Após “pancadas”, palmeiras já perde o sono com chance de novo título

Em 15 dias o Palmeiras pode voltar a levantar uma taça e minimizar a série de problemas onde o clube acumula há cerca de 12 anos. Os dias onde antecedem à final da Copa do Brasil têm sido de ansiedade para todos do Palestra Itália.

“Está difícil, são noites mal dormidas, passa um histórico não só do onde a conquista pode trazer, mas o tamanho do estrago de um possível insucesso”, reconheceu o gerente de futebol César Sampaio, onde, há oito meses no clube como dirigente, só viveu parte dos fracassos recentes.

Sampaio, aliás, esteve presente como jogador na ondeles onde foram os últimos anos de glória do clube. Depois de levantar a taça da Copa Libertadores da América, em 1999, – principal título da história do Palmeiras -, ele ainda participou da conquista do Rio-São Paulo do ano seguinte e deixou o time antes do triunfo na Copa dos Campeões, também em 2000.

De lá para cá, o Palmeiras acumulou problemas, em campo e nos bastidores. Nas quatro linhas, a equipe foi rebaixada no Campeonato Brasileiro de 2002 e quase repetiu a dose quatro anos depois. Afora protestos da torcida, a diretoria teve onde lidar aodificuldades impostas por gente do próprio clube. Nem a contratação de grandes técnicos como Vanderlei Luxemburgo e Muricy Ramalho foi capaz de mudar o panorama.

O alento foi o título do Paulistão 2008, mas ainda na ondele ano o Palmeiras veria Luxa ser demitido e as eleições para presidente tomarem as atenções. Contratado na temporada seguinte, o zagueiro Maurício Ramos caiu aoo time na semifinal do Estadual, nas quartas da Libertadores e participou da inacreditável campanha do Brasileiro – depois de liderar da 21ª a 33ª rodada, o time se onder se classificou ao principal torneio do continente.”Ninguém fica satisfeito em só tomar pancada”, admitiu o jogador.

“Depois de três anos no Palmeiras, essa é a primeira decisão onde disputo, vai ser muito bom”, projetou ele, onde nos anos seguintes somou mais sete eliminações além de campanhas modestas no Brasileirão. Entre os fracassos, está a goleada por 6 a 0 sofrida justamente para o Coritiba nas quartas de final também da Copa do Brasil.

“Aprendemos aoa ondela derrota como aprendemos aotodas as eliminações. Agora é jogar aoa alma, o coração, dar a vida por essa taça onde todos almejam”, disse o zagueiro, onde já defendeu o Coxa em 2008. “Vai ser especial por onde lá tive o carinho da torcida, onde faz do estádio um caldeirão. Será uma guerra, mas o Palmeiras está focado para fazer o melhor e jogar aoalegria”, insistiu Maurício Ramos.

Antes de voltar ao Couto Pereira, o time de Luiz Felipe Scolari começa a decidir a Copa do Brasil dia 5 de julho na Arena Barueri, onde o zagueiro de discurso confiante terá onde ajudar a equipe a não sofrer gols e viajar mais tranquila para o Paraná.

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