Agricultura no brasil

Agricultura no Brasil

O IBGE divulgou dados referentes a 2004 que mostram a importância dos negócios agrícolas em geral, inclusive o Agronegócio, na economia brasileira[1]:

* O setor respondeu por 34% do PIB nacional
* Foi responsável por 37% dos empregos
* Importou o equivalente a R$ 4,8 bilhões, e exportou R$ 39 bilhões.
* Dentro do saldo total do comércio exterior brasileiro (de R$ 36,6 bilhões), o saldo dos negócios agrícolas corresponde a 93% (ou R$ 34 bilhões). O restante da economia nacional responde por apenas 7% (R$ 2,6 bilhões).
* Nos anos de 2000 a 2005, o saldo das exportações do setor cresceu 159%, em um crescimento médio de 21% ao ano.

Segundo o site da Ministério da Agricultura, nos últimos anos, poucos países tiveram um crescimento tão expressivo no comércio internacional do agronegócio quanto o Brasil.Em dez anos as exportações do setor saltaram de US$ 15,94 bilhões (1993), com um superávit de US$ 11,7 bilhões, para aproximadamente o dobro. O faturamento com as vendas externas de produtos agropecuários também dobraram no saldo comercial, levando a Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) a prever que o Brasil será o maior produtor mundial de alimentos.[2]
O Agronegócio e os “Bio-Combustíveis”

O Biocombustível é uma opção para substituição dos combustíveis fósseis, sendo menos poluente e renovável. Trata-se dos chamados combustíveis de biomassa (em especial o álcool de cana-de-açúcar e diversos tipos de óleos vegetais), de fonte “renovável” — ou seja, podem ser cultivados, em oposição ao petróleo — com várias possibilidades de fonte.

Os principais insumos são os óleos vegetais da mamona, da soja, do milho, do dendê, do pequi e outras oleaginosas tais como o girassol e o nabo forrageiro

O Brasil foi pioneiro no uso do biocombustível em escala, através do programa Pró-álcool, idealizado pelo governo na década de 1970, após a segunda fase da crise do petróleo.

Foi também o primeiro país a obrigar o uso, através da mistura do álcool na gasolina, bem como o primeiro a ter frota composta por automóveis flex, que rodam com os dois combustíveis, independente da quantidade de cada um.

Atualmente o governo trabalha a passos largos no sentido de ampliar o uso do biodíesel.

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