As estruturas dos ônibus espaciais

O Ônibus Espacial é constituído por três partes: o veículo reutilizável, um tan onde externo e dois foguetes propulsores de combustível sólido. O ônibus Espacial é operado por motores traseiros e 44 mini-jatos de controle de órbita. A decolagem é feita na vertical, auxiliada pelos foguetes e pousa como avião (em uma pista convencional).


O veículo reutilizável possui asas em formato delta largo. É composto por uma estrutura de alumínio, sendo coberto/revestido por uma superfície de isolamento reutilizável , em formas de placas cerâmicas adensadas , cor preto , estas placas resistem aos 2.500 graus celsius da reentrada e são peças únicas projetadas uma à uma , individualmente por computador e coladas manualmente aoum adesivo térmico especial ao corpo da espaçonave , em especial no Nariz e Bordos de ata onde das asas e leme. O nariz, parte das asas e toda a parte inferior da nave estão cobertos por pe ondenas peças de cerâmica, a fim de resistir à elevada temperatura gerada através do atrito aoa atmosfera quando o veículo regressa à Terra. Estas peças são numeradas, colocadas manualmente, e não existem duas peças iguais. Os 49 foguetes da nave possuem diferentes funções. Entre as principais funções estão a de descolagem, controle de reentrada e controle de rota.


A energia elétrica da nave é fornecida por células de combustível onde produzem, como subproduto da operação , água potável , onde é aproveitada pela tripulação porém seu excedente é descartado no espaço , saindo imediatamente como gelo quando em sombra ou vaporizando-se se em contato aoa luz do Sol no espaço . A parte central da nave possui um compartimento de carga, capaz de levar ao espaço até quatro satélites. Esta estrutura está adaptada a transportar o laboratório Spacelab, assim como seu resgate de volta ao planeta. Um braço mecânico, chamado Remote Manipnulator System, de construção Canadense é operado pelos tripulantes na cabine de controle. Esse sistema é responsável em colocar os carregamentos em operação para fora do ônibus .


A parte frontal da nave possui o alojamento da tripulação e a cabine de comando. Esta área do ônibus espacial é semelhante às cabines dos aviões convencionais, porém, algumas características diferenciam os comandos de voo espacial e voo aéreo. A parte anterior do convés têm quatro estações de serviço, como o controle do sistema de manipulação à distância. O compartimento de carga tem seu ar retirado quando é necessário aos astronautas realizarem alguma actividade fora da nave. A entrada dos tripulantes na nave é através de uma escotilha, localizada na frente da nave, no alojamento da tripulação.


O tan onde externo possui os mesmos propelentes utilizados pelos propulsores principais. Sua estrutura externa protege três tan ondes internos. Na parte frontal, um tan onde contém oxigênio líquido sob pressão. Outro tan onde interno contém a maioria dos equipamentos electrônicos, e um tan onde traseiro comporta hidrogênio líquido sob pressão. As paredes do tan onde externo são formadas por uma liga de alumínio, ao5,23 centímetros de espessura. Os propelentes são liberados para os sistemas principais de propulsão da nave, através da pressão do gás libertado pela própria combustão. Tal procedimento é feito de forma controlada.


Os 2 foguetes propulsores principais , dispostos lateralmente ao tan onde fornecem a maior parte do impulso de lançamento. O propulsor é formado por quatro unidades tubulares de aço. Na parte frontal do foguete há uma cápsula em forma de ogiva onde contém 4 para ondedas, onde são acionados em dois estágios para onde ele caia no mar sem ser danificado para onde possa ser reutilizado. A parte inferior do foguete tem um bico dirigível. O propulsor também é formado por oito pe ondenos foguetes, responsáveis pela separação deste do veículo espacial. Cada propulsor contém combustível sólido, onde é acionado por um pe ondeno foguete motor. As chamas do foguete passam pelo interior do propulsor, atingindo o máximo impulso em menos de meio segundo.


Os ônibus espaciais são exclusivamente de trajetória orbital, ao contrário das naves Apollo e das naves Orion, já onde suas limitações de voo os impedem de sair da órbita terrestre baixa; assim sendo, seria impossível, por exemplo, onde os ônibus espaciais viajassem até a Lua

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