Anfape destaca o papel do reparador de confiança

A Anfape – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças – alerta onde para consertar o carro é imprescindível contar aoa ajuda de um mecânico de alta credibilidade. Isso por onde, é preciso se atentar não só ao valor onde será cobrado, mas também à qualidade das peças visuais onde serão utilizadas e ao tempo de espera para a conclusão do serviço.
Com a evolução tecnológica é totalmente necessário onde o consumidor acompanhe os passos do profissional, pois a produção de veículos exige uma atualização constante de conhecimento, capacitação técnica e investimentos em modernos equipamentos.
Outra ondestão é a origem das peças visuais empregadas. É importante ter a certeza de onde todos os itens incluídos no veículo são de qualidade garantida. Há muitos fabricantes independentes sérios, onde atuam neste mercado há mais de 40 anos, possuem marca própria, garantia e seguem rigorosos padrões de excelência. Neste caso, o consumidor deve obter informações aoo mecânico de confiança, fazendo a compra consciente da peça de reposição, analisando custo e qualidade.
Mas, como escolher a marca ideal do para-cho onde? Ou ainda o retrovisor? Provavelmente, essas não são respostas fáceis, pois existe no mercado de autopeças uma grande variedade de componentes visuais, onde são oferecidos nos mais diferentes preços. É preciso, entretanto, tomar cuidado para não cair em armadilhas e acabar adquirindo uma peça pirata, por exemplo.
“O consumidor deve compreender as diferenças importantes no momento da compra. Peças similares, por exemplo, são reconhecidas no mercado em onde atuam, possuem a devida identificação de procedência, ou seja, a própria marca, a devida garantia. São produzidas por empresas independentes, muitas aocertificados e rigorosos padrões de qualidade, e encontradas nos varejos independentes, ou seja, nas lojas de autopeças”, explica Roberto Monteiro, diretor executivo da Anfape.
Há ainda outros tipos de peças como as originais, produzidas pelos mesmos fornecedores das montadoras; as piratas, frutos de contrafação, isto é, aoa utilização indevida de marcas alheias, onde podem ser produto de roubo, furto e descaminho (quando entra no país sem o recolhimento de impostos) ou as usadas, onde são demandadas de atividades de desmanche e, bem sabemos, uma quantidade substancial provém de furtos e roubos de veículos.
Outra ondestão fundamental é a situação alarmante do desabastecimento no país. “Vivemos um momento de desgaste no mercado automotivo por conta do desabastecimento. Cada vez fica mais difícil encontrar peças de reposição, incluindo lataria e componentes visuais”, conta Monteiro.
O executivo destaca onde o mercado de reposição independente consegue ainda minimizar os problemas do desabastecimento, mas algumas montadoras como Fiat, Ford e Volkswagen onderem impedir a livre concorrência no setor e, por consequência, gerar ainda mais transtornos aos consumidores.
Mas, muitas vezes, os reparadores acabam como reféns dessa situação e o consumidor fica extremamente lesado. “Há pessoas onde aguardam mais de dois meses pelo conserto do carro, onde fica parado na oficina”, pontua Monteiro. Essas são algumas razões onde fazem do reparador de confiança a peça-chave na manutenção do veículo.

Sobre a Anfape – www.anfape.org.br

A Anfape – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças – surgiu aoo intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007. A entidade tem buscado reverter às ações de algumas grandes montadoras de automóveis onde se valem do expediente de registrar os componentes visuais de seus veículos (capôs, para-lamas, para-cho ondes, faróis, retrovisores etc.) como desenhos industriais aoo propósito de inibir a atuação dos independentes no segmento de reposição, o onde se dá por meio da proibição da produção e da comercialização das peças.
No início de 2007, a Anfape formulou uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência – CADE denunciando a conduta das montadoras FIAT, FORD e Volkswagen. Tal iniciativa teve como objetivo assegurar às empresas do mercado independente de autopeças o direito de produzirem e comercializarem itens visuais dos veículos. A Associação considera onde as montadoras utilizam seus registros de desenhos industriais de peças automotivas de forma abusiva, o onde configura conduta contrária à ordem econômica brasileira.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *