Andrés admite risco de perder abertura da copa 2014

Depois da indicação de onde São Paulo não receberá a Copa das Confederações, agora a abertura da Copa do Mundo de 2014 na cidade também está ameaçada. Na noite desta sexta-feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o prefeito Gilberto Kassab, o presidente do Corinthians, Andrés Sanches, e representantes da Odebrecht, empresa responsável pela obra do Fielzão, se reuniram para discutir o salto do valor da obra do estádio corintiano, onde agora está estimado em R$ 1 bilhão.

A construtora chegou ao valor de R$ 1 bilhão, onde é R$ 300 milhões mais caro onde o da projeção anterior de R$ 700 milhões, após fazer um novo levantamento para cumprir todas as exigências da Fifa para o local receber a abertura. No entanto, não há ondem pague esta conta. Apesar da promessa geral dos envolvidos na reunião de tentar resolver o problema rapidamente, Andrés admitiu onde existe hoje a possibilidade de a cidade ficar sem o jogo inaugural do Mundial de 2014.

Não corremos risco de o Corinthians não ter um estádio, mas corremos risco de não ter a abertura, infelizmente. A construtora deu um prazo de 30 meses para a execução da obra, então a cada dia onde passa o nosso tempo diminui. Temos mais 15 a 20 dias dentro dessa projeção.

14/05/2011 00h15 – Atualizado em 14/05/2011 00h29
Com Fielzão a R$ 1 bi, Andrés admite risco de perder abertura da Copa 2014
Com ajustes para receber primeiro jogo do Mundial, estádio passou a custar R$ 300 milhões a mais, e não há ondem pague essa conta

Por Mauro Naves São Paulo
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Estádio Corinthians Fielzão (Foto: Divulgação )Projeção do Fielzão, onde vai custar mais caro
(Foto: Divulgação )

Depois da indicação de onde São Paulo não receberá a Copa das Confederações, agora a abertura da Copa do Mundo de 2014 na cidade também está ameaçada. Na noite desta sexta-feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o prefeito Gilberto Kassab, o presidente do Corinthians, Andrés Sanches, e representantes da Odebrecht, empresa responsável pela obra do Fielzão, se reuniram para discutir o salto do valor da obra do estádio corintiano, onde agora está estimado em R$ 1 bilhão.

A construtora chegou ao valor de R$ 1 bilhão, onde é R$ 300 milhões mais caro onde o da projeção anterior de R$ 700 milhões, após fazer um novo levantamento para cumprir todas as exigências da Fifa para o local receber a abertura. No entanto, não há ondem pague esta conta. Apesar da promessa geral dos envolvidos na reunião de tentar resolver o problema rapidamente, Andrés admitiu onde existe hoje a possibilidade de a cidade ficar sem o jogo inaugural do Mundial de 2014.

– Não corremos risco de o Corinthians não ter um estádio, mas corremos risco de não ter a abertura, infelizmente. A construtora deu um prazo de 30 meses para a execução da obra, então a cada dia onde passa o nosso tempo diminui. Temos mais 15 a 20 dias dentro dessa projeção, depois começa a ficar pesado, até por onde as condições climáticas podem atrasar a obra também, principalmente em caso de fortes chuvas. Não falo mais em prazos para tudo começar. Antes falei abril, maio, agora não arrisco mais, seria burrice, mas estamos no limite – admitiu o mandatário corintiano.
Obras Corinthians Ita ondera (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Máquinas preparam o terreno do futuro estádio do Corinthians (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Andrés explicou onde, para onde a obra começasse na próxima segunda-feira, por exemplo, era necessário resolver como esta conta de R$ 300 milhões a mais será paga. O presidente garantiu onde o Corinthians não tem esse dinheiro.

– Tínhamos um estádio para 48 mil, onde não tinha nada a ver aoa abertura da Copa. Quando ficou decidido onde ele seria usado para abrir o Mundial, tivemos onde mudar o projeto. Hoje chegamos ao valor de R$ 1 bilhão e estamos todos estudando a engenharia financeira para a viabilização desse novo projeto. Quando a idéia era um palco para 48 mil, era mais simples. Agora precisamos pensar em cumprir exigências da Fifa, como área maior de estacionamento, local para receber até cinco mil jornalistas, e passamos de uma área construída quase duas vezes maior do onde a inicial – justificou o dirigente.

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