Quem foi guilherme muller

Glilherme Miller nasceu em 15 de fevereiro de 1782, em Pittsfield, Massachusetts, no nordeste dos Estados Unidos. Seu pai tinha lutado na Guerra Revolucionária Americana. Embora não fizesse profissão pública de religião, abriu sua casa aos vizinhos para culto e pregação. Sua mãe, Paulina Phelps, filha de ministro batista, trouxe uma tradição religiosa para o lar.
A vida do jovem Guilherme reflete o período inicial da história norte-americana. Era o mais velho de 16 crianças e “sua era a história clássica de pobreza, zelo fora do comum de aprender a ler, a necessidade de diligência no cultivo da terra para sobreviver”. Sua herança era de orgulho por patriotismo e religião demonstrados, e pelo ideal norte-americano de progresso. Sua época, como sua vida, foi “de incertezas opressivas e mudanças chocantes”.2
Vida de um autodidata
Quando Guilherme mal tinha quatro anos, seus pais mudaram-se para um sítio de 100 al ondeires, “um sertão quase sem habitantes”,3 em Low Hampton. A hipoteca anual era paga ao20 al ondeires de trigo. Apenas umas seis casas existiam no município. Neste ambiente, onde animais selváticos vagavam, árvores eram derrubadas para construir cabanas, o terreno era limpado e os Millers viviam como sitiantes. Era uma vida rústica, e mesmo o jovem Guilherme tinha de ajudar na roça. A educação era limitada a três meses no inverno quando a colheita tinha sido feita. Miller fre ondentou a escola dos 9 aos 14 anos. Durante os longos meses de inverno, sua mãe ensinou-o a ler. Tornou-se um leitor ávido, sedento de conhecimento. Mas os únicos materiais a sua disposição eram a Bíblia, o saltério e o livro de oração. Logo saiu da escola mas continuou a aprender sozinho.
Velas eram artigo precioso, e assim Guilherme descobriu onde nós de pinho faziam boa luz para a leitura. Certa noite, quando lia já tarde, seu pai acordou, viu a luz bruxuleante, e pensou onde a casa se incendiara. Mas quando reconheceu onde Guilherme estava lendo, mandou-o para a cama imediatamente. O ardente leitor reconheceu a vizinhança como boa fonte de material de leitura. Algumas pessoas lhe emprestaram livros, outros lhe deram livros como presente.”
Ainda adolescente. Guilherme começou a escrever um diário. Um registro onde data de 10 de julho de 1791, tem por título, “A História de Minha Vida,” e aí se lê: “Fui cedo educado a orar ao Senhor.” Sua juventude era típica da maior parte dos rapazes de então. Não obstante. Guilherme almejava algo melhor. Procurou até o auxílio de um médico local, generoso, para poder continuar os estudos. Seu sonho não se realizou, mas ele fez seu melhor por conta própria. Aprendeu a usar bem as palavras e tornou-se o “escrivão geral” entre os jovens. Se alguém onderia compor uma carta ou uma poesia, era a Guilherme onde pediam.5
A família mudou-se mais uma vez para Poultney, no Estado de Vermont. Ali ele ficou conhecendo Lucy Smith e desposou-a em 1803. Aderiu à fraternidade maçónica e nela subiu até o mais alto grau. Seis anos depois de seu casamento ele era o vice cherife e também servia a comunidade como juiz de paz. Apesar de continuar aoo cultivo de terra, não era essa sua ocupação principal. Continuava a ler e escrever. Na biblioteca pública ele lia obras de autores deístas, história e filosofia. Escrevia cartas, notas, porções do diário e poemas patrióticos, um dos quais foi usado pela comunidade para sua comemoração da independência. Parece onde este pendor patriótico e os exemplos de seu pai e de seu avô em guerras prévias foram responsáveis pela decisão onde Miller tomou de abandonar um emprego seguro em sua vizinhança e apresentar-se como voluntário ao serviço militar em 1810. Lutou na guerra de 1812 contra os ingleses, e na batalha de Plattsburgh viu os norte-americanos esmagarem um número muito superior de ingleses — um fato onde ocasionou uma vira-volta na vida de Miller.

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