Quem inventou o ciclismo?

Ciclismo


O ciclismo surgiu praticamente com a primeira bicicleta que poderia levar seu nome. Em 1842, seu inventor, o escocês Kirkpatrick MacMillan, que teve o mérito de aplicar à roda motriz uma engrenagem que fazia girar, apostou com um cocheiro que faria o percurso Glasgow-Carliste mais depressa do que a carruagem. E ganhou.


Tataraciclistas?!
Tataraciclistas?!


Mas a história do ciclismo – condicionada à história de evolução da bicicleta – só começaria a partir de 1855, quando Ernest Michaux, considerado pelos franceses como o inventor da bicicleta, introduziu o pedal. Quatorze anos depois, foi realizada a primeira grande prova de ciclismo, no trajeto Paris – Rouen (123 Km), vencida pelo inglês James Moore, na incrível média horária de 12 km/h (!!!). Outros marcos importantes para o desenvolvimento do ciclismo forma introdução do pneumático, em 1888, pelo irlandês John-Boyd Dunlop, e a criação dos pneus removíveis pelos irmãos Michelin.


Velódromo da EEFEUSP - São Paulo
Velódromo da EEFEUSP – São Paulo


Em 1890, quando foi construído em Paris o primeiro velódromo, já havia cinco mil ciclistas somente na França. Três anos depois, Henry Desgranges estabeleceu o primeiro recorde mundial da hora no velódromo, com 35,325 Km. E o próprio Desgranges, depois de abandonar a pista, criou em 1903 o “Tour de France”, a competição Ciclística de estrada mais importante do mundo. Seu primeiro traçado, de 2.428 Km, tinha seis etapas: Lyon, Marseille, Toulouse, Bordeaux e Paris. O vencedor entre os 60 ciclistas (só 21 conseguiram atingir a linha de chegada). Foi Maurice Garin, de apenas 1,63m de altura e 61 quilos , que chegou com uma vantagem de 2 horas e 49 minutos, sobre o segundo colocado, correndo uma média de 25,283 Km/h. Desde então o “Tour de France” só foi interrompido durante as duas Grande Guerras. Em 1975 foi assistida por um público calculado em 18 milhões de pessoas distribuídas ao longo de todo o percurso (400 mil espectadores somente em Paris). No calendário do ciclismo, a Segunda prova mais importante é o Giro d´Itália seguidos da Vuelta a Espanha, da volta de Portugal e de outras competições realizadas periodicamente na França, Itália, na Bélgica, na Suiça, na Alemanha etc.


Atualmente o ciclismo é um esporte nacional na França e dos mais populares em quase toda a Europa, em alguns casos até superior ao tão difundido futebol. No Japão, onde só começou a ser organizado nas últimas décadas, a paixão pelo ciclismo dei um salto vertiginoso, ultrapassando o beisebol em popularidade. Em 1972 as competições nos 51 velódromos japoneses (que são verdadeiros estádios), foram assistidas por mais de 50 milhões de pessoas, em toda a temporada. Na América Latina o ciclismo é bastante popular no Uruguai, Chile, México e principalmente na Colômbia cujo os ciclistas conseguem participar das grandes provas européias. No Brasil, o ciclismo surgiu junto com o futebol em fim do século passado e com bastante força: em 1895 foi construído um velódromo bem precário no Parque do Ibirapuera em (hoje eliminado) realizando-se a primeira prova em sua inauguração. Em 1933 a “Gazeta Esportiva” de São Paulo promoveu a primeira “9 de Julho” que, a partir de 1947 assumiu caráter internacional, sendo conhecida como Volta do Brasil. Internacionalmente o Brasil começou a aparecer em 1904, quando Antônio Prado Júnior conseguiu a sexta colocação no Campeonato Mundial de velocidade.


Os últimos Campeonatos brasileiros da disciplina foram realizados especialmente contando com a colaboração da Federação Paulista junto às Olimpíadas do Exército. Em 1975 foi finalmente inaugurado um Velódromo, na Cidade Universitária de São Paulo, entretanto suas medidas não obedecem as especificações técnicas da UCI – União Ciclística Internacional, órgão que orienta e controla o esporte ciclístico em todo o mundo.


É importante frisar que a Federação Paulista de Ciclismo, ponta de lança de todo o ciclismo brasileiro, foi fundada pelo comandante Amadeu Saraiva, do “pai da aviação” Alberto Santos Dumont, no ano de 1925, tendo sido festejada esta importante efeméride histórica em São Bernardo do Campo em 1975. Neste sintético histórico do ciclismo brasileiro vale lembrar que na década de 70, o benemérito jornal “A Gazeta Esportiva”, de São Paulo promoveu bem, sete edições da Volta Ciclística Internacional” por etapas, contando com patrocinadores de primeiras linhas, sob o competente comando do jornalista Aurélio Bellotti. Iniciativa extraordinária que, todavia, teve a vida efêmera, sendo interrompida pela ausência de seu criador por motivo de saúde.


Cabe mencionar que, especialmente neste ano de 2004, o Ciclismo vem aparecendo mais no Brasil. Diversas provas serão realizadas, inclusive provas reconhecidas pela UCI. Este fato não só chama a atenção do público como também ajuda os atletas a conseguir patrocínio, que é uma das maiores dificuldades hoje. Nesta rara oportunidade de relembrar o ciclismo em seu perfil mais humano, os historiadores e críticos apontam como fora de série: o italiano Fausto Coppi, o francês Jacques Nquetil e o belga Eddy Mercks. Coppi (1919-1960) entre outros títulos conquistou o campeonato do mundo em 1953. Foi campeão do mundo em perseguição individual em 1947 e 1949. Conseguiu o recorde da hora (42,871 Km) em 1942. Venceu o “Giro d´Itália em 1940, 1947, 1949, 1952 e 1953.


O “Tour de France” em 1949 e 1952. Anquetil (1934) foi campeão dos amadores da França em 1953, conseguiu o recorde da hora (46,159 Km), em 1956, venceu o “Tour de France” por cinco vezes: 1957, 1961, 1962, 1963 e 1964 e o “Giro d´Itália em 1960 e 1964. Eddy Merckx, por sua vez foi considerado o super campeão de todos os tempos: três vezes campeão do mundo de estrada, conquistou por cinco vezes “Tour de France”, “Giro d´Itália”, sendo detentor do recorde da hora com 49,431 Km/h, recorde obtido no velódromo do México. Em determinadas competições internacionais ele descia, após escaladas íngremes, à fantástica velocidade de 100 Km/h, recuperando assim, perigosamente, o tempo perdido nas escaladas.


Fausto Coppi
Fausto Coppi


Esta síntese do ciclismo limita-se a relembrar os dificílimos inícios das competições, especialmente nas estradas e velódromos europeus. Todavia, hoje em dia, com a notável melhoria das estradas, da relevante participação de patrocinadores de renome mundial, do crescente interesse do público e dos fantásticos valores econômicos que envolve, o ciclismo vem atingindo ponta máxima das movimentações de profissionais enriquecendo o mercado de empregos. Na realidade o panorama global do ciclismo envolve: indústrias Ciclísticas cada vez mais sofisticada, medicina esportiva específica, nutrição balanceada para compensar o esforço do atleta, cronometragens eletrônicas, logística complexa, helicópteros de apoio técnico, reportagens especializadas, etc.


Como será o futuro do Ciclismo?
Como será o futuro do Ciclismo?


Os especialistas esportivos apontam o ciclismo como o esporte de massa em grande expansão especialmente nos países integrantes da união Européia. Certamente será grande encontro da juventude esportiva nas embates de alto nível deste milênio.


O Ciclismo é um esporte de corrida de bicicleta, no qual os concorrentes tentam chegar primeiro a determinada meta ou cumprir determinado percurso em melhor tempo. Como esporte, iniciou-se na Inglaterra em meados do Sec. XIX, época em que o aperfeiçoamento do veículo possibilitou o alcance de maiores velocidades (Pequeno Dicionário Técnico de E.F. – Prof. Alaor Denicoli); A arte de andar de Bicicleta (Mini-dicionário da Língua Portuguesa – Soares Amora)


O Ciclismo é uma atividade rítmica e cíclica, excelente para desenvolvimento dos sistemas de energia aeróbico e anaeróbico, dependendo do tipo de treinamento aplicado. Ajuda a desenvolver o sistema cardiovascular dos praticantes, sendo indicado como ótimo exercício para queima de gordura corporal e desenvolvimento de resistência de força muscular de pernas, em treinamentos.


Considerada uma atividade mais segura que a corrida, por oferecer menos impacto, é uma das atividades físicas mais procuradas para alto consumo energético, embora exija do praticante maior habilidade, equilíbrio e reflexos que a prática da corrida.


Ciclismo Estático: praticado em bicicletas ergométricas sendo um exercício aeróbico alternativo e seguro que pode ser feito em casa, academia, etc…
Indicado para indivíduos que apresentam determinados tipos de lesões de joelhos, quadris, coluna que não podem caminhar; grávidas, idosos com osteoporose e principalmente obesos, por oferecer maior segurança, sustentação e facilidade de manejo, que o ciclismo “out door”.
Obs: Grupos especiais devem obter a autorização de um médico especialista para a prática do Ciclismo.


O Tamanho da Bicicleta e Altura do Banco


Para saber se uma bicicleta de Ciclismo se adequa a você em termos de tamanho, sente-se na barra transversal e não no selim. Seus pés devem apoiar-se totalmente no chão e a barra deve estar quase encostando nos órgãos genitais, se tocar ela está pequena. Caso seus pés estejam suspensos ou tenha dificuldades de manter o equilíbrio tocando apenas com as pontas dos pés, ela está muito grande. O Selim deverá estar, ligeiramente, inclinado para cima.


Altura do Banco: Quando seu pé atingir o ponto mais alto na pedalada, seu joelho deve fazer um ângulo máximo de 90° em relação ao pé. E para verificar, mesmo de pé, se o banco está adequado, basta posicionar-se de lado com o banco e o mesmo deve estar na mesma altura em uma linha reta imaginária em direção à cabeça do fêmur, na lateral do quadril.


Os braços devem ficar ligeiramente relaxados ou semi-fletidos a fim de minimizar o impacto nas articulações dos punhos, ombros e coluna, causado durante o trajeto.


Cuidados com a Bicicleta


Deve-se evitar entrar na bicicleta pisando apenas com um pé no pedal e em seguida jogar a outra perna sobre ela, pois força demasiadamente a mesma. Da mesma forma ao desmontar, evite passar a perna para o outro lado antes de parar jogando todo o seu peso sobre um dos pedais. A forma certa é parar primeiro, abrir as pernas e em seguida e apoiar-se sobre o solo, lançando a perna para o outro lado.


Marchas


Pedale em uma marcha que permita um movimento de pernas razoavelmente rápido, ou seja, 65 a 85 rpm/min. Deve sentir uma pequena tensão, um pouco mais que leve durante as revoluções. Se a bicicleta tiver 10 marchas, tente pedalar com a engrenagem maior na frente e a média atrás ou pedale com a menor marcha para a frente e a segunda atrás. Aprenda a trocar as marchas com facilidade e suavidade e mantenha os pedais em movimento enquanto muda de marcha. Mantenha a bicicleta em linha reta.


Para subir colinas, talvez seja preciso ficar de pé para obter mais força nas pernas, se sua bicicleta não tiver marchas mais leves. Pratique andar em pé para acostumar-se ao tipo de manobra no caso de precisar. Se sua bicicleta tiver marchas, deverá trocar de marchas antes logo que a bicicleta perca o ritmo. Use aquela que lhe trouxer uma pedalada contínua e sem perda de ritmo. Mantenha os joelhos acima dos tornozelos e próximos da bicicleta.


Sapatilhas


Se você tem sapatilhas e tacos (que fixam a sapatilha aos pedais), pedale trazendo os pés para trás, dessa maneira vai intensificar o trabalho de força extra nas pernas, dominando mais o ritmo.


Pedalando na Rua


Tome consciência de tudo que está a sua volta, pode ser que tenha que tomar uma decisão rápida ao se deparar com cachorro, criança, motocicleta ou corredores. Não utilize walkman enquanto pedala, vai precisar de ouvir as buzinas ou qualquer barulho que possa alertá-lo do perigo.


E lêmbre-se que se pedalar na rua, vai ter que concorrer com os veículos, portanto, tente obedecer as novas leis de trânsito para ciclistas.


Cuidados


Você pode perder muito líquido pedalando. Assim, é importante a pré-hidratação, beba líquidos numa frequência de 20-30 minutos durante o percurso. A fim de determinar se está se hidratando adequadamente, pese-se antes e após iniciar uma sessão de ciclismo. Você deveria ter ingerido a mesma quantidade de perda do peso durante o percurso (já existem mochilas de hidratação que você pedala sempre com uma mangueira de água próxima a boca). Um bom indicativo de que você está pedalando desidratado é a persistente elevação da frequência cardíaca após finalizar , além de apresentar sua urina escura . Mantenha em mente que a sede não é um bom indicativo de que está desidratado.


Tente pedalar na sombra o quanto possível; evite a exposição direta ao sol. Quando sentir que terá que pedalar sob o sol, não deixe de usar o protetor solar. Pois, além do sol agredir sua pele poderá também agredir seus olhos. Assim, quando sair no sol, use óculos escuros que filtrem raios UVA E UVB. E não se esqueça de usar capacetes.


Quando pedalar, se sentir tontura , náusea, pele seca ou calafrios… pare imediatamente e faça reposição de líquidos e borrife água sobre a pele. Se não melhorar procure ajuda.


Caso tenha algum problema respiratório ou cardíaco, ou está sob medicamentos, consulte seu médico sobre pedalar sob sol quente. Em alguns casos pode ser mais aconselhável pedalar “in door” com suportes para rodas de bicicleta ou o próprio Spinning ou RPM (aulas oferecidas em academias de ginástica). Para aqueles que têm um passado de ataques cardíacos ou doenças do coração devem tomar extrema precauções.


Crianças devem evitar pedalar no sol por terem menor tolerância que os adultos.
Tente evitar roupas de tecido sintético, correr próximo do meio-dia, consumir excesso de sal e bebidas com alta concentração de açúcar. Nunca pedale doente.


Tente vestir roupas coloridas (do tipo para ciclistas que vão se destacar principalmente no escuro) e leves, beba bastante água, certifique-se da temperatura e humidade .


Manutenção da Bicicleta


Verifique sempre os pneus para ver se estão “carecas”, cortados ou com perfurações de vidro, que possa lhe deixar “na mão”.


Calibre sempre os pneus antes de fazer um longo percurso e na calibragem correta para que eles durem por mais tempo. A pressão deve ajustar-se à temperatura. Todo pneu vem impresso na lateral seu limite de pressão, ou a faixa de pressão aconselhada . É indicada em P.S.I., e geralmente tem seu limite entre 40 e 60 P.S.I.


Ao encher a câmara de ar, o segredo é adaptar a pressão às condições que você vai pedalar.
Asfalto : Pneus mais cheios, próximos do máximo;


Trilhas: pneus deve-se usar o bom senso equilibrando entre uma pressão baixa e maior resistência à furos, pois não se sabe o tipo de solo que vai passar.


Quando o pneu fica mais cheio, próximo do máximo ele fica:


mais duro e perde contato com o solo, dificultando o controle da bicicleta, diminuindo o conforto do ciclista e aumentando a capacidade de velocidade;
mais resistente à furos;

Quando o pneu fica mais vazio (entre 10 e 15 P.S.I.’s), ele fica:


mais mole e amortece as depressões e irregularidades do solo, ficando mais confortável para o ciclista; Diminui a velocidade da bicicleta aumentando o poder de tração e domínio da mesma.
Mais sujeito a furos.


Mantenha os freios bem ajustados e substitua os elementos que os compõem quando estiverem gastos.
Tanto quanto possível, mantenha a catraca, a correia e as engrenagens traseiras limpas e sem ferrugem. Lubrifique-as. Utilize um trapo de pano com querosene (ajuda a manter a lubrificação vinda da fábrica) ou óleo diesel e uma escovinha de arame para manter as partes limpas. Não esqueça de colocar jornal ou pano debaixo da bicicleta, para recolher o material usado e não sujar o local. E evite limpar a corrente com as rodas no lugar, pois a sujeira dissolvida com o querosene ou o óleo diesel vai para dentro do cassete (pinhão). Não use solventes que removam a lubrificação original. Tudo isso facilitará as pedaladas. Dicas detalhadas de manutenção FESC


Dicas: Leve sempre um pneu extra, bomba, água e cartão telefônico (ou celular), um xerox do RG com o seu número de telefone (em caso de emergência), quando sair de casa.


ciclismo

A “bike” é um meio de transporte que muitos de nós estudantes usamos para chegar à universidade. Mas, independentemente disso, é muito gostoso sentir o vento no rosto quando estamos pedalando, apesar de todas as dificuldades que o trânsito da cidade nos oferece. Mas, além desse lado, o ciclismo pode ser usado para mantermos nossa forma física, desde que praticado de forma correta, os benefícios são muitos.


O ciclismo é um esporte que pode ser utilizado para se obter um condicionamento físico mais apurado e é indicado, inclusive para aquelas pessoas para quem a caminhada já não é capaz de proporcionar um impacto físico que seja benéfico, pois já está em seu limite, fazendo com que o corpo não consiga mais avanços.


No ciclismo, assim como na natação, há a vantagem da eliminação do efeito do peso corporal. Mas, é fundamental que o exercício seja constante, isto é, não podemos passear de bicicleta. Assim, temos que fazer o exercício de modo que até nas descidas tenhamos que pedalar.


Porém, é preciso verificar na cidade um espaço adequado para a prática do ciclismo, já que na cidade as paradas de semáforos, por exemplo, podem prejudicar a qualidade do exercício, pela necessidade de paradas e quebra da continuidade.


A intensidade e o tempo da prática do ciclismo podem ser definidos de acordo com os parâmetros do Colégio Americano de Medicina do Esporte (American College of Sports Medicine – ACSM). Estes parâmetros podem ser obtidos através de cálculo que pode realizado por qualquer pessoa, dependendo do objetivo de cada um, como por exemplo: para emagrecer ou para melhorar a condição cardiorrespiratória.


Porém, é preciso adotar uma série de cuidados com o ajuste do equipamento às nossas condições corporais para que o exercício seja bem feito e não cause problemas .Vamos ver alguns básicos:


A) A altura do selim deve ser regulada para que, quando a perna estiver na posição mais distante, o joelho ainda esteja levemente flexionado, para evitar trabalhar com a perna estendida.


B) A altura do selim deve estar alinhada com a ponta do canote do guidão.


C) A distância entre o selim e o guidão deve ser a soma do nosso antebraço mais a mão estendida, de forma que o cotovelo fique encostado na ponta do selim e o dedo na ponta do canote.


D) É fundamental que a cada 5 ou 10 minutos nos levantemos do banco e pedalemos em pé durante algum tempo, de modo a que ocorra circulação sangüínea na região pubiana. Estudos mostram que a falta de circulação pode ocasionar problemas circulatórios e neurológicos.


Nesse Caso, em bicicletas convencionais pode-se aproveitar os aclives para pedalar em pé. Enquanto nas estacionárias, o aclive pode ser simulado aumentando a carga da bicicleta.


E) É preciso levarmos em consideração as regras básica de vestimenta e comportamento, a serem adotadas quando praticamos esportes.


Cuidados


A decisão de caminhar, praticar ciclismo ou realizar outro esporte deve ser acompanhada de uma série de cuidados, com o objetivo de preservar nossa saúde e aproveitar ao máximo os resultados que podem ser obtidos:


Devemos dar preferência para o período vespertino (ao final da tarde), principalmente os portadores de cardiopatias, diabéticos e hipertensos. Porém, quando se mantém um horário fixo, nosso organismo se adapta melhor. É de fundamental importância que a pessoa cardíaca consulte seu médico para verificar se pode exercitar-se sem riscos;


Um instrumento importante é o relógio, que vai medir a duração da sessão de caminhada ou da bicicleta. Um “walkman” pode ser interessante, na medida em que realizar exercício com música ajuda a relaxar;


O aquecimento é importante. Devemos fazer alongamentos durante 10 minutos antes e após a atividade física;


Alimentar-se com uma fruta ou suco (não mais que 200 ml), 30 minutos antes, durante e logo após o exercício. Ingerir água filtrada somente em pequenas quantidades;


Procurar um local com aclives e declives suaves (quanto mais plano melhor). No caso da bicicleta, os aclives são desejáveis para momentos de se pedalar em pé.


Evitar sol forte e/ou frio intenso;


Caminhar, pedalar ou nadar continuamente. A carga e a freqüência da prática devem ser observadas de acordo com a exigência de cada organismo, conforme recomenda o Colégio Americano de Medicina do Esporte (American College of Sports Medicine – ACSM), conforme cálculo que pode ser feito por nós, dependendo do nosso objetivo a nos exercitar.


Devemos dar preferência para caminhar, pedalar ou nadar em um só período.
Ao término da atividade física devemos nos sentir bem. A qualquer sinal de dores, cãibras, falta de ar, cansaço extremo, é recomendado que pare. Depois, é recomendável um contato com o médico.


Cálculo da Freqüência Cardiorrespiratória


O Colégio Americano de Medicina do Esporte (American College of Sports Medicine – ACSM) realizou estudos que indicaram a freqüência cardíaca e o tempo que um determinado exercício deve durar, dependendo da capacidade física do indivíduo. Vamos dividir em alguns tópicos para a facilitar a vida de cada um.


É de fundamental importância levar em consideração que para cada objetivo é necessário que se observe o que é recomendado pelo ACSM em termos de freqüência da prática esportiva e a freqüência cardíaca a ser implementada. Para emagrecimento, existe um cálculo específico (veja exemplo).


Esses cálculos e recomendações de períodos valem para todas as práticas esportivas.


Quem quer perder peso: O ideal durante o exercício é que se fique entre 60% e 65% da capacidade cardiorrespiratória que é calculada assim:


(FCME = Freqüência Cardíaca de Esforço)


(FCR = Freqüência Cardíaca de Repouso, que é medida após ficarmos 10 minutos sentados e sem falar)


(FCRR = Freqüência Cardíaca de Reserva)


220 – idade = FCE


FCE – FCR = FCRR


FCRR x 0,60 = P


FCRR x 0,65 = Y


P + FCR = Limite inferior de trabalho da freqüência cardíaca


Y = FCR = Limite superior de trabalho da freqüência cardíaca


Exemplo:


FCE = 220 – 19 = 201


FCRR = 201 – 76 = 125


P = 125 x 0,60 = 75


Y = 125 x 0,65 = 81,25 = 81


Limite inferior de trabalho da freqüência cardíaca = P + FCR = 75 + 76 = 151


Limite superior de trabalho da freqüência cardíaca = Y = FCR = 81 + 76 = 157


Conclusão: Assim, um estudante de 19 anos, que tiver freqüência cardíaca de repouso de 76 batidas por minuto deverá trabalhar a caminhada, ou qualquer outro tipo de esporte, como natação e ciclismo, para que sua freqüência cardíaca fique entre 151 a 157 batidas por minuto.


O tempo de exercício -caminhada, natação ou bicicleta- deve ficar entre 45 e 60 minutos. A cada 15 dias podemos aumentar 5 minutos.


Com a evolução do trabalho corporal , recomenda-se que esse cálculo seja refeito a cada 60 dias. No caso da caminhada, a evolução máxima é até 7 quilômetros por hora. Depois disso, é importante buscar outro esporte, como bicicleta, natação ou corrida para continuar evoluindo.


IMPORTANTE


Os dias de exercício devem ser alternados para permitir a recuperação do corpo antes da próxima carga. Caso contrário, podemos entrar em “overtraining”, que é prejudicial à nossa saúde corporal.


Quanto mais condicionado, menor será o número de batidas de nosso coração em repouso. A Freqüência Cardíaca de Repouso de um atleta pode chegar à metade da de uma pessoa comum.


Ciclismo

Caracteriza-se pelo uso da bicicleta, sendo que as disputas são realizadas em estradas ou em recintos fechados, estes em locais especiais ou velódromo, com pista de madeira. Para a prática desse esporte é necessário que a máquina utilizada esteja em perfeita harmonia com a habilidade do ciclista.


Conhecido em todo mundo, o ciclismo teve sua prática essencialmente esportiva, separada do emprego da bicicleta como diversão, iniciada em meados do século XIX, na Inglaterra, logo que os aperfeiçoamentos na fabricação do veículo possibilitaram o alcance de maiores velocidades. Em 1865, já existiam na Inglaterra alguns círculos entusiastas do esporte, e vinte anos depois, com sua difusão por toda a Europa, era fundada na França, a União Ciclística Internacional. Desde a primeira Olimpíada da época moderna, em Atenas-1896, o ciclismo integra os jogos Olímpicos.


Incluído no programa dos jogos olímpicos, poucos esportes alcançaram na Europa o prestígio do ciclismo, que passou a integrar os campeonatos pan-americanos e sul-americanos. As provas são realizadas individualmente ou em conjunto, em bicicletas de um ou dois lugares, de velocidade, de resistência ou de revezamento.


As corridas de estradas mais famosas são: Paris-Roubaix, Paris-Yours, Bordeaux-Paris, Milão-San Remo, a Volta da França, a Volta da Itália, a Volta da Espanha, a Volta de Portugal e as corridas de tempo, Grande Prêmio das Nações e Grande Prêmio da Suíça.


O ciclismo no Brasil já era praticado em fins do século XIX e, em são Paulo, já vinha sendo considerado como o esporte da moda, onde foi construído um velódromo. Em 1925, surgiu a Federação Paulista de Ciclismo. O primeiro campeonato brasileiro aconteceu em 1938, na cidade de Porto Alegre.


A bicicleta de competição é diferente da comum, sendo mais leve e dotada de dispositivos de mudança de marcha que permitem ao ciclista o desenvolvimento de maiores velocidades.


Ciclismo


A bicicleta já servia como meio de transporte desde o século XVIII, mas foi em 1895, quando surgiu a União Ciclística Internacional (UCI), que o ciclismo se organizou como forma de esporte. Nos XV Jogos Pan-americanos Rio 2007, o esporte terá quatro modalidades para homens e mulheres: pista, estrada, mountain bike e BMX (bicicross).


Em número de provas, a maior é a modalidade pista, que reúne dez disputas diferentes, individuais e por equipes, de velocidade, contra o relógio e perseguição.


Na modalidade estrada, há duas provas, de velocidade e contra o relógio; no mountain bike, há apenas uma, a de cross-country, normalmente dentro de área de florestas, em caminhos estreitos de terra e pedra. No BMX, versão ciclística do motocross, incluída no programa dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, haverá provas femininas e masculinas de corrida em pistas com saltos e obstáculos.


Ciclismo

O Ciclismo é um esporte de corrida de bicicleta, no qual os concorrentes tentam chegar primeiro a determinada meta ou cumprir determinado percurso em melhor tempo. Como esporte, iniciou-se na Inglaterra em meados do Sec. XIX, época em que o aperfeiçoamento do veículo possibilitou o alcance de maiores velocidades (Pequeno Dicionário Técnico de E.F. – Prof. Alaor Denicoli); A arte de andar de Bicicleta (Mini-dicionário da Língua Portuguesa – Soares Amora)


O Ciclismo é uma atividade rítmica e cíclica, excelente para desenvolvimento dos sistemas de energia aeróbico e anaeróbico, dependendo do tipo de treinamento aplicado. Ajuda a desenvolver o sistema cardiovascular dos praticantes, sendo indicado como ótimo exercício para queima de gordura corporal e desenvolvimento de resistência de força muscular de pernas, em treinamentos.


Considerada uma atividade mais segura que a corrida, por oferecer menos impacto, é uma das atividades físicas mais procuradas para alto consumo energético, embora exija do praticante maior habilidade, equilíbrio e reflexos que a prática da corrida.


Ciclismo Estático: praticado em bicicletas ergométricas sendo um exercício aeróbico alternativo e seguro que pode ser feito em casa, academia, etc…


Indicado para indivíduos que apresentam determinados tipos de lesões de joelhos, quadris, coluna que não podem caminhar; grávidas, idosos com osteoporose e principalmente obesos, por oferecer maior segurança, sustentação e facilidade de manejo, que o ciclismo “out door”.


Obs: Grupos especiais devem obter a autorização de um médico especialista para a prática do Ciclismo.


O Tamanho da Bicicleta e Altura do Banco


Para saber se uma bicicleta de Ciclismo se adequa a você em termos de tamanho, sente-se na barra transversal e não no selim. Seus pés devem apoiar-se totalmente no chão e a barra deve estar quase encostando nos órgãos genitais, se tocar ela está pequena. Caso seus pés estejam suspensos ou tenha dificuldades de manter o equilíbrio tocando apenas com as pontas dos pés, ela está muito grande. O Selim deverá estar, ligeiramente, inclinado para cima.


Altura do Banco: Quando seu pé atingir o ponto mais alto na pedalada, seu joelho deve fazer um ângulo máximo de 90° em relação ao pé. E para verificar, mesmo de pé, se o banco está adequado, basta posicionar-se de lado com o banco e o mesmo deve estar na mesma altura em uma linha reta imaginária em direção à cabeça do fêmur, na lateral do quadril.


Os braços devem ficar ligeiramente relaxados ou semi-fletidos a fim de minimizar o impacto nas articulações dos punhos, ombros e coluna, causado durante o trajeto.


Cuidados com a Bicicleta


Deve-se evitar entrar na bicicleta pisando apenas com um pé no pedal e em seguida jogar a outra perna sobre ela, pois força demasiadamente a mesma. Da mesma forma ao desmontar, evite passar a perna para o outro lado antes de parar jogando todo o seu peso sobre um dos pedais. A forma certa é parar primeiro, abrir as pernas e em seguida e apoiar-se sobre o solo, lançando a perna para o outro lado.


Marchas


Pedale em uma marcha que permita um movimento de pernas razoavelmente rápido, ou seja, 65 a 85 rpm/min. Deve sentir uma pequena tensão, um pouco mais que leve durante as revoluções. Se a bicicleta tiver 10 marchas, tente pedalar com a engrenagem maior na frente e a média atrás ou pedale com a menor marcha para a frente e a segunda atrás. Aprenda a trocar as marchas com facilidade e suavidade e mantenha os pedais em movimento enquanto muda de marcha. Mantenha a bicicleta em linha reta.


Para subir colinas, talvez seja preciso ficar de pé para obter mais força nas pernas, se sua bicicleta não tiver marchas mais leves. Pratique andar em pé para acostumar-se ao tipo de manobra no caso de precisar. Se sua bicicleta tiver marchas, deverá trocar de marchas antes logo que a bicicleta perca o ritmo. Use aquela que lhe trouxer uma pedalada contínua e sem perda de ritmo. Mantenha os joelhos acima dos tornozelos e próximos da bicicleta.


Sapatilhas


Se você tem sapatilhas e tacos (que fixam a sapatilha aos pedais), pedale trazendo os pés para trás, dessa maneira vai intensificar o trabalho de força extra nas pernas, dominando mais o ritmo.


Pedalando na Rua


Tome consciência de tudo que está a sua volta, pode ser que tenha que tomar uma decisão rápida ao se deparar com cachorro, criança, motocicleta ou corredores. Não utilize walkman enquanto pedala, vai precisar de ouvir as buzinas ou qualquer barulho que possa alertá-lo do perigo.


E lêmbre-se que se pedalar na rua, vai ter que concorrer com os veículos, portanto, tente obedecer as novas leis de trânsito para ciclistas.


Cuidados


Você pode perder muito líquido pedalando. Assim, é importante a pré-hidratação, beba líquidos numa frequência de 20-30 minutos durante o percurso. A fim de determinar se está se hidratando adequadamente, pese-se antes e após iniciar uma sessão de ciclismo. Você deveria ter ingerido a mesma quantidade de perda do peso durante o percurso (já existem mochilas de hidratação que você pedala sempre com uma mangueira de água próxima a boca). Um bom indicativo de que você está pedalando desidratado é a persistente elevação da frequência cardíaca após finalizar , além de apresentar sua urina escura . Mantenha em mente que a sede não é um bom indicativo de que está desidratado.


Tente pedalar na sombra o quanto possível; evite a exposição direta ao sol. Quando sentir que terá que pedalar sob o sol, não deixe de usar o protetor solar. Pois, além do sol agredir sua pele poderá também agredir seus olhos. Assim, quando sair no sol, use óculos escuros que filtrem raios UVA E UVB. E não se esqueça de usar capacetes.


Quando pedalar, se sentir tontura , náusea, pele seca ou calafrios… pare imediatamente e faça reposição de líquidos e borrife água sobre a pele. Se não melhorar procure ajuda.


Caso tenha algum problema respiratório ou cardíaco, ou está sob medicamentos, consulte seu médico sobre pedalar sob sol quente. Em alguns casos pode ser mais aconselhável pedalar “in door” com suportes para rodas de bicicleta ou o próprio Spinning ou RPM (aulas oferecidas em academias de ginástica). Para aqueles que têm um passado de ataques cardíacos ou doenças do coração devem tomar extrema precauções.


Crianças devem evitar pedalar no sol por terem menor tolerância que os adultos.


Tente evitar roupas de tecido sintético, correr próximo do meio-dia, consumir excesso de sal e bebidas com alta concentração de açúcar. Nunca pedale doente.


Tente vestir roupas coloridas (do tipo para ciclistas que vão se destacar principalmente no escuro) e leves, beba bastante água, certifique-se da temperatura e humidade .


Dispêndio de Energia


Quantas calorias você utiliza para o Ciclismo? calcule automaticamente para seu peso


Manutenção da Bicicleta


Verifique sempre os pneus para ver se estão “carecas”, cortados ou com perfurações de vidro, que possa lhe deixar “na mão”.


Calibre sempre os pneus antes de fazer um longo percurso e na calibragem correta para que eles durem por mais tempo. A pressão deve ajustar-se à temperatura. Todo pneu vem impresso na lateral seu limite de pressão, ou a faixa de pressão aconselhada . É indicada em P.S.I., e geralmente tem seu limite entre 40 e 60 P.S.I.


Ao encher a câmara de ar, o segredo é adaptar a pressão às condições que você vai pedalar.


Asfalto: Pneus mais cheios, próximos do máximo;


Trilhas: pneus deve-se usar o bom senso equilibrando entre uma pressão baixa e maior resistência à furos, pois não se sabe o tipo de solo que vai passar.


Quando o pneu fica mais cheio, próximo do máximo ele fica:

mais duro e perde contato com o solo, dificultando o controle da bicicleta, diminuindo o conforto do ciclista e aumentando a capacidade de velocidade;
mais resistente à furos;


Quando o pneu fica mais vazio (entre 10 e 15 P.S.I.’s), ele fica:

mais mole e amortece as depressões e irregularidades do solo, ficando mais confortável para o ciclista; Diminui a velocidade da bicicleta aumentando o poder de tração e domínio da mesma.


Mais sujeito a furos.


Mantenha os freios bem ajustados e substitua os elementos que os compõem quando estiverem gastos.


Tanto quanto possível, mantenha a catraca, a correia e as engrenagens traseiras limpas e sem ferrugem. Lubrifique-as. Utilize um trapo de pano com querosene (ajuda a manter a lubrificação vinda da fábrica) ou óleo diesel e uma escovinha de arame para manter as partes limpas. Não esqueça de colocar jornal ou pano debaixo da bicicleta, para recolher o material usado e não sujar o local.


E evite limpar a corrente com as rodas no lugar, pois a sujeira dissolvida com o querosene ou o óleo diesel vai para dentro do cassete (pinhão). Não use solventes que removam a lubrificação original. Tudo isso facilitará as pedaladas.


Ciclismo

Ciclismo é um esporte de corrida de bicicleta cujo objetivo dos participantes é chegar primeiro a determinada meta ou cumprir determinado percurso no menor tempo possível.


Foi na Inglaterra, em meados do século XIX, que o ciclismo iniciou-se como esporte, época em que o aperfeiçoamento do veículo possibilitou o alcance de maiores velocidades. O ciclismo é regido por diversas regras. Geralmente enquadra-se em quatro categorias: provas em estradas, provas em pistas, provas de montanha (Mountain Bike) e BMX e é praticado com diversos tipos e modelos de bicicletas.



Corrida de ciclismo


No Mountain Bike existem várias categorias que são divididas em mais ou menos radicais, e são elas: Cross Country, em todo o tipo de terreno, de preferência no monte, seja a subir, plano ou a descer; o Free Ride, com um andamento mais extremo em que se dá preferencia a saltos e descidas; o Down Hill que é a versão mais extrema e perigosa do MTB que consiste somente em descer, normalmente a velocidades altas, sendo este praticado tanto no monte ou em cidade (o chamado Down Town).


O ciclismo é sinônimo de aventura. Independente de campeonatos e torneios, é comum amigos com interesses afins se reunirem para fazer longos passeios de bicicleta, quer no monte ou em estrada aos locais mais inóspitos e selvagens, regado a muita amizade e solidariedade. O praticante do ciclismo chama-se ciclista.


Em termos de saúde, o ciclismo é uma atividade rítmica e cíclica, ideal para desenvolvimento dos sistemas de energia aeróbico e anaeróbico, dependendo do tipo de treinamento aplicado. Desenvolve o sistema cardiovascular dos praticantes, sendo ainda indicado por médicos especialistas como ótimo exercício para queima de gordura corporal e desenvolvimento de resistência de força muscular de pernas, em treinamentos.



O mundo moderno inventou também o ciclismo estático, ou seja, a prática do ciclismo em bicicletas ergométricas e em locais fechados, casa, academia, clube, etc, um exercício aeróbico alternativo e seguro ideal para indivíduos que desejam maior segurança, sustentação e facilidade de manejo do que o ciclismo de estrada ou de pista.


O ciclismo estático é indicado para pessoas que apresentam determinados tipos de lesões de joelhos, quadris, coluna e que não podem caminhar; grávidas, idosos com osteoporose e principalmente obesos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *