Albert greene conhecido como al green

Carreira

[editar]Primeiros anos
Al Green começou a cantar aos nove anos junto com outros três irmãos em um grupo gospel de seu pai, o Green Brothers. O quarteto chegou a realizar excursões pelo sul dos Estados Unidos durante a década de 1950. Naquela época, a família Greene mudou-se para o Estado do Michigan. Lá, o jovem Al Green formou seu grupo de R&B, chamado Al Green and the Creations (que em 1968 seria rebatizado como Soul Mates). Em 1968, o Soul Mates alcançou o Top 5 da parada Black Singles da Billboard, com a canção “Back Up Train”.
[editar]Rumo ao estrelato
Em 1969, Green deixou a banda e seguiu carreira solo. Conheceu o produtor Willie Mitchell, de quem ficou bastante próximo. Naquele mesmo ano, foi lançado “Green is Blues”, seu disco de estréia. No ano seguinte, veio o sucesso com o álbum “Al Green Gets Next to You”, com destaque para a canção “Tired of Being Alone”.
Já gozando de certo prestígio, Al Green lançou “Lets Stay Together”, de 1972, um dos seus discos mais famosos. O LP chegou à oitava posição na parada Pop da Billboard e primeiro lugar na parada Black. A música-título ficou no topo das duas listas.
Outros sucessos comerciais do cantor seriam “Im Still in Love With You”, também de 1972, e “Call Me”, de 1973.
[editar]Conversão
Cantor de muita popularidade, Al Green passaria por uma tragédia pessoal em 1975 envolvendo sua namorada Mary Woodson. Em outubro de 1974 após ter sua proposta para casamento recusada, Mary jogou grits (uma refeição típica do sul dos Estados Unidos, algo como de um mingau feito de milho e aveia) fervendo sobre Al, enquanto este tomava banho. O cantor teve queimaduras de segundo grau no abdome, nas costas e no braço. Após a agressão, Mary foi para um outro cômodo e se matou com uma arma de Green.
Profundamente abalado com o episódio, Al Green se converteu ao Cristianismo. Em 1976, ele já havia comprado uma igreja no Memphis e ordenado pastor da Full Gospel Tabernacle. Embora seguisse gravando R&B, as vendas de seus discos começaram a cair e cresciam as críticas sobre seu trabalho – embora os críticos musicais tivessem elogiado “The Belle Album”, de 1977.
Durante uma apresentação em 1979, Green foi ferido e interpretou o acidente como uma mensagem de Deus. Assim, o cantor aproximou-se ainda mais da religião, passando a pregar e a cantar apenas música gospel. Seu primeiro álbum desta fase foi “The Lord Will Make a Way”, em 1980.
De 1981 a 1989, Green gravou mais álbuns do gênero, oito deles premiados com o Grammy de “Melhor Performance Soul/Gospel”. Em 1984, o diretor de cinema Robert Mugge lançou “Gospel According to Al Green”, um documentário que inclui entrevistas sobre a vida do cantor e cenas dele em sua igreja.
[editar]Retorno ao R&B
Após vários anos no estilo gospel, Green iniciou seu retorno ao R&B, com o lançamento do dueto com a cantora britânica Annie Lennox de “Put A Little Love In Your Heart” (escrita em 1968 por Jackie DeShannon), para a comédia Os Fantasmas Contra-Atacam, e a composição do hit “The Message Is Love”, uma parceria com o produtor Arthur Baker.
Seu dueto de 1994 com a cantora de country music Lyle Lovett fundiu este estilo música com o R&B e lhe premiou com seu nono Grammy – pela primeira vez na categoria pop music. No ano seguinte, foi lançado “Your Hearts In Good Hands”, primeiro álbum secular (não-religioso) de Green. Embora recebesse avaliações positivas da crítica musical, o CD não vendeu bem. Ainda em 1995, Green foi nomeado para o Hall da Fama do Rock and Roll.
Em 2000, Green publicou “Take Me to the River”, um livro que examina sua carreira. Dois anos depois, o cantor recebeu um Grammy pelo conjunto da obra.
Em 2003, foi lançado “I Cant Stop”, primeiro álbum produzido por Willie Mitchell desde 1985, e o primeiro trabalho de sucesso comercial em décadas. Em 2004, Green foi nomeado para o para o Hall da Fama da Música Gospel. Também naquele ano, a Revista Rolling Stone ranqueou Green na posição 65 na lista dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos.
Atualmente, Al Green ainda segue fazendo concertos e praticando cristianismo na Full Gospel Tabernacle. O cantor está em estúdio trabalhando para um próximo álbum.
[editar]Discografia e paradas de sucesso

[editar]Álbums
Back Up Train (1967)
Green Is Blues (1969) # 19 EUA
Al Green Gets Next to You (1971) # 58 EUA
Lets Stay Together (1972) # 8 EUA
Im Still in Love with You] (1972) # 4 EUA
Call Me (1973) # 10 EUA
Livin for You (1973) # 24 EUA
Al Green Explores Your Mind (1974) # 15 EUA
Al Green Is Love (1975) # 28 EUA
Al Greens Greatest Hits (1975) # 17 US, # 18 GBR
Full of Fire (1976) # 59 EUA
Have a Good Time (1976) # 93 EUA
The Belle Album (1977) # 103 EUA
Al Greens Greatest Hits, Vol. 2 (1977) # 134 EUA
Truth N Time (1978)
The Lord Will Make a Way (1980)
Higher Plane (1981)
Tokyo Live (1981)
Precious Lord (1982)
Ill Rise Again (1983)
The Christmas Album (1983)
Trust in God (1984)
He is the Light (1985)
White Christmas (1986)
Soul Survivor (1987) # 131 EUA
Hi Life – The Best of Al Green (1988) # 34 GBR
I Get Joy (1989)
Love is Reality (1992)
Gospel Soul (1993)
Your Hearts in Good Hands (1995)
Dont look back (1997)
Take Me to the River (coletânea) (2000) # 186 EUA
Feels Like Christmas (2001)
Love – The Essential Al Green (2002) # 18 GBR
I Cant Stop (2003) # 53 EUA
The Love Songs Collection (coletânea) (2003) # 91 EUA
Everythings OK (2005)
Lay it Down (2008)
[editar]Hit singles
1971 “Tired of Being Alone” # 11 EUA, # 4 GBR
1972 “Lets Stay Together” # 1 EUA, # 7 GBR
1972 “Im Still in Love with You” # 3 EUA, # 35 GBR
1972 “Look What You Done for Me” # 4 EUA, # 33 GBR
1972 “You Ought to be with Me” # 3 EUA
1973 “Call Me (Come Back Home)” # 10 EUA
1973 “Here I am (Come and Take Me)” # 10 EUA
1974 “Sha-La-La (Make Me Happy)” # 7 US, # 20 GBR
1974 “Lets Get Married” # 32 EUA
1974 “Livin for You” # 19 EUA
1975 “L-O-V-E (Love)” # 13 US, # 24 GBR
1975 “Full of Fire” # 28 EUA
1977 “Keep Me Cryin” # 37 EUA
1988 “Put a Little Love in Your Heart” (com Annie Lennox) # 9 EUA, # 28 GBR
1989 “The Message is Love” (Arthur Baker e The Backbeat Disciples com Al Green) # 38 GBR
1993 “Love is A Beautiful Thing” # 56 GNR
[editar]Banda/Trilha Sonora
“Put A Little Love In Your Heart” – Os Fantasmas Contra-Atacam (1988)
“Here I Am” – O Guia do Mochileiro das Galáxias/À Boleia pela Galáxia (2004).
“How Can You Mend a Broken Heart” – Notting Hill e As Virgens Suicidas (1999).
“Lets Stay Together” – Pulp Fiction (1994)/ e Hellboy (2005).
“Love Is A Beautiful Thing” – The Pallbearer (1996), Legalmente Loira (2001), Curvas Perigosas/Quando Elas São… Eles (2002) e Amor a Segunda Vista (2002)
Love and Happiness-“Menace 2 Society[Perigo para a Sociedade]”(1993)
[editar]Ligações externas

Página oficial
Al Green no All Music Guide
Entrevista Junho de 2005
Artigo no sítio Pop Matters

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Albert greene, conhecido como al green

Carreira

[editar] Primeiros anos

Al Green começou a cantar aos nove anos junto com outros três irmãos em um grupo gospel de seu pai, o Green Brothers. O quarteto chegou a realizar excursões pelo sul dos Estados Unidos durante a década de 1950. Naquela época, a família Greene mudou-se para o Estado do Michigan. Lá, o jovem Al Green formou seu grupo de R&B, chamado Al Green and the Creations (que em 1968 seria rebatizado como Soul Mates). Em 1968, o Soul Mates alcançou o Top 5 da parada Black Singles da Billboard, com a canção “Back Up Train”.

[editar] Rumo ao estrelato

Em 1969, Green deixou a banda e seguiu carreira solo. Conheceu o produtor Willie Mitchell, de quem ficou bastante próximo. Naquele mesmo ano, foi lançado “Green is Blues”, seu disco de estréia. No ano seguinte, veio o sucesso com o álbum “Al Green Gets Next to You”, com destaque para a canção “Tired of Being Alone”.

Já gozando de certo prestígio, Al Green lançou “Lets Stay Together”, de 1972, um dos seus discos mais famosos. O LP chegou à oitava posição na parada Pop da Billboard e primeiro lugar na parada Black. A música-título ficou no topo das duas listas.

Outros sucessos comerciais do cantor seriam “Im Still in Love With You”, também de 1972, e “Call Me”, de 1973.

[editar] Conversão

Cantor de muita popularidade, Al Green passaria por uma tragédia pessoal em 1975 envolvendo sua namorada Mary Woodson. Em outubro de 1974 após ter sua proposta para casamento recusada, Mary jogou grits (uma refeição típica do sul dos Estados Unidos, algo como de um mingau feito de milho e aveia) fervendo sobre Al, enquanto este tomava banho. O cantor teve queimaduras de segundo grau no abdome, nas costas e no braço. Após a agressão, Mary foi para um outro cômodo e se matou com uma arma de Green.

Profundamente abalado com o episódio, Al Green se converteu ao Cristianismo. Em 1976, ele já havia comprado uma igreja no Memphis e ordenado pastor da Full Gospel Tabernacle. Embora seguisse gravando R&B, as vendas de seus discos começaram a cair e cresciam às críticas sobre seu trabalho – embora, os críticos musicais elogiaram “The Belle Album”, de 1977.

Durante uma apresentação em 1979, Green foi ferido e ele interpretou o acidente como uma mensagem de Deus. Assim, o cantor aproximou-se ainda mais da religião, passando a pregar e a cantar apenas música gospel. Seu primeiro álbum desta fase foi “The Lord Will Make a Way”, em 1980.

De 1981 a 1989, Green gravou mais álbuns do gênero, oito deles premiados com o Grammy de “Melhor Performance Soul/Gospel”. Em 1984, o diretor de cinema Robert Mugge lançou “Gospel According to Al Green”, um documentário que inclui entrevistas sobre a vida do cantor e cenas dele em sua igreja.

[editar] Retorno ao R&B

Após vários anos no estilo gospel, Green iniciou seu retorno ao R&B, com o lançamento do dueto com a cantora britânica Annie Lennox de “Put A Little Love In Your Heart” (escrita em 1968 por Jackie DeShannon), para a comédia Os Fantasmas Contra-Atacam, e a composição do hit “The Message Is Love”, uma parceria com o produtor Arthur Baker.

Seu dueto de 1994 com a cantora de country music Lyle Lovett fundiu este estilo música com o R&B e lhe premiou com seu nono Grammy – pela primeira vez na categoria pop music. No ano seguinte, foi lançado “Your Hearts In Good Hands”, primeiro álbum secular (não-religioso) de Green. Embora recebesse avaliações positivas da crítica musical, o CD não vendeu bem. Ainda em 1995, Green foi nomeado para o Hall da Fama do Rock and Roll.

Em 2000, Green publicou “Take Me to the River”, um livro que examina sua carreira. Dois anos depois, o cantor recebeu um Grammy pelo conjunto da obra.

Em 2003, foi lançado “I Cant Stop”, primeiro álbum produzido por Willie Mitchell desde 1985, e o primeiro trabalho de sucesso comercial em décadas. Em 2004, Green foi nomeado para o para o Hall da Fama da Música Gospel. Também naquele ano, a Revista Rolling Stone ranqueou Green na posição 65 na lista dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos.

Atualmente, Al Green ainda segue fazendo concertos e praticando cristianismo na Full Gospel Tabernacle. O cantor está em estúdio trabalhando para um próximo álbum.

[editar] Discografia e paradas de sucesso

[editar] Álbums

* Back Up Train (1967)
* Green Is Blues (1969) # 19 EUA
* Al Green Gets Next to You (1971) # 58 EUA
* Lets Stay Together (1972) # 8 EUA
* Im Still in Love with You] (1972) # 4 EUA
* Call Me (1973) # 10 EUA
* Livin for You (1973) # 24 EUA
* Al Green Explores Your Mind (1974) # 15 EUA
* Al Green Is Love (1975) # 28 EUA
* Al Greens Greatest Hits (1975) # 17 US, # 18 GBR
* Full of Fire (1976) # 59 EUA
* Have a Good Time (1976) # 93 EUA
* The Belle Album (1977) # 103 EUA
* Al Greens Greatest Hits, Vol. 2 (1977) # 134 EUA
* Truth N Time (1978)
* The Lord Will Make a Way (1980)
* Higher Plane (1981)
* Tokyo Live (1981)
* Precious Lord (1982)
* Ill Rise Again (1983)
* The Christmas Album (1983)
* Trust in God (1984)
* He is the Light (1985)
* White Christmas (1986)
* Soul Survivor (1987) # 131 EUA
* Hi Life – The Best of Al Green (1988) # 34 GBR
* I Get Joy (1989)
* Love is Reality (1992)
* Gospel Soul (1993)
* Your Hearts in Good Hands (1995)
* Dont look back (1997)
* Take Me to the River (coletânea) (2000) # 186 EUA
* Feels Like Christmas (2001)
* Love – The Essential Al Green (2002) # 18 GBR
* I Cant Stop (2003) # 53 EUA
* The Love Songs Collection (coletânea) (2003) # 91 EUA
* Everythings OK (2005)

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