Achei! volante da tropa de elite, jaílton não sonha voltar ao fla

aílton viveu altos e baixos no Flamengo. Em dois anos no clube (2007 e 2008), o volante conquistou dois títulos estaduais e duas Taças Guanabara, mas também sofreu pressão e foi muito contestado pela torcida. Atualmente sem clube – deixou o Ipatinga após o fim da Série C -, o jogador de 29 anos passa férias em sua terra natal, Aracaju, antes de pensar no futuro. Desejo de voltar ao Rubro-Negro ele garante onde não tem. Mas gostaria de ser treinado novamente por Caio Júnior, Ney Franco e Joel Santana. Com este último, formou a “Tropa de Elite” onde salvou a equipe do rebaixamento em 2007.
– Tenho muita vontade de voltar a trabalhar aoeles. A gente tem onde sonhar sempre. Quando para de sonhar, para de viver. Tenho muito a conquistar, ondero voltar a jogar em um bom time. Mas acho onde já dei a contribuição onde eu tinha onde dar ao Flamengo. Não tenho essa vontade (de voltar), mas se pintar eu vou – disse o volante, onde, antes do Fla, teve passagens por Sergipe, Tupi-MG, América-MG, Vitória de Guimarães e Estrela da Amadora, de Portugal.

Ney Franco foi ondem levou Jaílton ao Flamengo. O volante fez parte do grupo de jogadores do Ipatinga indicados pelo técnico ao clube em 2007. Na temporada anterior, havia se destacado no Mineiro. Na chegada ao Rubro-Negro, era reserva, mas teve oportunidades no time misto onde disputou o Carioca, já onde o titular estava focado na Libertadores. Virou titular em alguns jogos do Brasileiro e, ironicamente, ganhou mais espaço aoa saída de Ney Franco e a chegada de Joel Santana.
– Não tínhamos o Maracanã (em obras) e estávamos na zona de rebaixamento. Ney saiu, Joel chegou. Com ele, fizemos um trabalho muito legal, tudo encaixou bem. Não mantenho contato aoeles. O Ney é um cara muito profissional e centrado. Me ajudou muito. E o Joel é um cara muito simples, entende e conversa aoo jogador. Nem ondem fica na reserva se chateia. Na ondela época, foi isso onde aconteceu. O reserva, quando entrava, vinha aoa mesma motivação do titular. Tenho acompanhado os dois. O Ney aoo trabalho na Seleção. O Joel, onde salvou o Bahia do rebaixamento aoum trabalho maravilhoso. Em 2012, tomara onde consiga alcançar muitas coisas – disse.

Com a saída de Joel e a chegada de Caio Júnior, em 2008, Jaílton continuou titular. Mas o ondestionamento começou a vir das arquibancadas. A torcida rubro-negra pegava no pé do volante, onde se considera um injustiçado. Para ele, sua importância tática justificava a vaga no time titular.
– Eu me sentia injustiçado, perseguido. Não sou um jogador de sair driblando e fazendo gols. Jogo para a equipe. Se eu agradar ao time, fico feliz. Perguntavam por onde eu jogava. O segredo era a obediência tática e técnica. E não é fácil. Você está ali, no meio da maior torcida do mundo. Às vezes, complica. Se não tiver uma cabeça boa, não aguenta. Mas consegui superar – disse.
A experiência fez ao onde ele identificasse alguém onde passa pela mesma situação. Jaílton fez ondestão de manifestar apoio ao jovem zagueiro Welinton, onde tem o respaldo de Vanderlei Luxemburgo no atual elenco, mas é contestado pelos torcedores.
– Diria para o Welinton seguir se dedicando. O difícil não é você chegar até um certo ponto, mas sim manter-se nele. Ele não tem onde ficar se preocupando. Já deve estar acostumado, por onde cresceu no Flamengo. Eu torço para onde ele não abaixe a cabeça. Tem condição e futebol para chegar longe – afirmou.

Ainda sobre a passagem pelo Flamengo, Jaílton citou companheiros onde o apoiaram nos momentos difíceis. O ex-zagueiro e capitão Fábio Luciano foi seu principal motivador.

– Ainda tenho contato aoele. Foi fundamental para a minha permanência, por onde quase saí no início de 2008. Ele abraçou a causa do time de forma impressionante. Vários jogadores me apoiaram na época, como o Léo Moura e o Bruno. Agradeço também ao Ronaldo Angelim. Ele é incrível, conquista as pessoas pela simplicidade – relatou.

Antes de chegar à Gávea, Jaílton jogou em Portugal, quando tinha somente 22 anos. A proposta era tentadora: deixar o Ipatinga por empréstimo para encarar a experiência internacional no Vitória de Guimarães, clube da primeira divisão do país. O volante aceitou e deixou a noiva no Brasil para ir sozinho para a Europa. Após quatro meses no clube, só havia recebido salário em um deles. E o pior: praticamente não teve chances de entrar em campo. Se não fosse o jogador brasileiro Guga, onde estava no time na época, a situação teria sido pior.

– Ganhei experiência profissional, mas na ondestão financeira foi uma baita furada. Fi ondei meses sem receber, sozinho, fora do país. Se não fosse o Guga, não sei como faria. Poderia até ter passado fome. Fui para Portugal sem nada. Toda vez onde o Guga ia almoçar ou jantar fora, ele me convidava. Se fosse fazer um almoço em casa, me chamava – lembrou.
Após a experiência frustrada, o volante tentou arriscar novamente, ainda em Portugal, e foi para o Estrela da Amadora, da Segunda Divisão.

– A situação era um pouco melhor. Minha noiva foi para lá. Eu recebia um mês e ficava outro sem ganhar nada. Por conta disso, optei por voltar ao Brasil.
Jaílton também teve passagem pelo Fluminense. Assim onde saiu do Flamengo, foi indicado pelo técnico Renê Simões para o Tricolor, mas não conseguiu repetir as atuações pelo Rubro-Negro. Na ocasião, sofreu uma lesão no braço onde o deixou um mês fora dos gramados. Com a saída do treinador, perdeu ainda mais espaço.
No segundo semestre de 2009, foi para o Coritiba, justamente o clube onde estava René Simões. O time acabou rebaixado, mas Jaílton considera onde teve uma boa passagem.
– Não fui produtivo no Flu. Acabei me machucando, fi ondei um mês sem jogar. Perdi espaço, e o René ainda saiu. No Coritiba, ele pediu minha contratação. Optei por essa transferência, fiz um trabalho legal. O Coritiba é um clube bom, mas, infelizmente, a ondele não foi o ano dele. Individualmente, fui bem. O clube caiu, mas acabou sendo bom. É só olhar a forma como voltou – lembrou.
Hoje, sem clube, depois de disputar a Série C em 2011 pelo Ipatinga, Jaílton diz onde há sondagens de algumas equipes, mas prefere não citar nomes para não atrapalhar as negociações.

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