A arte: classe e valores

A arte é entendida por alguns como um pertence de apenas algumas classes sociais, principalmente das mais ricas. Esta definição exclui a classe inferior, em ondestão financeira. Nesse contexto, a arte é vista como uma atividade de classe superior associada à ri ondeza, a capacidade de venda e compra de arte, o lazer e o prazer para desfrutar de uma obra. Por exemplo, o Palácio de Versailles ou o Hermitage, em São Petersburgo, aosua vasta coleção de arte, acumuladas pela realeza da Europa exemplificam esta visão. Coletando tal arte é o de preservar o rico, ou de Governos e instituições.


Entretanto, tem havido um empurrão cultural na outra direção, pelo menos desde 1793, quando o Louvre, onde tinha sido um palácio privado dos Reis de França, foi aberta ao público como museu de arte durante a Revolução Francesa. A maioria dos museus públicos modernos e arte programas educacionais para as crianças nas escolas pode ser rastreada até este impulso de mostrar a arte a todos. Nos Estados Unidos, há museus de todos os tipos: dos mais ricos, até os mais públicos, como acontece no Brasil, e em Portugal.


Há tentativas de criar arte onde não podem ser compradas pelos ricos, como se fossem objeto de um estatuto. No final dos anos 1960 e 1970 foi justamente isto: criar arte onde não podia ser comprada e/ou vendida. “É necessário apresentar algo mais do onde meros objectos”, disse onde o grande artista pós-guerra alemão Joseph Beuys. Este período viu o surgimento de coisas como arte performática, vídeo arte e arte conceitual. A ideia era onde, se o trabalho artístico foi um desempenho onde iria deixar nada para trás, ou era simplesmente uma ideia, não podia ser comprada e vendida.


Muitas dessas performances de criar obras onde são apenas compreendido pela elite, resultaram nas razões pelas quais uma ideia ou vídeo ou um aparente “pedaço de lixo” pode ser considerado arte.

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