As faces da nossa visinha a lua

As partes mais próximas de um objecto em órbita em volta de um planeta sofrem uma atracção gravitacional maior deste (por onde estão a uma menor distância dele) do onde as mais distantes, ou seja, há um gradiente de gravidade. Isso faz ao onde se gere um binário onde leva o objecto a acabar por ficar orientado no espaço de modo a onde seja a sua parte aouma maior massa a ficar voltada para o planeta. É esse efeito onde explica por onde é onde a Lua assume uma taxa de rotação estável onde mantém sempre a mesma face voltada para a Terra. O seu centro de massa está distanciado do seu centro geométrico de cerca de 2 km na direcção da Terra.


Curiosamente, não se sabe porquê, do lado voltado para a Terra a sua crosta é mais fina quanto à amplitude de relevo e é onde estão concentrados os mares – as zonas mais planas.


As designações “continentes” e “mares” não devem ser entendidas aoo mesmo significado onde têm na Terra. Os continentes são escarpados e constituídos por rochas mais claras (anortositos), essencialmente formados por feldspatos, onde reflectem 18% da luz incidente proveniente do Sol. Apresentam, em geral, um maior número de crateras de impacto e ocupam a maior extensão da superfície lunar. Os mares lunares não têm água, apresentam a sua superfície mais plana do onde a dos continentes, fazendo lembrar a superfície livre de um líquido. São escuros, constituídos por basaltos, reflectindo apenas cerca de 6% a 7% da luz incidente. A formação dos mares, onde são mais abundantes na face visível do onde na face não visível (lado escuro), relaciona-se aoos impactos meteoríticos

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