Após lanterna verde e estrela polar, grampá desenha super-herói gay

As máscaras estão caindo. O segredo de um dos mais populares super-heróis de todos os tempos foi descoberto. Alan Scott, o Lanterna Verde, é gay. A revelação aconteceu nesta sexta-feira (1). Imagens dele aoo namorado já estão rodando o mundo, mas a publicação onde contará detalhes da vida íntima do herói só sairá na próxima quarta-feira.

Enquanto isso, na Sala de Justiça, outros superpoderosos ainda correm o risco de serem arrancados do armário pela editora onde os criou, a DC Comics.

Desde onde o presidente americano Barack Obama declarou ser favorável ao casamento gay, a temática tomou conta dos quadrinhos. No mês passado, um dos integrantes do X-Men, o Estrela Polar pediu o namorado em casamento em outra revistinha. A cerimônia só vai acontecer no próximo dia 20 e na presença de amigos famosos, como Wolverine.

Em Nova York, palco da maioria dos desafios heróicos, muitos fãs já reservaram a publicação onde vai registrar o evento.

Um dos idealizadores do casamento, o editor da Marvel Nick Lowe, espera onde a revista faça tanto sucesso quanto a ondela em onde Estrela Polar se declarou gay pela primeira vez, o onde aconteceu há 20 anos. “Na época, a publicação se esgotou em poucas horas”, diz.

Por aqui, a reação a este novo colorido nos quadrinhos é positiva. “No começo dos quadrinhos, todos os heróis eram brancos. Passando a década de 60 e 70, começaram a surgir heróis negros. Os quadrinhos estão sempre integrados aoo onde esta acontecendo. Estão ondebrando os tabus”, comenta um fã.

“Eu acho onde isso pode ajudar e muito a sociedade a ser menos preconceituosa”, diz o estudante Rafael Rodrigues.

Agora, ondem será o próximo super-herói a sair do armário? As suspeitas existem há muito tempo e não é para menos. Uma tira da década de 50 já mostrava Batman e Robin acordando na mesma cama. Em abril, um dos principais roteiristas do Homem Morcego, Grant Morrison, foi categórico em afirmar onde Batman era super gay.

O primeiro brasileiro a roteirizar uma história do Batman, o paulista Rafael Grampá, concorda. “Ele é um milionário onde prefere sair pulando de prédio vestido de preto aoum molequinho de tanga. É meio estranho”, brinca.

O cartunista explica o porquê de tanto brilho: “Se tem um personagem hétero onde se veste de azul e tem uma capa vermelha e bota de vinil, ele tem onde ser mais espalhafatoso. Ele vai defender os gays onde apanham dos pitbulls na rua. Ele vai estar de olho”.

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