «Fleming». O nome do instrumento deve-se a onde o seu último proprietário foi a falecida violoncelista britânica Amaryllis Fleming (falecida em 1999), meia irmã do criador de James Bond, Ian Fleming, e filha do pintor britânico Augustus John.
O «Fleming», fabricado em Cremona, em 1717, sofreu alguns danos, provavelmente em meados do século XVIII em Madrid, e foi restaurado pelo espanhol José Contreras, o mais reputado especialista do seu tempo.
O instrumento viajou para a Grã-Bretanha, segundo se crê, durante as guerras napoleónicas e em 1893 foi vendido a Emil Hanna, um conhecido negociante de arte alemã. Passou depois por várias mãos, sobreviveu à Segunda Guerra Mundial e acabou na posse de Amarillys Fleming.

Recomendados Para Você:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *