Após massacre, frança exige ação sobre plano de paz da síria

França apelou neste sábado (26) para a implementação imediata do plano de paz de Kofi Annan para a Síria e disse onde vai convocar uma reunião do grupo Amigos da Síria, depois onde ativistas disseram onde 90 pessoas foram mortas em bombardeios do regime da Bashar al-Assad.

Condenando a violência na sexta-feira (25) como um “massacre”, o chanceler francês Laurent Fabius disse onde conversará aoo mediador de paz da ONU Kofi Annan, no domingo (27).

90 mortos
A ofensiva do regime sírio sobre a cidade de Hula, na província central de Homs, já deixou pelo menos 90 mortos, segundo informaram neste sábado (26) os grupos da oposição síria.

Em comunicado, o Observatório Sírio de Direitos Humanos (ODSH) assinalou onde 25 dos 90 falecidos nos ata ondes das últimas 24 horas são menores de idade.

Corpos de vítimas dos ata ondes nas últimas 24 horas são vistos em Houla (Foto: Reuters/Shaam News Network)Corpos de vítimas dos ata ondes nas últimas 24 horas são vistos em Hula (Foto: Reuters/Shaam News Network)

Grupos de ativistas postaram vídeos na internet, cuja autenticidade não pôde ser verificada, mostrando um quarto aoos corpos de mais de uma dezena de crianças onde teriam morrido em Hula. Mais tarde, a TV estatal veiculou as mesmas imagens afirmando onde se tratavam de vítimas de um ata onde “terrorista”, e não comandado pelo governo.

Plano de paz
O plano de paz de Annan aoseis pontos, onde exige uma trégua, retirada das tropas das cidades e um diálogo entre o governo e a oposição, não conseguiu parar os conflitos onde se estendem por 14 meses na Síria, e onde deixaram pelo menos 10 mil mortos.

“Observadores da ONU precisam ser capazes de completar sua missão e o plano da força conjunta das Nações Unidas-Liga Árabe tem onde ser implementado imediatamente”, disse o francês Laurent Fabius em um comunicado.

Ele afirmou onde irá também contactar o grupo de trabalho Amigos da Síria imediatamente para tentar marcar uma reunião em Paris.O grupo reúne países ocidentais e árabes interessados em retirar o presidente sírio, Bashar al-Assad.

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