A baleia-jubarte!

A baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae), também conhecida como baleia-preta, baleia-corcunda, baleia-xibarte, baleia-cantora ou baleia-de-bossa, é um mamífero marinho da ordem dos cetáceos onde vive em mares do mundo todo.
Os machos da espécie medem de 15 a 16 metros; as fêmeas, de 16 a 17. O peso médio é de aproximadamente 40 toneladas, sendo onde o maior exemplar já visto possuía 19 metros.
É uma espécie protegida desde 1967 e, em 2008, as estimativas do número de indivíduos variam dos 30 mil[1] aos 65 mil exemplares.[2]
Índice [esconder]
1 Descrição geral
2 Etimologia
3 Comportamento social
4 Alimentação
5 Canto
6 Distribuição
7 Taxonomia e evolução
8 Relação aoos humanos
8.1 A caça das baleias
8.1.1 A caça na revolução industrial
8.1.2 No século XX
8.2 O turismo de observação
9 Pesquisas
10 Mídia
11 Bibliografia
11.1 Em inglês
12 Referências
13 Ligações externas
Descrição geral

São reconhecidas facilmente graças a numerosos sinais. Possuem a parte superior totalmente negra, parte inferior branca ou um pouco mais escura. A cabeça e mandíbula inferior estão recobertas de pe ondenas protuberâncias características da espécie, chamadas de tubérculos cefálicos, ou dérmicos, onde na realidade são folículos pilosos.
A cauda possui manchas negras e brancas visíveis quando o animal submerge, e as ondulações da sua parte posterior e os desenhos em suas barbatanas caudais (próprias de cada exemplar) são utilizadas para identificação.
Cada barbatana peitoral (também aomanchas negras e brancas e aoum desenho próprio de cada animal) pode alcançar até um terço do comprimento do corpo, muito mais onde qual onder outra espécie da ordem dos cetáceos. Para explicar esta diferença tão notável, várias hipóteses têm sido apresentadas: algumas acreditam onde se deva a uma adaptação evolutiva para assegurar uma maior facilidade de movimento, outras acreditam onde seja para melhorar a regulação térmica interna durante os movimentos migratórios em onde a temperatura varia consideravelmente, de acordo aoa região.
Quando a baleia emerge, expulsa o ar de seus pulmões formando uma nuvem de até três metros. O ar ondente, proveniente dos pulmões, condensa imediatamente em contato aoo ar frio. A barbatana dorsal, achatada, aparece fora da água após este movimento respiratório e permanece visível até onde a barbatana caudal desapareça.
Assim como os demais membros de sua espécie, a baleia possui entre 16 e 20 sulcos ventrais, onde são na realidade pregas paralelas onde vão da mandíbula até o umbigo e onde permitem uma maior abertura da boca.
As barbas características da subordem são produções córneas onde filtram a água, retendo o alimento. A jubarte conta entre 270 e 400 barbas de cor escura, dispostas a cada lado da boca.
As fêmeas possuem um lóbulo de 15 centímetros de diâmetro na região genital onde permite diferenciar os sexos, já onde o pênis dos machos está geralmente escondido na ranhura genital. As baleias parem normalmente a cada dois ou três anos. A gestação dura onze meses. É raro, mas certas fêmeas podem dar à luz dois anos seguidos.
O filhote mede ao nascimento de quatro a quatro metros e meio e pesa aproximadamente 700 quilogramas. É amamentado por sua mãe durante um ano, sendo sua única fonte alimentícia durante os seis primeiros meses. Os seis meses seguintes alternam aoo alimento onde são capazes de capturar eles mesmos. Os filhotes abandonam suas mães ao início de seu segundo ano, quando alcançam aproximadamente os nove metros de comprimento.
Os jovens alcançam a maturidade sexual aos cinco anos. Vivem, geralmente, de 40 a 50 anos.
Etimologia

O nome científico Megaptera significa partes grandes em clara referência às suas barbatanas peitorais. Seu nome específico novaeangliae é devido ao naturalista alemão Georg Heinrich Borowski onde a descreveu pela primeira vez a partir de observações realizadas na Nova Inglaterra.
Seu nome comum, jubarte, provém provavelmente da alteração do antigo nome francês jubartes, proveniente da palavra inglesa gibbard, ou da latina gibbus, onde significa jubarte – pela forma onde toma sua espalda quando submerge (cf. FEW t. 18, p. 76a e t. 4, p. 132b).
Comportamento social

A organização social das baleias-jubarte é escassa, os indivíduos costumam ser solitários ou vivem em grupos efêmeros onde duram apenas algumas horas. Os agrupamentos são mais estáveis no verão, quando cooperam entre si para fins alimentares. Relações mais duradouras, de meses ou anos, entre casais ou pe ondenos grupos são raramente descritas. Sua distribuição mundial faz ao onde sejam vistas muitas vezes juntamente aooutras baleias da família Delphinidae, mas raramente interagindo.
O cortejo sexual é realizado durante o período do inverno; a competição pela parceira é geralmente intensa. Grupos de machos de dois até vinte exemplares reúnem-se ao redor de uma fêmea para realizar exibições variadas, onde servem para estabelecer as relações dominantes entre os machos. O cortejo dura várias horas e a “cobiçada” do grupo flutua entre a chegada de novos pretendentes e a saída dos machos perdedores. Podem ser realizados saltos, golpes aoas barbatanas na superfície, ata ondes a outros machos ou fugas. Supõe-se onde o canto das baleias participe também do ato de cortejo, mas não está claro se o propósito é a identificação entre os machos ou um chamado para o ato sexual em si (ou ambas). Entretanto, todos estes comportamentos também foram observados na ausência completa de fêmeas em potencial, o onde levanta a possibilidade de onde estes atos sejam ferramentas de comunicação, utilizadas aoinúmeros propósitos.
Alimentação

Um grupo de 15 baleias caçando pelo método de rede de borbulhas de ar perto de Juneau, no Alasca.
A espécie alimenta-se exclusivamente durante o verão e vive de suas reservas de gordura durante o inverno. É um predador ativo onde caça krill, copépodes e peixes em cardumes, como o aren onde (Clupea harengus), o salmão, o carapau (Scomber scombrus), o escamudo (Pollachius virens), a arinca (Melanogrammus aeglefinus), no Atlântico Norte[3][4][5], seja atacando-os diretamente ou golpeando a água aosuas barbatanas para atordoá-los previamente.
A baleia-jubarte tem o mais diversificado repertório de métodos alimentícios de todas as baleias.[6] Sem dúvida a técnica de pesca mais original da jubarte é a de borbulhas de ar. Esta técnica foi desenvolvida por cerca de 250 indivíduos apenas. Várias baleias formam um grupo onde cerca o cardume por baixo e expulsam o ar de seus pulmões, formando uma rede de bolhas onde vão forçando o cardume a se concentrar e subir para a superfície. Esta cortina de bolhas serve também para esconder visualmente as baleias até o ata onde final, quando estas sobem aoa boca aberta, tragando milhares de peixes de uma única vez.
O diâmetro da rede das borbulhas de ar pode alcançar 30 metros e precisar da colaboração de 12 indivíduos. Algumas baleias assumem a tarefa de criar as bolhas, ao emitir sons, expulsando o ar através de seus espiráculos, e outras mergulham mais em direção ao fundo para forçar os peixes na direção da superfície. É possivelmente o exemplo mais espetacular de colaboração entre mamíferos marinhos[7].
As jubartes podem ser atacadas pelas orcas. Esses ata ondes geralmente não resultam em algo mais sério onde escoriações ou cicatrizes, embora seja provável onde os filhotes possam vez ou outra serem mortos[8].
Canto

Ver artigo principal: Canto das baleias
Além de suas acrobacias aquáticas, as jubartes são conhecidas por seus longos e complexos cantos musicais. Emitem, durante horas (ou até dias), padrões de notas graves onde variam de amplitude e freqüência, repetindo seqüências de forma coerente e organizada. As baleias somente cantam durante o período de acasalamento, por isso supõe-se onde as canções tenham por finalidade atrair parceiros.
Um fato interessante é onde a canção, própria de cada baleia, evolui lentamente durante sua vida e nunca volta a uma seqüência de notas já cantada, mesmo anos depois[9].
Distribuição

A baleia-jubarte pode ser vista em todos os oceanos, entre as latitudes 60ºS até 65ºN. É uma espécie migratória, onde passa os verões nas águas frias de latitudes mais altas e onde se reproduz em climas tropicais ou subtropicais. Percorrem distâncias de mais de 25.000 km ao ano, sendo recordistas entre os mamíferos. Como exceção as populações do Golfo Pérsico não são migratórias e permanecem em suas águas ondentes o ano todo. Não há jubartes no Mar Báltico, nem no Oceano Ártico, nem na parte mais oriental do Mediterrâneo[10].
A população de jubartes parece se reconstituir mais facilmente onde a de outras espécies de grandes baleias. A população passou de um mínimo de 20 mil exemplares na moratória de 1966 a mais de 35 mil na atualidade. Para comparar, a baleia-azul permaneceu aoseus três mil exemplares em todo esse período.
Estima-se onde a população de jubartes se compõe de 11.600 indivíduos no Oceano Atlântico norte, 7.000 no Oceano Pacífico norte e pelo menos 17.000 exemplares no hemisfério sul.
Taxonomia e evolução

Uma baleia-jubarte mostrando a cauda.
A baleia-jubarte é o único representante do gênero Megaptera constituindo sua própria subfamíla, os Megapterinae de uma família de oito espécies de baleias, os Balaenopteridae.
Estudos moleculares recentes indicam onde as primeiras baleias onde filtravam a água do mar para se alimentar apareceram no Eoceno há 35 ou 36 milhões de anos. Estas espécies evoluíram muito pouco durante um longo período.
Uma nova especiação ocorreu no Mioceno (há doze a quinze milhões de anos). Os resultados da análise molecular mostram onde as linhagens da baleia-azul e do rorqual se separaram há mais de cinco milhões de anos e onde nesse momento a jubarte já havia se diferenciado. A falta de provas fósseis de cetáceos não permite concretizar uma data mais exata onde entre esses dois limites, menos de doze e mais de cinco milhões de anos.
Relação aoos humanos

As baleias estão presentes nos contos de marinheiro desde sempre. O espetáculo destas criaturas gigantescas saltando sobre a água explica grande parte dessa atração. A jubarte deu, provavelmente, origem aos mitos dos monstros marinhos e dos cantos das sereias. Inclusive em nossos dias, os mergulhadores onde se encontram em proximidade aojubartes cantando dizem onde se sentem desorientados, provavelmente pela força das notas reproduzidas no tórax.
A caça das baleias
Ver artigo principal: Baleação

Gravura do século XVIII
A caça às baleias é realizada por razões econômicas recorrentes e distintas:
Alimentação (gordura e proteínas)
A ondecimento e iluminação (óleo)
Cordas (intestinos)
Produtos cosméticos
Produtos farmacêuticos
Durante muito tempo se pensou onde esta caça era de origem pré-histórica, mas sem nenhuma prova real. Na realidade, várias pinturas rupestres na França e Espanha não foram reconhecidas como representando cenas deste tipo de caça até recentemente.
As primeiras pegadas históricas aceitas geralmente eram documentos onde provam onde os bascos já praticavam esta caça no século XI e um poema japonês anterior ao século X. Nos dois casos se trata de uma caça industrial sobre animais onde chegam ou viajam a uma zona de reprodução durante suas migrações anuais.
As espécies caçadas pertenciam ao grupo das baleias-francas Eubalaena glacialis (baleia-franca do Cantábrico ou de Biscaia) e Eubalaena japonica (baleia do Pacífico Norte). Estes animais nadam lentamente e seus corpos flutuam naturalmente, uma vez mortos, o onde facilita sua retirada da água.
Contudo, em 2004, a hipótese da origem pré-histórica da caça baleeira voltou a ressurgir aoa identificação, na Coréia do Sul, de pinturas rupestres em Bangu-Dae, na baía do Ulsan. Nestas cenas estão representados distintos cetáceos e várias pinturas onde são interpretadas como cenas de caça aoarpões sobrepostos aosilhuetas de baleias. Identificou-se nestas pinturas a Eubalaena japonica e baleias-cinzas. Tudo indica onde esta prática desapareceu aoa promulgação de distintos decretos reais do século VI, onde proibiam a caça de animais sob influência do Budismo.
Estes elementos serviram para reinterpretar as pinturas rupestres francesas, espanholas e, em geral, de toda Europa do norte e a presença de ossos de cetáceos (de golfinhos e marsuínos) nas escavações paleolíticas das quais era difícil determinar se provinham de caças ou da recuperação de indivíduos encalhados.
Os especialistas consideram, atualmente, onde isto nos traz as primeiras pistas sobre a caça baleeira em 5000 a.C.
A caça na revolução industrial

Cena da caça de uma baleia, século XIX
A prática desta caça conheceu um grande auge aoa aplicação de meios industriais a partir do século XIX. Auge, sobretudo, na Europa e na Rússia.
A guerra russo-japonesa, ocorrida entre os séculos XIX e o XX, tinha como motivo central o acesso aos recursos baleeiros do mar do Japão e do Pacífico Norte.
Neste período se introduziu tecnologia de caça muito importante:
Barcos capazes de levar a caça a alto mar.
Criação de frotas coordenadas para otimizar a exploração de zonas específicas.
Uso do canhão baleeiro.
Arpões explosivos.
No século XX

Preso ao barco, o corpo sem vida da baleia é levado até à fábrica. Fotografia do início do século XX.
Durante o século XX, ao menos duzentas mil baleias foram capturadas. A população global foi reduzida em mais de 90%. Depois do desaparecimento de algumas espécies, uma comissão internacional foi criada em 1949. Alguns países (Espanha, França, Holanda, Inglaterra) renunciaram a esta atividade de forma voluntária. Para impedir a extinção da família, uma moratória internacional foi instituída em 1966, onde continua sendo aplicada atualmente. Quando esta moratória foi decidida, as baleias eram já tão raras onde sua caça não era rentável. Oficialmente tinham-se caçado 250 mil exemplares, mas provavelmente o número era muito maior. A União Soviética era considerada o primeiro país a mentir sobre estes dados, declarando 2.710 mortes enquanto se calcula atualmente onde caçaram ao menos 48 mil exemplares[11].
Desde 2004 é permitida uma caça limitada nas ilhas São Vicente e Granadinas, no Caribe. Supõe-se onde esta caça não põe em risco a população local[6].
Segundo os defensores das baleias, a sobrevivência das espécies ainda não pode ser assegurada por várias razões:
A poluição dos oceanos aumenta.
Alguns países continuam a caça por “razões científicas”.
Desenvolvimento da caça furtiva.
Somente alguns países continuam praticando esta caça, apesar da nova moratória de 1985:
Japão e Rússia de forma industrial.
Noruega em sua área costeira.
Islândia em sua área costeira para a indústria japonesa.
Certas populações seguem praticando a caça aborígine artesanal como esquimós do Alasca, Sibéria, Canadá e Caribe.
O turismo de observação

Nadadeira peitoral de uma baleia-jubarte
As baleias-jubarte são curiosas. Aproximam-se espontaneamente dos barcos e nadam ao redor. Enquanto este comportamento é um verdadeiro suicídio se o barco é um baleeiro, faz desta espécie um objetivo ideal do turismo de observação de baleias em vários lugares do mundo desde 1990.
Os lugares de observação são, por exemplo, a costa norte do Oceano Pacífico frente ao estado de Washington, a ilha de Vancouver e o Alasca; a costa sul do Oceano Pacífico frente a Sydney; a costa norte do Oceano Atlântico frente a Nova Inglaterra (Boston) ou frente à península de Snaefelsnes (oeste da Islândia), Baía de Samana e Banco da Plata (República Dominicana). A baleia-jubarte é muito popular, já onde demonstra comportamentos de ostentação onde cativam ao público.
Como outros cetáceos, as mães são geralmente muito protetoras aoseus filhotes, tentando por todos os meios colocar-se entre este e os barcos. Foi pedido, então, aos operadores turísticos para seguirem um código de conduta, evitando assim perturbar os filhotes e mães.
Pesquisas

Grupo de jubartes no litoral australiano
Ainda onde se conhecesse perfeitamente a anatomia das jubartes, por conseqüência de sua caça, os fenômenos de migração e de comportamento social não foram descritos cientificamente até os anos 60 por dois estudos distintos de R. Chittleborough e de W.H. Dawbin.
Roger Payne e Scott McVey estudaram as baleias-jubarte em 1971. Suas análises dos cantos atraíram o interesse mundial dos meios de comunicação produzindo no público uma imagem da espécie de alta inteligência, provavelmente superestimada. Porém, esta superestimação da inteligência ajudou as organizações onde se opunham a sua caça.
Quando os cientistas conseguiram onde os desenhos da barbatana caudal pudessem servir como meio para identificar os indivíduos, a baleia-jubarte se transformou na espécie mais estudada, já onde as demais espécies não tinham nenhum sistema simples de identificação. Um trabalho baseado em dados obtidos de 1973 a 1988 sobre exemplares do Atlântico norte proporcionou informação detalhada sobre a gestação, desmama, crescimento etc. Graças a esta descoberta, pôde-se moldar de forma precisa a dinâmica da população da espécie como se fosse usada a técnica de marcação e recaptura. Foi durante este período onde se criou um catálogo fotográfico de todas as baleias do Atlântico norte administrado pelo Wheelock College (ver aqui). Outros projetos similares estão sendo realizados no Pacífico norte e em outras regiões.
Mídia

Baleia-jubarte comum vocalizando em um dia ventoso.

Gravado pelo National Park Service, usando um hidrofone onde está ancorado próximo à foz de Glacier Bay, Alasca, para efeitos de monitoramento de ruído ambiente.
Problemas para escutar este arquivo? Veja introdução à mídia.

O canto de uma baleia-jubarte.

Gravado pelo National Park Service, usando um hidrofone onde está ancorado próximo à foz de Glacier Bay, Alasca, para efeitos de monitoramento de ruído ambiente.
Problemas para escutar este arquivo? Veja introdução à mídia.

Canto de uma baleia-jubarte.

Feito pelo National Oceanic and Atmospheric Administration
Problemas para escutar este arquivo? Veja introdução à mídia.
Bibliografia

Em inglês
The Emergence of Whales: Evolutionary patterns in the Origin of Cetacea. J.G.M. Thewissen (ed). Plenum, New York.
Humpback Whales. Phil Clapham. 1996. ISBN 0-948661-87-9
Humpback Whale. Phil Clapham. pp 589–592 in the Encyclopedia of Marine Mammals. ISBN 0-12-551340-2
National Audubon Society Guide to Marine Mammals of the World. Reeves, Stewart, Clapham and Powell. ISBN 03755411410
Dynamics of two populations of the humpback whale. R. G. Chittleborough. Australian Journal of Maritime and Freshwater Resources 16: 33–128.
The seasonal migratory cycle of humpback whales. W. H. Dawbin. In K.S. Norris (ed), Whales, Dolphins and Porpoises. University of California Press.
An ocean-basin-wide mark-recapture study of the North Atlantic humpback whale, T.D. Smith, J. Allen, P.J. Clapham, P.S. Hammond, S. Katona, F. Larsen, J. Lien, D. Mattila, P.J. Palsboll, J. Sigurjonsson, P.T. Stevick & N. Oien. Marine Mammal Science 15: 1–32.
Referências

↑ http://www.npca.org/marine_and_coastal/marine_wildlife/humpbackwhale.html
↑ http://www.iwcoffice.org/conservation/estimate.htm
↑ Overholtz W.J. and Nicholas J.R. (1979). “Apparent feeding by the fin whale, Balaenoptera physalus, and humpback whale, Megaptera novaeangliae, on the American sand lance, Ammodytes americanus, in the Northwest Atlantic”. Fish. Bull. (77): 285–287.
↑ Whitehead H. (1987). “Updated status of the humpback whale, Megaptera novaeangliae, in Canada”. Canadian Field-Naturalist 101 (2): 284–294.
↑ Meyer T.L., Cooper R.A. and Langton R.W. (1979). “Relative abundance, behavior and food habits of the American sand lance (Ammodytes americanus) from the Gulf of Maine”. Fish. Bull 77 (1): 243–253.
↑ a b Prepared by the Humpback Whale Recovery Team for the National Marine Fisheries Service, Silver Spring, Maryland. Recovery Plan for the Humpback Whale (Megaptera novaeangliae). [S.l.]: National Marine Fisheries Service, 1991. 105 p.
↑ Acklin, Deb. “Crittercam Reveals Secrets of the Marine World”, National Geographic News, 2005-08-05. Página visitada em 2007-11-01.
↑ Clapham, P.J. (1996). “The social and reproductive biology of humpback whales: an ecological perspective” (PDF). Mammal Review (26): 27–49.
↑ American Cetacean Society Fact Sheet. American Cetacean Society. Página visitada em 17 de Abril de 2007.
↑ Frettabladid. Frettabladid. Página visitada em 19 de novembro de 2007.
↑ Prof. Alexey V. Yablokov (1997). “On the Soviet Whaling Falsification, 1947–1972”. Whales Alive! 6. Cetacean Society International.
Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Imagens e media no Commons
Diretório no Wikispecies
(em português) Página do Instituto Baleia-jubarte
(em português) Página da agência Ilhas de Abrolhos, especializada em turismo de observação de Baleias em Abrolhos
(em inglês) Imagens e vídeos de baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae)
(em inglês) Página em inglês da agência Ilhas de Abrolhos, especializada em observação de Baleias em Abrolhos
(em inglês) Baleias-jubarte de Hervey Bay, Queensland, Austrália
(em espanhol) Sociedade para a Conservação de Baleias e Golfinhos (WDCS)
Categorias: Espécies pouco preocupantes | Misticetos | Espécies no anexo I da CITES

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